O Público está em festa!


Por esta altura vai uma verdadeira euforia na redação do Público.

Já agora, aproveitem lá para ver quem é amigo do jornal...




Uma das das formas como os Judas Priest interpretaram a belíssima "Diamonds and Rust" de Joan Baez. Sabe sempre bem ouvir.
Alguém se importa de inventar um capacete de mota com umas portinhas junto às orelhas, para podermos coçar o ouvido? Obrigado.

Expactador , Margem Sul | 22/05/11 22:52
Boas!
Apenas passei não como critico, mas como visitante do progarama em que na qual estou muito desiludido com a presença de 1 programa que não merece quasquer atenção, ascendendo ao meu ponto optico, pois sou muito livre de opinar civilizadamente!
Acerca do perfil do programa, por muito que me possa enganar, ou teremos mais agressão fisica de eleveado grau e muita falta de civismo pra com o pais (atendendo que toda a faixa etária possa ver este programa) e a incapacidade intelectual do director deste programa pela ordem de difusão desta palhaçada para o espectador!
MINIMAMENTE DECENTE E SEM ASNEIRAS, sendo esta estação a RTP que todos muito conhecemos, afinal ,não somos, ou não estamos preparados pra tanta falta de intelectuo de quem permite ou ordena que isto difunda (programa, "o ultimo a saír) ao mundo civilizado!
Sem outro a opinar, agradeço que não me incomódem com explicações "apalhaçadas":
Fim à difusão publica desta espécie de entretenimento!
Fim ao "gozo" dos pobres contribuíntes mais idosos!
Sejais de novo 1 canal exemplar decente!

Obrigado.......



Crítica ao programa "O último a sair", deixada no site da RTP. Vê-se logo que o "crítico" é alguém que preza o intelecto... :)

Chiça, que são nhurros!

Esta maltosa vem fazer manifestações para o país dos outros mas nem com a língua acerta.

Chiça, que são nhurros! (mas há tanta gente que gosta...)

E, pergunta-se: não se pode exterminá-los?
Deve ser uma maneira de combater a crise, concerteza, mas é um bocado esquisita: os preços para os bilhetes para o Portugal x Noruega, no Estádio da Luz, começam nos €15 quando, tradicionalmente, partiam dos €5...
Com o acordo conseguido com a chamada "troika", começaram a surgir apelos, na imprensa, ao consumo de produtos nacionais como forma de ajudar a Economia nacional.

Lembram-se de como gozaram com Cavaco Silva quando, há uns meses, ele apelou a que as pessoas passassem férias em Portugal, exatamente pelos mesmos motivos?
"(...) trinta biliões em juros (...)"


Francisco Louçã (no debate com Paulo Portas), mostrando que, apesar de ser professor catedrático de Economia, não sabe quanto é um bilião no país onde vive.

O clube e a equipa

Sinceramente, alguém esperava que a máquina portista, ontem, deixasse escapar mais um troféu? No fundo, muitos tinham uma esperança de que aquela espécie de tomba-gigantes que foi o Braga pudesse levar mais um de vencida mas o Porto é bom de mais para se deixar surpreender.

Eu estava dividido: gostava que o Braga ganhasse (pela variação) mas ficaria triste se a simpática figura do Villas-Boas não juntasse mais um "recordezito" a esta época. Fiquei satisfeito.

Agora... o que me deixa bastante perturbado é ver a utilização patrioteira desta final pelos "porreiraços" do costume. Dizem que estavam em Dublin duas equipas portuguesas. É mentira. Estavam, concerteza, dois clubes nacionais. Estavam dois bons treinadores portugueses (Domingos é melhor, capaz de fazer muito com pouquíssimo) e, parece, também havia uma representação simbólica de jogadores lusos a correr no relvado. O resto... o resto era uma espécie de representação da ONU em calções. Isso notou-se bem no final, quando os portistas foram receber a taça e pudemos ver bandeiras da Colômbia, Polónia, Roménia, Cabo-Verde, Brasil, Uruguai... mas nenhuma portuguesa. Ou os nossos representantes, submersos no meio do contingente estrangeiro, já nem se lembram de onde nasceram ou, então, são daqueles que olham para estas coisas da representação nacional com o desdém de quem se acha cosmopolita e acima dessas saloíces. Foi pena. Foi muita pena, porque, afinal de contas, era suposto isto ser uma final "nacional", não é?

E o que faz ao futebol português este desnorte de importações? Para já, bloqueia o acesso aos grandes clubes por parte dos jogadores medianos que, uma vez numa equipa de topo, talvez pudessem despontar e conseguir prestações muito acima do que aquilo que lhes está reservado em clubes inferiores; depois, impede o entrosamento entre grupos de jogadores portugueses que pudessem ser aproveitados na Seleção Nacional; provavelmente, também representa uma saída importante de divisas (ou capital, em geral), do país e, para finalizar, dá-nos hipótese de vermos como até no futebol, o país se entregou definitivamente à velha máxima do "mais vale comprar feito do que ter o trabalho de fazer".

Equipas portuguesas, dizem eles... E que dizer desse pormenor abolutamente irritante de termos imigrandes milionários que não se dão ao mínimo trabalho de falar Português? Não só isso, como se expressam com a fluidez de quem se sente em casa, apesar de falar numa língua estrangeira. E ninguém diz nada... Perda de valores? Certamente. A imagem de um país que importa tudo e de um povo que se está borrifando.

Viva o Porto!, já agora.



Comentários no Público:

Maria, Lisboa. 19.05.2011 11:08
Vi por acaso a parte da festa e pensei que era uma final da America Latina. Vi bandeiras do Brasil, Argentina, Colombia...

Ana, Portugal. 19.05.2011 00:46
A responsabilidade não é dos jogadores é da direcção do clube que não sabe que numa competição europeia não está apenas a representar um clube mas um país. Sou adepta do Porto mas estou envergonhada por não ter havido uma bandeira portuguesa, É inadmissível.

Maria, Portugal. 19.05.2011 00:01
O que se esperava que fosse uma final portuguesa, não teve uma única bandeira portuguesa. Os jogadores do Porto festejaram com bandeiras de várias nacionalidades, mas nem uma era a nossa. Uma vergonha para todos.

Daniela, Nottingham. 18.05.2011 22:50
Estou a viver em Nottingham e hoje fiquei muita chateada quando me disseram, num pub, que nao iam passar o jogo porque ambas as equipas eram "useless" (inuteis). Fiquei passada, entao fui para casa ve-lo na TV britanica. Vi o jogo, estava a torcer por ambas as equipas(pq sou do benfica, mas como estamos na europa, sou antes de portugal). Quando acabou o jogo, eu estava abismada, nao consegui ver ninguem a envergar 1 bandeira de portugal, mas vi antes brasileiras, do uruguai e ate 1 polaca, mas portuguesa nao. Assim, tive de concordar com o comentario do dono do pub, sem orgulho nem respeito, nao sao os outros que sao snobes ou arrogantes, mas somos nos que precisamos de parar e pensar no que andamos a fazer. Se nao temos respeito no nosso pais, nunca conseguiremos "passar da cepa torta"


Luis Camara Leme, Corroios. 18.05.2011 22:01
Pouco me interessa o resultado entre o Porto e o Braga. Fala-se da final de clubes portugueses. No entanto, para meu belo espanto, os jogadores estrangeiros do Porto, que sao em larga maioria, colocaram aos ombros a bandeira dos seus paises, no final do jogo. Os poucos portugueses da equipa nao o fizeram. Sera que se consideram tambem estrangeiros e nao tinham a bandeira a jeito? Quem patrocionou semelhante imagem do dito futebol portugues ?


abreu, france. 18.05.2011 22:00
Muitos ficam incomodados quando ha dois naturalizados na seleçao, mas ver este desfile de bandeiras estrangeiras no fim do jogon nao é muito agradavel.Parece tudo menos uma euipa portuguesa.Todos sabemos que nao sao portygueses , mas sera necessario mostrarem as bandeiras? Enfim..

Oh maravilhas...



"É evidente que eu partilho inteiramente deste governo caricato"


José Pinto Coelho, líder do PNR, no debate da RTP dedicado aos pequenos partidos.
"Alguém está grávido?"


Funcionária do registo civil, dirigindo-se a quem estava à espera de ser atendido.



Desta vez, o Festival da Eurovisão deu-nos uma bela canção, verdade seja dita.
15:35

A rádio transmite uma notícia acerca de confrontos envolvendo palestinianos na fronteira entre Israel e a... Líbia.

Não foi uma, não foram duas mas muitas vezes que a jornalista de serviço disse Líbia. Líbia e não Líbano. Das duas uma, ou a jornalista é uma criatura acéfala que lê tudo o que lhe puserem à frente sem sequer pensar no que está a dizer ou a jornalista é uma monumental ignorante que não faz, sequer, ideia de onde fica a Líbia.

Ambas as situações são assustadoras mas dizem muito sobre o atual estado do nosso jornalismo.
Noite decadente de Sábado, assistindo ao Festival da Eurovisão (só pelas gajas!).

Praticamente todos os representantes dos juris nacionais fazem questão de cumprimentar os espetadores nas suas línguas nacionais. A mocinha portuguesa, não.

É por estas (pequenas) coisas que a nossa língua é grande! Oh, se é...
Em Inglaterra, Mourinho ganhou o cognome de "Special One". Quando chegou a Espanha, passou a ser o "El especial".

Ronaldo, em Inglaterra, era o Ronnie.

Futre lança, agora, um livro intitulado "El portugues".

E a pergunta que eu faço é: conhecem algum "artista" estrangeiro trabalhando em Portugal que adote uma alcunha portuguesa? Vá... pensem bem e, lá pelo Natal, digam alguma coisa. 'Tá?

Vontade de complicar...

(...) sempre com esse registo de uma sonoridade mais rouca (...)


Locutora referindo-se à voz rouca de Olavo Bilac (2011/05/14)

"(...) um olhar português com o Evgueni Moravich (...)"


Reportagem sobre Chernobyl, no Jornal da 2, 26/04
Jornal da noite, da TVI:

1) O festival de Quén

2) Estrelas americanas, como Jude Law...

AO menos dá para rir, com as calinadas da Maria João Rosa

Lisboa - Alcochete: à borla e em grande estilo


Há quem diga que (numa tradução do "americano"), "não há almoços grátis". Mas a verdade é que, de vez em quando, eles existem. Ontem descobri um: uma viagem em autocarro turístico descapotável entre o Marquês de Pombal e o bonito centro comercial Freeport.

Duas vezes por dia (10:00 e 15:00), parte um transporte gratuito para Alcochete,com passagem na Fontes Pereira de Melo, Av. da República, Av. dos EUA, Chelas , Expo e, claro, ponte Vasco da Gama. A graça da viagem "lá em cima" está não só no desafio de resistir ao vendaval (sobretudo na ponte) mas, sobretudo, na visão diferente que temos de sítios que nos são tão familiares. Para mim, até deu para descobrir um novo parque público nas traseiras do Areeiro, invisível a quem ande "cá em baixo".

Depois, às 13:30 e 18:30, há transporte de volta. Ora, isto é mais do que perfeito para quem queira ir ao Freeport fazer umas comprinhas ou almoçar. Querem melhor? É aproveitar!

Curiosidade: no autocarro, apenas há informação sobre o Freeport em Inglês, o que quer dizer que, qualquer português que use o serviço e não conheça já o centro comercial, ou percebe Inglês ou não manja nada... E isto é tão "tuga", não é?

Um aviso, uma vez chegados ao Freeport: fotografias do centro comercial são proibidas :) A menos que metam alguém à frente. Isto porque as fotografias "familiares" já são permitidas... Agora, só dos edifícios, não pode ser. A estupidez é uma coisa incrível, não é?

Aproveitem o passeio e divirtam-se!
Segundo a publicidade do Meo, os batoques do concurso de emagrecimento
na SIC são os "novos heróis de Portugal".

E a gente a pensar que era o Rei do Pegu...
Preciso de um corretor autográfico.
Futre aconselha três jogadores chineses ao Benfica: Xau-Liga, Xau-Taça e o Xau-Uefa...



Comentário deixado no site do Diário de Notícias, numa notícia sobre os apuramentos para a final da Taça Europa.

A festa

O "Teatro do Eléctrico" já nos habituou a um estilo muito próprio: peças relativamente curtas, com tónica num humor quase absurdo, servidas por ótimos atores. Desta feita, a obra em cena no Teatroesfera (Queluz) é um original do italiano Spiro Scimone, traduzido por Jorge Silva Melo, e que nos apresenta uma família desfuncional: um pai bruto, uma mãe burra e um filho "espinhoso". Os três encarregam-se de nos provocar constantes gargalhadas com os seus comportamentos em casa.

Conselho: a não perder.

P.S. - às Quintas, é só cinco euros.

A malta quer é direitos!!!
Segundo a TSF, uma das medidas do acordo com a troika é a diminuição do IMT (uma das coisas que se paga quando se COMPRA uma casa). A ideia é incentivar o arrendamento.

Como?!
Acabei de ter uma reunião de trabalho para ser informado de que se estava a estudar formas de fazer algo...

Depois, a culpa é dos políticos...

Iron Maiden: mãozinhas diabólicas





Uma das qualidades das grandes músicas é que é possível serem tocadas numa diversidade de instrumentos, não perdendo o seu interesse e, muito pelo contrário, ganhando novas roupagens para gáudio dos fans.

Da maior banda do mundo já tínhamos versões em viola, violino, piano, harpa e, agora, em "mãos".

Vou ver se há alguma coisa feita com peidos de cona (ups... não devia ter escrito isto...).

Os Clã aterraram no CCB

Há gente que parece não conseguir fazer coisas más. Os Clã, atuais representantes da melhor música tripeira, parecem pertencer a essa classe de privilegiados. Seja em estúdio, seja em palco, a trupe liderada por Manuela Azevedo é uma coisa a não perder.

Ontem, a sala principal do CCB recebeu a apresentação do novo disco da banda ("Disco voador"), um trabalho supostamente de inspiração infantil e que, por isso mesmo, teve a assistir ao concerto muita pirralhada. Mas, felizmente para os mais velhos, o que para os Clã é um reflexo da inspiração que lhes causa o mundo dos mais pequenos, é, afinal, um disco tão audível como qualquer outro que a banda tenha produzido. Que ninguém se engane: lá porque não há canções de amor ou sobre a crise, isso não significa que os temas sejam coisa alheia ao grande público. Isto, ainda que muita gente se tenha alheado do espetáculo, levando a que quem estava nas galerias e balcões tenha sido convidada a ir para a plateia. Graças a Deus, pensei eu quando vi a oportunidade de fugir do lugar onde estava e onde me arriscava a ver os artistas substituídos pela visão de um corrimão (não se percebe como é que num local como o CCB é possível haver lugares de visibilidade reduzida - sem que estejam assinalados como tal!).

Bom... mas, quanto ao concerto, foi a habitual explosão de alegria que todas as atuações dos Clã são. Um palco bonito, em jeito retro anos 60, coreografias cuidadas e aquela sensação de estarmos a ver gente que, mais do que tocar junta, é cúmplice em cima do palco. Espetáculo dentro do espetáculo, o sempre esfusiante Miguel Ferreira.

Como surpresa para a banda, a receção ao tema "Asas delta" que deixou toda a gente cantando mesmo após o fim da canção. Infelizmente, a rigidez do planeamento dos espetáculos não fez a banda perceber que era aquela a canção que todos desejavam ouvir novamente. Não se perdeu nada com os "encores" mas... ficou a faltar aquela.

No fim, gente que se divertiu ao presenciar mais uma grande atuação daquela que é, provavelmente, a melhor banda nacional desde há uns bons anos.

Queremos mais!