Mais um...

Todos os anos me lembro desta maravilha do nosso zarolho preferido:

O dia em que nasci moura e pereça,
Não o queira jamais o tempo dar;
Não torne mais ao Mundo, e, se tornar,
Eclipse nesse passo o Sol padeça.

A luz lhe falte, O Sol se [lhe] escureça,
Mostre o Mundo sinais de se acabar,
Nasçam-lhe monstros, sangue chova o ar,
A mãe ao próprio filho não conheça.

As pessoas pasmadas, de ignorantes,
As lágrimas no rosto, a cor perdida,
Cuidem que o mundo já se destruiu.

Ó gente temerosa, não te espantes,
Que este dia deitou ao Mundo a vida
Mais desgraçada que jamais se viu!



PS - eu só gostava era de saber como raio é que a Pousada de Juventude de Alijó (onde eu nunca fiquei - nem sei onde é) resolveu enviar-me os parabéns...

1 comentário:

Mars disse...

Eh pá! Parabéns! Venham daí esses ossos!