Morreu o meu amigo, três meses depois de o ter ido buscar numa solarenga tarde de Domingo. Morto por uma doença estúpida para a qual não há cura. Tirado de mim à força sem que eu o pudesse defender.
A casa está vazia na proporção inversa à minha cabeça, cheia de tantas memórias, de tantos pequenos nadas que me tinham feito adorar aquela criaturinha.
Ainda tenho o cheiro dele nas mãos após horas a fazer-lhe festas, esperando para, juntamente com a veterinária, tomar uma decisão.
Partiu serenamente o meu amigo, da mesma forma como tinha vivido comigo: um gato meigo e calmo.
Ironia das ironias, o PDA acaba de avisar que são horas de lhe dar um comprimido para o coração, o mesmo que parou há uma hora. Apaguei o aviso. Antes pudesse ouvi-lo durante muito tempo...
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