Agora que o Parlamento finlandês se prepara para votar contra a participação na ajuda financeira a Portugal (sim, foi preciso chegar a nossa vez, para os países se fazerem esquisitos...), é caso para perguntar aos nossos fantásticos dirigentes (os atuais e os antigos) se devemos continuar a ver a Finlândia como o exemplo a seguir. Afinal de contas, eles aprendem Inglês desde pequeninos (como gostava tanto Jorge Sampaio), usam computadores desde tenra infância (como aprecia o nosso PM) e fazem outras n coisas que lhes permitem ser prósperos e maduros.

Portanto, nada a criticar: eles têm razão, certo?

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