Sobre o Angélico...
Uma fan...
(...) porque nós somos muito fans do Angélico. Adoramozo. Ele é muito humilde. (...)
Uma repórter...
(...) temos aqui uma senhora que trabalhou com Angélico, no Jumbo de Almada
quando ele fazia reposição de artigos (...)
(...) porque nós somos muito fans do Angélico. Adoramozo. Ele é muito humilde. (...)
Uma repórter...
(...) temos aqui uma senhora que trabalhou com Angélico, no Jumbo de Almada
quando ele fazia reposição de artigos (...)
Os tomatinhos do menino
Numa indubitável demonstração de amor de avó, ouvi este fim de semana a repetição de algo que, em tempos longínquos, também me cabia em sorte: aquelas conversas que as mulheres têm para com "os crianços" onde, de forma quanto a mim bastante despudorada, afirmam direitos de propriedade sobre a nossa genitália. Estou a falar de coisas como:
- Ai que tomatinhos, tão bons. De quem são? São da avó.
- Ai que a mamã vai comer os tomatinhos do menino.
- O que é isto, o que é isto? É meu. É da tia. Ai tão bom. (acompanhado de carícias).
Ora... eu peço-vos que façam um exercício de imaginação. Imaginem que, em vez da avó tínhamos o avô; em vez da mãe, tínhamos o pai e, em vez da tia, estava um tio. Quanto à criança, desaparecia o rapaz e aparecia uma menina.
- Ai que bibi tão bonita. De quem é? É do avô.
- Ai que o papá vai comer a bibizinha da menina.
- O que é isto, o que é isto? É meu. É do tio. Ai que bom. (passando o dedo na já famosa "bibi da menina").
O que acham que acontecia?
- Ai que tomatinhos, tão bons. De quem são? São da avó.
- Ai que a mamã vai comer os tomatinhos do menino.
- O que é isto, o que é isto? É meu. É da tia. Ai tão bom. (acompanhado de carícias).
Ora... eu peço-vos que façam um exercício de imaginação. Imaginem que, em vez da avó tínhamos o avô; em vez da mãe, tínhamos o pai e, em vez da tia, estava um tio. Quanto à criança, desaparecia o rapaz e aparecia uma menina.
- Ai que bibi tão bonita. De quem é? É do avô.
- Ai que o papá vai comer a bibizinha da menina.
- O que é isto, o que é isto? É meu. É do tio. Ai que bom. (passando o dedo na já famosa "bibi da menina").
O que acham que acontecia?
Romances renomeados
Parece que andam a renomear os romances do grande Günter Grass. Depois de "O tambor" ter passado a "O tambor de lata", é a vez de "O linguado" passa a "O pregado" (???).
Chiça...
Chiça...
A menina-bomba
No Paquistão, uma menina de oito anos (!) foi apanhada com um colete cheio de explosivos. A ideia era rebentar-se a si mesma e, com isso, levar uma data de gente consigo.
Esta notícia faz-me pensar em duas coisas:
1) Com tantos mártires para recompensar, terá começado a haver falta de virgens no Paraíso? É preciso recrutá-las à força?
2) Se um mártir tem direito a 70 virgens, uma mártir tem direito a quê? 1/70 de um herói? Puta de discriminação...
Esta notícia faz-me pensar em duas coisas:
1) Com tantos mártires para recompensar, terá começado a haver falta de virgens no Paraíso? É preciso recrutá-las à força?
2) Se um mártir tem direito a 70 virgens, uma mártir tem direito a quê? 1/70 de um herói? Puta de discriminação...
No festival de curtas-metragens exibido no Instituto Franco-Português, um filme luxemburguês (falado em Inglês) entretém o público. Mais do que a história, é a tradução que diverte as pessoas.
Um exemplo: Cristóvão Colombo chega à América. Um marinheiro, eufórico, grita "We made it!". A tradução é "Nós fizemos isso!".
Não é delicioso? :)
Um exemplo: Cristóvão Colombo chega à América. Um marinheiro, eufórico, grita "We made it!". A tradução é "Nós fizemos isso!".
Não é delicioso? :)
Todo o cuidado é pouco
A SIC informa-nos de que, em Beja, há uma "suspeita de homicídio", já que "um homem morreu esfaqueado". É bom este cuidado na linguagem, afinal de contas, o homem pode ter-se suicidado acidentalmente ao aparar as unhas, por exemplo...
Que o Professor Carvalho Rodrigues era um "tretas" quando começava com aquelas divagações pseudo-filosóficas sobre a alma e os anjos e isto e aquilo, já nós sabíamos. Agora, no programa do Nicolau Breyner, ficámos a saber mais duas coisas: 1) que ele acha que as catedrais góticas têm a forma de barcos viquingues virados ao contrário (os barcos eram de fundo quase achatado, já agora...); 2) que vai ser o responsável pelo projeto de engenharia da monstruosidade arquitetónica que Troufa Real vai fazer no alto do Restelo (e, parece, que ele gosta daquilo).
E se este sábio homem se limitasse à porcaria do satélite que ninguém sabe para que serve?
E se este sábio homem se limitasse à porcaria do satélite que ninguém sabe para que serve?
Acabei de descobrir mais uma coisa em que a tugalhada funciona ao contrário: quando coloco anúncios na internet, para vender tralhas, recebo sempre muitas "propostas" (mesmo que o artigo custe EUR 1). Quando finalmente resolvi colocar um artigo pedindo ofertas, passei a receber emails perguntando o preço.
É desesperante...
É desesperante...
O DN e a publicidade encapotada
O blog Fugas colocou os seus leitores em contacto com a companhia irlandesa Ryanair permitindo-lhes fazer perguntas a esta. De todas as respostas que li no Fugas destaco uma, pelo alegre (e saudável) descaramento:
Embrulhem!
«A minha pergunta é a seguinte. Será do interesse da Ryanair sair um pouco do negócio das low cost e adquirir a TAP, agora que esta vai ser privatizada? Poderá caber nos seus planos a médio prazo?
[Henrique Figueiredo]
DC: Viva Henrique! Não temos nenhum interesse em gastar dinheiro em companhias áreas que perdem quase tantas malas como a antiga Alitalia e cujos passageiros estão sujeitos a greves várias vezes por ano. Continuaremos a crescer organicamente por apresentar as tarifas mais baixas e ganhar os passageiros das companhias de tarifas altas, abaladas por greves frequentes.
Embrulhem!
A merda de que somos feitos 2
Na Trafaria, uma moradora (de cara coberta) queixa-se da mudança no bairro que o transformou de um pacato lugarejo "campestre" numa favela habitada por angolanos, caboverdeanos e ciganos. Isto vem a propósito de cenas próprias de filmes, envolvendo angolanos e caboverdeanos aos tiros, invasões de domicílios, vandalismo, agressões, etc.
Um repórter da RTP pergunta a um caboverdeano se têm armas para se defenderem, como se perguntar a alguém, perante as câmaras, se está disposto a andar aos balázios na via pública fosse algo tão inócuo quanto perguntar se prefere que ganhe o Benfica ou o Porto. O caboverdeano correspondeu à irresponsabilidade do repórter confirmando que têm armas e estão bem municiados. A esta altura, portanto, o país sabe que os angolanos têm armas e as usam, que os caboverdeanos têm armas e as vão usar e que os ciganos, como toda a gente sabe, têm armas e usam-nas quando lhes apetece. É um admirável mundo novo este das "etnias" e a senhora que sente saudades dos tempos em que tinha cabras a pastar na rua está claramente desajustada das novas realidades trazidas (pelo menos na Grande Lisboa), pelos movimentos migratórios vindos de África. Não se adaptou, não evoluiu, não se modernizou... Antigamente é que era bom, dirá ela.
De lado, como em tudo o que diz respeito à verdadeira segurança, está o Estado e as "autoridades", que parecem ter como única especialidade o "aparecer depois" e dar umas bordoadas convenientemente mal distribuídas para servirem de pretexto a queixas da canalha perante as sempre solícitas equipas de reportagem. Quando há uns bons meses o país se entretinha com a novela dos carros blindados para a cimeira da NATO/OTAN, já muitos apontavam o verdadeiro objetivo da aquisição do material: permitir a segurança da Polícia na entrada nestes "bairros problemáticos". As personagens bem pensantes negaram a necessidade da compra, os palhaços de serviço gozaram com o processo e os políticos entretiveram-se com as piruetas próprias de quem anda sempre às sobras para apanhar qualquer coisa com que possa botar faladura.
Loures, Almada, Caparica, Trafaria, Amadora, Setúbal... avolumam-se os casos de zonas que em tudo parecem ganhar os defeitos de locais semelhantes noutras latitudes. Em todos eles, um denominador comum: as "etnias". Ciganos, árabes (hão de chegar), pretos ou quase pretos... parece que apenas indianos e chineses são capazes de chegar, ver e vencer sem que isso implique confronto com a "etnia" dominante (os "fachos" branquelas). Aparentemente, ninguém parece interessado em analisar semelhante curiosidade, como se o facto de se lhe prestar atenção pudesse, por si só, implicar uma condenação "a priori" de todos os outros grupos. Aos indicados por mim, acrescentam-se, em Portugal, pelo menos, os dos imigrantes de Leste que, por serem brancos (logo, "invisíveis") apresentam elevadas taxas de êxito na sua integração (já agora, o nosso país parece estar altamente cotado no que diz respeito à capacidade de integração de comunidades estrangeiras - o que faria se não estivesse...).
A seguir à reportagem da Trafaria, o assunto muda com facilidade para a violência nas escolas. Uma rapariga mulata, de cara escondida, aparece contando o que se passa na sua escola e como até uma amiga sua anda com uma pistola para se proteger de "tentativas de assédio" (SIC). Da rapariga mulata passamos a um rapaz preto que nos explica o que é uma "butterfly" (antigamente, dizia-se "borboleta") e de como ela é um acessório relativamente comum na sua zona.
Nos dias anteriores, tínhamos tido vasta informação sobre o típico bairro 6 de Maio, na Amadora (concelho que deve toda a sua fama à quantidade de bairros étnicos que alberga) e sobre a sua particular forma de receber a Polícia à pedrada e ao tiro.
Enfim, tudo isto me faz apetecer gritar algo do tipo "Estou farto de pretos!!!". E continuamos sem saber porque razão os chineses, os indianos e os "de leste" não dão problemas...
Um repórter da RTP pergunta a um caboverdeano se têm armas para se defenderem, como se perguntar a alguém, perante as câmaras, se está disposto a andar aos balázios na via pública fosse algo tão inócuo quanto perguntar se prefere que ganhe o Benfica ou o Porto. O caboverdeano correspondeu à irresponsabilidade do repórter confirmando que têm armas e estão bem municiados. A esta altura, portanto, o país sabe que os angolanos têm armas e as usam, que os caboverdeanos têm armas e as vão usar e que os ciganos, como toda a gente sabe, têm armas e usam-nas quando lhes apetece. É um admirável mundo novo este das "etnias" e a senhora que sente saudades dos tempos em que tinha cabras a pastar na rua está claramente desajustada das novas realidades trazidas (pelo menos na Grande Lisboa), pelos movimentos migratórios vindos de África. Não se adaptou, não evoluiu, não se modernizou... Antigamente é que era bom, dirá ela.
De lado, como em tudo o que diz respeito à verdadeira segurança, está o Estado e as "autoridades", que parecem ter como única especialidade o "aparecer depois" e dar umas bordoadas convenientemente mal distribuídas para servirem de pretexto a queixas da canalha perante as sempre solícitas equipas de reportagem. Quando há uns bons meses o país se entretinha com a novela dos carros blindados para a cimeira da NATO/OTAN, já muitos apontavam o verdadeiro objetivo da aquisição do material: permitir a segurança da Polícia na entrada nestes "bairros problemáticos". As personagens bem pensantes negaram a necessidade da compra, os palhaços de serviço gozaram com o processo e os políticos entretiveram-se com as piruetas próprias de quem anda sempre às sobras para apanhar qualquer coisa com que possa botar faladura.
Loures, Almada, Caparica, Trafaria, Amadora, Setúbal... avolumam-se os casos de zonas que em tudo parecem ganhar os defeitos de locais semelhantes noutras latitudes. Em todos eles, um denominador comum: as "etnias". Ciganos, árabes (hão de chegar), pretos ou quase pretos... parece que apenas indianos e chineses são capazes de chegar, ver e vencer sem que isso implique confronto com a "etnia" dominante (os "fachos" branquelas). Aparentemente, ninguém parece interessado em analisar semelhante curiosidade, como se o facto de se lhe prestar atenção pudesse, por si só, implicar uma condenação "a priori" de todos os outros grupos. Aos indicados por mim, acrescentam-se, em Portugal, pelo menos, os dos imigrantes de Leste que, por serem brancos (logo, "invisíveis") apresentam elevadas taxas de êxito na sua integração (já agora, o nosso país parece estar altamente cotado no que diz respeito à capacidade de integração de comunidades estrangeiras - o que faria se não estivesse...).
A seguir à reportagem da Trafaria, o assunto muda com facilidade para a violência nas escolas. Uma rapariga mulata, de cara escondida, aparece contando o que se passa na sua escola e como até uma amiga sua anda com uma pistola para se proteger de "tentativas de assédio" (SIC). Da rapariga mulata passamos a um rapaz preto que nos explica o que é uma "butterfly" (antigamente, dizia-se "borboleta") e de como ela é um acessório relativamente comum na sua zona.
Nos dias anteriores, tínhamos tido vasta informação sobre o típico bairro 6 de Maio, na Amadora (concelho que deve toda a sua fama à quantidade de bairros étnicos que alberga) e sobre a sua particular forma de receber a Polícia à pedrada e ao tiro.
Enfim, tudo isto me faz apetecer gritar algo do tipo "Estou farto de pretos!!!". E continuamos sem saber porque razão os chineses, os indianos e os "de leste" não dão problemas...
A merda de que somos feitos
10:00, o jornal da RTP transmite uma reportagem feita em casa do escritor Urbano Tavares Rodrigues que recebe um escritor espanhol seu admirador. O escritor português faz questão de falar em Castelhano e leva a sua submissão cultural tão longe que até com a jornalista da RTP fala em "espanhol".
É esta a merda de que somos feitos. O espanhol vem, publicita o seu trabalho, fala a sua língua e até põe os portugueses a falarem em "espanhol" entre si.
Dizem que Urbano Tavares Rodrigues é um "vulto" da cultura nacional. Por mim, dispenso...
É esta a merda de que somos feitos. O espanhol vem, publicita o seu trabalho, fala a sua língua e até põe os portugueses a falarem em "espanhol" entre si.
Dizem que Urbano Tavares Rodrigues é um "vulto" da cultura nacional. Por mim, dispenso...
Portugal x Noruega
Melhor momento do jogo: aquele em que uma criança salta para o relvado e desata a correr para o meio do campo seguida por um barrigudo segurança da Prosegur. Talvez para recuperar da humilhação, o "segurança" resolveu pegar no miúdo e retirá-lo do relvado segurando-o em peso. Mas também não foi capaz e lá teve de por o miúdo no chão, ao mesmo tempo que Fábio Coentrão e Bruno Alves lhe diziam para ter calma. Para o rapaz, foi uma medalha e tanto: correu pelo campo (com a bandeira), deu nas vistas, deu uma abada ao segurança e ainda recebeu uma festa de Bruno Alves. Há noites que não se esquecem e o puto há de lembrar-se sempre desta.
Quanto ao segurança... se há coisa que nunca me convenceu foi isto das empresas de segurança. Um negócio da China, é o que é.
Quanto ao segurança... se há coisa que nunca me convenceu foi isto das empresas de segurança. Um negócio da China, é o que é.
Aleluia!
Dedicado a Portugal, nesta altura em que se comemora o fim de um ciclo político miserável.
Haja esperança!
"A Praça do Rossio é ponto de passagem de turistas que hoje assistiram à intervenção policial."
A frase desta jornalista da RTP (reportagem do noticiário da manhã, de Domingo), referindo-se ao desmantelamento do "acampamento" de "ativistas" na Praça do Rossio, é de gritos: pretende ela dizer que a manutenção da ordem pública deve estar sujeita a critérios como "cuidado que os turistas veem?", quer ela dizer que, eventualmente, os turistas preferiam o Rossio com tendas, dreadlocks e "assembleias populares"?
Os jornalistas não perdem uma oportunidade para mostrarem a desgraça que são...
A frase desta jornalista da RTP (reportagem do noticiário da manhã, de Domingo), referindo-se ao desmantelamento do "acampamento" de "ativistas" na Praça do Rossio, é de gritos: pretende ela dizer que a manutenção da ordem pública deve estar sujeita a critérios como "cuidado que os turistas veem?", quer ela dizer que, eventualmente, os turistas preferiam o Rossio com tendas, dreadlocks e "assembleias populares"?
Os jornalistas não perdem uma oportunidade para mostrarem a desgraça que são...
Acordo Ortográfico
Os argumentos contra o Acordo Ortográfico são como aquele queijo suíço: cheios de buracos. A diferença está em que o queijo sabe bem e os anti-acordo são, geralmente, uns tipos intragáveis.A imagem ao lado mostra, pela enésima vez, como a ortografia evolui - adaptando-se à fonética -, e, ao mesmo tempo, como em alturas de grande exaltação patriótica e regimes nacionalistas, foi possível alterar a ortografia sem quaisquer dramatismos.
"ViaduCto", "cAmara". Duas palavras escritas de forma diferente numa placa de 1900. Ora, em 1976 (quando comecei a aprender a escrever), de certeza que "viaduto" já não levava "C" e "câmara" se escrevia com um acento circunflexo e, pelo que me é dado ver em livros mais antigos, a consoantezinha muda deve ter sido perdida antes da década de 50. Ou seja, ou foi à vida durante a patriota 1ª República ou durante o nacionalista Estado Novo. Não houve, portanto, uma qualquer "submissão aos Brasileiros" nem ocorreu uma "traição à nossa bela língua".
Um dos problemas com o AO é, precisamente, a falta de jeito para "vender a ideia". Aparentemente, o conceito de "uma língua, uma ortografia" faria todo o sentido. Mas os Portugueses não são gente que preze a lógica e o bom senso, preferindo entregar-se a disparates desconexos consoante a direção do vento: uns dias são nacionalistas (contra os Brasileiros), noutro dia são iberistas ou internacionalistas; nuns dias são progressistas, noutros são conservadores... Mas quase sempre são infantilmente palermas e manipuláveis. E a manipulação foi bem feita, introduzinho inapelavelmente as ideias de que "vamos FALAR como os Brasileiros" e "os Brasileiros é que nos impuseram o Acordo". Pura estupidez, como imediatamente se entende. Pensar que ainda hoje anda aí gente dizendo que se vai passar a escrever "contato" e "fato" é de fazer perder a esperança neste povo a quem seja menos do que santo.
Resumindo: em 1900, "viaduto" levava um "C". Há dezenas de anos que não leva. Por qualquer razão que escapa a Deus Nosso Senhor, numas palavras deixou-se de escrever as consoantes mudas e noutras continuou-se... até chegar o Acordo Ortográfico e impor ordem na casa. Se, por acaso, tivessem sido os Brasileiros a obrigar-nos a arrumar a escrita, então, até seria de lhes agradecer o favor. Era uma espécie de "troika" para a Língua...
Um interessado num DVD que tenho à venda num site de classificados contacta-me:
1º email
Ele: Ainda tem o artigo à venda?
Eu: Sim
2º email
Ele: Está em boas condições?
Eu: Sim
3º email
Ele: Quer vender?
Eu: É essa a razão de estar num site de classificados.
4º email
Ele: Condições?
Eu: (arquivo os emails e cago no assunto)
Há gente muito complicada...
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Ele: Ainda tem o artigo à venda?
Eu: Sim
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Ele: Está em boas condições?
Eu: Sim
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Ele: Quer vender?
Eu: É essa a razão de estar num site de classificados.
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