Morreu Carlos Castro

A morte do cronista social Carlos Castro prova-nos que há males que vêm por bem: nunca mais se gastará uma folha de papel a publicar o pegajoso lixo que a personagem escrevia e do qual se orgulhava tanto a ponto de reivindicar o título de "jornalista". 2011 pode vir a ser um ano terrível mas, para já, há esta razão para comemorar. Não a morte da criatura (que sempre servia para nos rirmos dos seus tiques) mas o fim da sua "obra". Aleluia!

Anedota:
P - qual a diferença entre o Cláudio Ramos e o Carlos Castro?
R - o Cláudio Ramos é pai; o Carlos Castro nunca será mãe

Mas o CC não se despediu do mundo de forma normal. Morreu assassinado, pelo seu companheiro um século mais novo (o Bloco não vai poder falar em homofobia), numa cena de faca e alguidar, castrado num hotel... Único pormenor de classe: era em Nova Iorque, a cidade preferida de tanta gente que apreciava as bacoradas do defunto.

A próxima gala dos travestis (o graaaande orgulho do Castro) - esse magnífico espetáculo feito de homens imitando matronas e cantando em playback -, tem de homenagear a morte heróica (certamente em nome do amor) do seu mentor. Proponho desde já uma roda de sevilhanas cantando canções da Shirley Bassey.

Anedota:
P - porque razão os travestis adoram o Acordo Ortográfico?
R - porque transformou os "espectadores" em "espetadores"...

Já o companheiro de Carlos Castro - e principal suspeito da sua imobilidade -, apareceu num hospital com os pulsos cortados. Parece que se queria suicidar. Das duas uma: ou se arrependeu ao perceber que tinha a hipótese de passar dezenas de anos fechado numa prisão cheia de homens, ou foi uma coisa do tipo "Agaaaaarrem-me, senão, eu mato-me! Então, ninguém me agarra?!"

A morte de Carlos Castro(ado) foi, pelo menos, de tão mau gosto quanto a sua existência...

1 comentário:

Edmund disse...

Desculpem a ignorância, mas quando um puto de 21 anos anda com um velho de 65 (para além de ser praticamente pedofilia), é coisa para ser amor?