Judas Priest no Pavilhão Atlântico (Lisboa), tocando um tema de Joan Baez.
(pena que, quando as guitarras carregam, o som piore... - preciso de uma máquina melhor)
Se já antes do Acordo ortográfico muita gente não respeitava com o rigor exigível o português; agora com o Acordo o esforço não será maior!
A meu ver será mais a língua francesa falada pelos portugueses de França, e não só, que a mais longo prazo irá sofrer com o presente Acordo mesmo se uma coisa nada tem a ver com a outra. Mas que vai “baralhar” algumas cabecinhas vai! quem ousará depois pronunciar o “p” de septembre; ou o “c” (“quê”) de octobre; ou o de rectangle; ou o de victoire ou conviction ? e porque é que não irá pronunciar o primeiro “c” em “occupation” ou em “j’accuse”? Decerto o “Accordo” português vem mas é baralhar-nos no francês!
João Gobbern é daquelas personagens que é impossível não despertar, em nós, inveja. Falo da inveja que se tem por aquelas pessoas que são capazes de tudo e em tudo são boas.