Playboy Portugal - nº 2

E ao segundo número, quase tudo na mesma...

À primeira vista, a capa com a loura Cláudia Jacques é de nos fazer estacar. "Eh lá, que isto melhorou!". A pose é desinibida - atrevida, mesmo -, e a imagem da bela quarentona domina a capa, quase como quem nos vai saltar para cima. Dá para ver que houve uma verdadeira reviravolta lá para a redacção da Playboy Portugal.

Alguém deve ter ouvido das boas...

Só que, depois, conferindo as fotografias disponíveis na internet (comprei o nº1 e chega), a montanha pariu um rato. É que, mais uma vez, a política da perninha à frente impôs-se, para desilusão de todos quantos esperam que uma revista "para homens", mostre mulheres em nu integral.

Certo, ela aparece, de facto, nua mas é como se não estivesse. Já aqui deixei esta ideia quando escrevi sobre o nº 1 da revista (ler o post) e mantenho-a. Afinal de contas, as "dançarinas" dos casinos também andam nuas mas ninguém nota, pois não?

Já mais fiel à natureza da revista esteve Margarida Gonçalves, não fugindo ao nu integral e frontal e arriscando mesmo uma pose a roçar o porno. Ninguém lho pedia mas também ninguém lho censura.

Curioso é notar a insistência na quase ausência de pelos púbicos. Como já é a quarta modelo, pergunto-me se é moda entre as beldades nacionais ou se se tratará de política da revista (esperemos que não!).

Como a canção do Marco Paulo, esta edição da Playboy Portugal tem dois amores: uma é loura, outra é morena.

Cabe a cada um decidir qual das beldades prefere. Por mim, ficava com as duas mas... como isso era capaz de levantar questões de ciúmes, fico antes à espera do nº3 para ver se aparece mesmo alguma coisa de arromba...

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