Tenham medo, tenham muito medo...

No dia em que a Seleção Nacional entra em campo todas as expe(c)tativas (eh pá, eu digo o "c" ou não?...) são possíveis. Desde uma fantástica exibição até um resultado humilhante nós percorremos todo o intervalo possível. Mas há um pormenor que me deixa particularmente receoso: o maior jogador do mundo!

As declarações do CR-não-sei-quantos sobre a sua intenção de "explodir" neste Mundial e de marcar muitos golos são, ao contrário do que se julga, um alerta para a nossa equipa e não tanto para os adversários. É que se já é sobejamente conhecida a fuçanguice do astro quando joga pelas Quinas, a partir do momento em que ele traça como meta marcar golos (já não os marca há MUITO tempo), então, isso equivale a um "a equipa que se lixe".

O Cristiano Ronaldo, tal como outros grande jogadores, não joga na Seleção como joga nos clubes não necessariamente porque não o queira fazer (é claro que quer!) mas porque as equipas não são compostas unicamente por ele e há toda uma envolvente que é diferente (começando pelo entrosamento decorrente do hábito em jogar junto).

Portanto, já sabemos que teremos em campo um CR ainda mais preocupado com o seu umbigo e não tanto com o coletivo. Enganar-me-ei? Oxalá, mas não me parece...

Quanto à metáfora do "ketchup", já houve uns tugas que prestimosamente informaram o mundo de que semelhante pérola não é da autoria do CR. Sim, há gente que se deu ao trabalho de ir rebuscar arquivos para descobrir que o conceito de "os golos são como o ketchup" foi inventado pela estrela holandesa Van Nistelrooy. Se foi ou não, não o sei, mas é perfeitamente natural que o nosso menino, dada a sua fama de conquistador, se ache capaz de produzir o melhor ketchup do mercado.

Com ou sem molho de tomates o que interessa é que a Seleção ganhe e o resto (nomeadamente o CR) se lixe!

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