
Na preparação de umas férias à verdejante terra do gelo (Islândia), dei de caras com esta singularidade linguística: em Islandês, "mulher" é "kona".
Ora, se é verdade que, para todo o macho saudável, as duas coisas andam sempre juntas, também não é menos verdade que o decoro e a boa-educação nos impedem de o dizer alto e em bom som. Talvez os viquingues sejam mais descarados (a verdade é que sempre tiveram fama de brutos)... ou mais descomprometidos com estas coisas da sexualidade, sei lá...
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