partilhar o que é bom

Quando encontramos uma coisa de que gostamos temos o dever de a partilhar com os outros. Neste caso, falo de um vinho, um Cabernet Sauvignon da Bairrada, datado de 1991, de seu nome Quinta do Poço do Lobo.

Não percebo de vinhos mais do que aquilo que o paladar me diz e, neste caso, diz-me que este vinho é bom, que sabe a fruta, que não me contento com um copo dele, que a cada ida ao hiper lá tenho de trazer duas garrafas... :)

Aparentemente, não estou só na apreciação da qualidade do néctar. Já encontrei listagens onde lhe atribuiam 17 valores (em 20 possíveis).
Gostava de ter uma garrafeira para a encher de garrafas deste bom vinho.

Coincidência ou não, a Bairrada parece produzir vinhos do tipo que mais me agrada: tintos, encorpados, com sabor a fruta. E a preços bem acessíveis. O Quinta do Poço do Lobo nunca chega a €5. Até o Continente tem uma "série" própria por pouco mais de €2 e que é muito agradável.

Já provei outros Cabernet Sauvignon (eram chilenos) e não me entusiasmaram. Será que, também no vinho, a nossa terra dá melhor fruto? Na fruta, isso é uma verdade incontestável. E a uva não é mais do que fruta...

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