Há quem diga que já não existem boas ideias mas, a verdade é que há sempre alguém que se presta a mostrar que ainda há muita coisa boa para ser inventada. A empresa americana PinMart, produtora de pins (aquelas alfinetes quase sempre ridículos que se põem nas lapelas ou nos bonés), lembrou-se de que mostrar apoio ao nosso clube, declarar as nossas preferências sexuais, incitar ao consumo de uma qualquer droga ou, simplesmente, fazer publicidade a um qualquer serviço (de forma gratuita) já não era suficiente. Os pins, na sua nobre função comunicativa tinham de ir mais além. E foi mesmo em questões do "além" que a PinMart se meteu. Os cérebros da empresa puseram no mundo um conjunto de pins alusivos a funerais e a falecimentos. Desta forma, quem quiser, já pode andar ostentando orgulhosamente um pin indicando que teve no funeral de A ou B. Imaginem uma coisa do tipo "Funeral do Ti Manel: eu estive lá!" ou ainda, "O meu melhor amigo morreu... e eu diverti-me imenso!", ou ainda, "Eu vi o caixão do Tozé. E tu?". Se o tom for de maior dor e religiosidade podemos sempre andar com um pin que nos lembre que é preciso orar pelas alminhas dos que partiram. Aqui, os criadores da PinMart podiam recorrer à tecnologia e fazer um pin que tivesse alarme. Assim, todos os dias, às 17h, o pin lembrava-nos de que era preciso dizer uma novena em prol do falecido. Isto sim, seria útil!
[ Os pins e os funerais ]
Há quem diga que já não existem boas ideias mas, a verdade é que há sempre alguém que se presta a mostrar que ainda há muita coisa boa para ser inventada. A empresa americana PinMart, produtora de pins (aquelas alfinetes quase sempre ridículos que se põem nas lapelas ou nos bonés), lembrou-se de que mostrar apoio ao nosso clube, declarar as nossas preferências sexuais, incitar ao consumo de uma qualquer droga ou, simplesmente, fazer publicidade a um qualquer serviço (de forma gratuita) já não era suficiente. Os pins, na sua nobre função comunicativa tinham de ir mais além. E foi mesmo em questões do "além" que a PinMart se meteu. Os cérebros da empresa puseram no mundo um conjunto de pins alusivos a funerais e a falecimentos. Desta forma, quem quiser, já pode andar ostentando orgulhosamente um pin indicando que teve no funeral de A ou B. Imaginem uma coisa do tipo "Funeral do Ti Manel: eu estive lá!" ou ainda, "O meu melhor amigo morreu... e eu diverti-me imenso!", ou ainda, "Eu vi o caixão do Tozé. E tu?". Se o tom for de maior dor e religiosidade podemos sempre andar com um pin que nos lembre que é preciso orar pelas alminhas dos que partiram. Aqui, os criadores da PinMart podiam recorrer à tecnologia e fazer um pin que tivesse alarme. Assim, todos os dias, às 17h, o pin lembrava-nos de que era preciso dizer uma novena em prol do falecido. Isto sim, seria útil!
Há quem diga que já não existem boas ideias mas, a verdade é que há sempre alguém que se presta a mostrar que ainda há muita coisa boa para ser inventada. A empresa americana PinMart, produtora de pins (aquelas alfinetes quase sempre ridículos que se põem nas lapelas ou nos bonés), lembrou-se de que mostrar apoio ao nosso clube, declarar as nossas preferências sexuais, incitar ao consumo de uma qualquer droga ou, simplesmente, fazer publicidade a um qualquer serviço (de forma gratuita) já não era suficiente. Os pins, na sua nobre função comunicativa tinham de ir mais além. E foi mesmo em questões do "além" que a PinMart se meteu. Os cérebros da empresa puseram no mundo um conjunto de pins alusivos a funerais e a falecimentos. Desta forma, quem quiser, já pode andar ostentando orgulhosamente um pin indicando que teve no funeral de A ou B. Imaginem uma coisa do tipo "Funeral do Ti Manel: eu estive lá!" ou ainda, "O meu melhor amigo morreu... e eu diverti-me imenso!", ou ainda, "Eu vi o caixão do Tozé. E tu?". Se o tom for de maior dor e religiosidade podemos sempre andar com um pin que nos lembre que é preciso orar pelas alminhas dos que partiram. Aqui, os criadores da PinMart podiam recorrer à tecnologia e fazer um pin que tivesse alarme. Assim, todos os dias, às 17h, o pin lembrava-nos de que era preciso dizer uma novena em prol do falecido. Isto sim, seria útil!
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