Carlos Castro - sempre

P: Qual era a diferença entre o Carlos Castro e uma ténia?
R: O Carlos Castro tinha um companheiro
Continua o aparecimento em Portugal de marcas comerciais com nomes estúpidos. Se é verdade que, em tempos, uma empresa sueca de nome SIDA teve de fazer as malas quando a doença do mesmo nome apareceu, por outro lado, de vez em quando aterram no nosso mercado coisas como "Bimba & Lola" ou a mais recente que me foi proporcionado testemunhar: a Ticona. Já todos conhecíamos a cona da tia mas a Ticona era dispensável, não?
"(...) não permitem que as pessoas entrem para dentro para esperarem na sala de espera (...)"


Repórter da TSF acompanhando o movimento numas instalações da Segurança Social

Lyonce Viiktórya

De vez em quando ocorrem factos que nos relembram a velha máxima "a realidade ultrapassa a ficção".

Se ninguém esperava nada de jeito da Luciana "Floribela" Abreu e se o mundo já percebeu que o Djaló, ao pontapé, não vai a grande lado, da união dos dois também não poderia sair coisa que nos deleitasse. A Floribela lá teve finalmente a mulatinha com quem sonhava há anos mas, não contente com isso, resolveu marcar a pobre pequena com um hediondo nome: Lyonce Viiktórya (o duplo "i" deve ter sido um gaguejo).

Na cabeça do casal Sheridan's devem ter-se passado coisas que nem uma seleção dos melhores comediantes mundiais conseguiria produzir. Ainda assim, na Rádio Comercial esforçaram-se. Ouça aqui

George Clooney e a Malária

Não, não é a nova namorada do galã americano mas é uma gaja lixada com quem ele vai ter de viver para o resto da vida. Pior do que o casamento porque, para esse, há a cura do divórcio...

Ainda não faz dois dias que o nosso Governo anunciou o aumento do preço das vacinas para doenças "exóticas" (ir a certos sítios vai passar a implicar uma despesa inicial de alguns 150 euros - consulta e vacina) e já temos uma vítima famosa... É caso para dizer que a malária é mais rápida a reagir do que os "mercados".

Ninguém esperava um descuido destes do chefe do serviço de urgências. Em casa de ferreiro...

Carlos Castro - duas notícias

Sobre o Carlos Castro tenho, hoje, uma boa e uma má notícia.

A boa: a nuvem de cinzas não vai afetar a aviação

A má: hoje não há anedotas

O verdadeiro anarquista


O verdadeiro anarquista: contra o país, contra o patrão, contra a ortografia!

O Circo Chen é uma palhaçada?


Tudo indica que, no Circo Chen, a publicidade está a cargo dos palhaços. Ou isso ou de gente imbecil!

Vontade de chatear (19)

Este admirável cidadão, certamente pressionado pela falta de espaço e de tempo, resolveu estacionar durante, pelo menos, um dia e meio, o seu popó de forma a que os tolos que ainda insistem em andar a pé fossem obrigados a dar uns passinhos na estrada (que, já de si está reduzida a quase uma só via, por causa do estacionamento em terceira fila). Agradeçamos ao animal, o "cuidado" que teve...

Se isto não é vontade de chatear os outros, é o quê?

As anedotas sobre Carlos Castro

O assassinato de Carlos Castro parece ter dado a este blog o seu maior êxito de sempre: mais de 1800 visitas de pessoas procurando anedotas sobre o falecido (e, de caminho, sobre o Cláudio Ramos). Embora possa parecer abusivo da minha parte, a verdade é que creio ser possível extrapolar este valor para fazer uma análise da forma como as pessoas reagiram ao homicídio. Basicamente, o pessoal caga no assunto e aproveita para se divertir com os pormenores sórdidos com que os jornalistas (os "verdadeiros") enchem as páginas das revistas e jornais.

Contrariamente ao que os jornalistas querem impingir, não há choque nenhum para as pessoas. Contrariamente ao que os habituais defensores dos bons princípios querem fazer crer, as pessoas também não têm qualquer ódio contra Carlos Castro por causa deste ser homossexual. Não, as pessoas apenas o achavam ridículo. Tudo muito mais simples e descomplexado.

Portanto, e para fazer a vontade a tanta gente que demanda estas paragens procurando humor sobre o "cronista", aqui vai a verdadeira história do que se passou naquele quarto de hotel em Nova Iorque...

"Modelo" - Quero cortar relações contigo!
"Cronista" - Cortas mas é o caralho!!!

O orgulho de Mourinho

Mourinho é português. Mais do que isso: Mourinho é orgulhosamente português. A surpreendente revelação do melhor treinador de futebol do mundo (antes, durante e depois de qualquer prémio) foi feita na entrega da Bola de Ouro, quando o craque do banco pedia desculpa por falar em... Português. Mourinho (o Rosé, como foi anunciado), mais tarde confessaria (instado por um jornalista) que tinha "planeado" falar em Português. Mourinho é tão organizado, tão organizado que até "planeia" agradecer um prémio na sua língua materna, algo que tanto espanhóis, argentinos, brasileiros, ingleses ou marcianos fazem da forma mais natural do mundo e sem necessidade de pedirem desculpas a ninguém. A diferença estará, quiçá, no orgulho. Os outros não se orgulham de quem são nem de onde vêm. Mourinho, sim. E, por isso, pede desculpa. Nós, os portugueses que gostamos de Mourinho e que até lhe perdoamos a birra de se recusar a responder em Português nas conferências de imprensa quando interpelado por jornalistas lusófonos; nós, os portugueses que lhe chamamos "special one" e "el especial" e "Mou" (preparem-se porque a comunicação social anda a apostar nesta, a reboque da espanholada - como sempre), nós perdoamos que aquele que é, juntamente com Cristiano Ronaldo, o maior embaixador do nosso país, o vencedor de duas Ligas dos Campeões, uma Taça UEFA, um campeonato inglês, outro italiano, um ou dois portugueses e mais umas minudências, ache que deve pedir desculpa por falar na língua que - por acaso -, até é a da maior potência futebolística mundial. Nós até perdoamos a Mourinho porque, no fundo, apesar de toda aquele ar de "venham todos, quantos são?", o José é tão "tuga" quanto qualquer outro, com a única diferença de que é absolutamente fantástico na sua profissão (como muitos outros portugueses são). O fundo psicológico, o complexo de inferioridade, a pequenez de espírito... está lá tudo, tão enraizado como em qualquer outro José... Povinho.


P.S. - segundo a RTP, Mourinho comoveu toda a gente ao falar em Português. E ainda há quem tente passar a ideia de que a nossa língua é uma das "grandes línguas do mundo". A língua talvez seja; já os seus falantes, não passam de uns perfeitos merdas...

Morreu Carlos Castro

A morte do cronista social Carlos Castro prova-nos que há males que vêm por bem: nunca mais se gastará uma folha de papel a publicar o pegajoso lixo que a personagem escrevia e do qual se orgulhava tanto a ponto de reivindicar o título de "jornalista". 2011 pode vir a ser um ano terrível mas, para já, há esta razão para comemorar. Não a morte da criatura (que sempre servia para nos rirmos dos seus tiques) mas o fim da sua "obra". Aleluia!

Anedota:
P - qual a diferença entre o Cláudio Ramos e o Carlos Castro?
R - o Cláudio Ramos é pai; o Carlos Castro nunca será mãe

Mas o CC não se despediu do mundo de forma normal. Morreu assassinado, pelo seu companheiro um século mais novo (o Bloco não vai poder falar em homofobia), numa cena de faca e alguidar, castrado num hotel... Único pormenor de classe: era em Nova Iorque, a cidade preferida de tanta gente que apreciava as bacoradas do defunto.

A próxima gala dos travestis (o graaaande orgulho do Castro) - esse magnífico espetáculo feito de homens imitando matronas e cantando em playback -, tem de homenagear a morte heróica (certamente em nome do amor) do seu mentor. Proponho desde já uma roda de sevilhanas cantando canções da Shirley Bassey.

Anedota:
P - porque razão os travestis adoram o Acordo Ortográfico?
R - porque transformou os "espectadores" em "espetadores"...

Já o companheiro de Carlos Castro - e principal suspeito da sua imobilidade -, apareceu num hospital com os pulsos cortados. Parece que se queria suicidar. Das duas uma: ou se arrependeu ao perceber que tinha a hipótese de passar dezenas de anos fechado numa prisão cheia de homens, ou foi uma coisa do tipo "Agaaaaarrem-me, senão, eu mato-me! Então, ninguém me agarra?!"

A morte de Carlos Castro(ado) foi, pelo menos, de tão mau gosto quanto a sua existência...