Judas Priest - Diamonds and rust (2011/07/27)




Judas Priest no Pavilhão Atlântico (Lisboa), tocando um tema de Joan Baez.
(pena que, quando as guitarras carregam, o som piore... - preciso de uma máquina melhor)
Um dia festes abro uma secção, aqui, dedicada exclusivamente às calinadas do Diário de Notícias online.

Quem manda, manda



Redes wifi disponíveis no Pavilhão Atlântico, durante o concerto dos Judas Priest
Por causa do problema de um amigo, lembrei-me agora do seguinte: porque raio o Pavilhão Atlântico não tem um serviço de guarda de crianças durante os concertos?

País de gente que não sabe fazer negócio...
Este blog parece, cada vez mais, um mero repositório de telediscos mas eu juro que é mesmo só preguiça minha...

Logo há festa no Atlântico






À guisa de aquecimento para a celebração de logo à noite no Atlântico e que, segundo parece, juntará aos monumentais Judas Priest os Queensrÿche, ficam aqui aqueles que devem ser os melhores temas que as duas bandas nos deram nas suas já longas carreiras

\m/
Há pessoas que têm uma escolha engraçada de endereços de correio eletrónico:

XPTO.caixademail@gmail.com

XPTO.correio@sapo.pt

:)
E eu que julgava que em Génova havia um mar de "scooters"... Em Taipei, há um oceano!

Krokus - Eat the rich




Da fria Suíça veio, nos anos 80, uma grande banda (e quase sempre esquecida).

O Acordo Ortográfico (mais uma vez)

Dentro da habitual boçalidade dos "contras", descobri no blog "Duas ou três coisas" um comentário onde a estupidez, pelo menos, tem uma graça conferida pela originalidade. Ora leiam lá:

Se já antes do Acordo ortográfico muita gente não respeitava com o rigor exigível o português; agora com o Acordo o esforço não será maior!
A meu ver será mais a língua francesa falada pelos portugueses de França, e não só, que a mais longo prazo irá sofrer com o presente Acordo mesmo se uma coisa nada tem a ver com a outra. Mas que vai “baralhar” algumas cabecinhas vai! quem ousará depois pronunciar o “p” de septembre; ou o “c” (“quê”) de octobre; ou o de rectangle; ou o de victoire ou conviction ? e porque é que não irá pronunciar o primeiro “c” em “occupation” ou em “j’accuse”? Decerto o “Accordo” português vem mas é baralhar-nos no francês!


Se você também é contra o AO mas não sabe bem porquê, então, aproveite a boleia do "José Barros" e proclame bem alto: "O AO baralha-nos no Francês!"
Mas quem são os merdas que se lembraram e permitiram que a Axe ande com publicidade na TV portuguesa, inteiramente falada em Castelhano e apenas com umas legendas pequeninas em Português...?

É o próximo passo da colonização?

Um dos vídeos está aqui: http://youtu.be/sLOtrcO-5NA

E, já agora, fica a versão em Português (que, pelos vistos, por ser brasileira, não é digna): http://www.youtube.com/watch?v=epWEUvFrNwE&feature=player_embedded



Xutos & Pontapés, na Concentração Motard de Faro 2011 (a umas horas já indecentes...)
Diretamente da internet, chega-nos uma fotografia de uma criança com um belo futuro pela frente. :)

É de pequenino...
A RTP vai fazer uma reportagem sobre saldos a uma qualquer terra no norte e apenas consegue entrevistar espanhóis.

De seguida, a RTP dá as notícias de desporto e vai buscar um jogador argentino.

O noticiário passa aos festivais de verão e, no meio de dezenas de milhares de pessoas, a RTP consegue desencantar (por duas vezes), assistentes espanhóis.

Só se esqueceu de ir a Faro onde eles eram tantos que a RTP teria uma verdadeira barrigada. O problema é que, aí, a música não era patrocinada...
Quantas vezes nos apercebemos destas coisas bonitas (e geralmente antigas e maltratadas) que a nossa cidade tem?
Na Concentração Motard (*) de Faro há uma tenda onde é possível fazer testes ao HIV. Acho bem: nada mais normal do que uma pessoa ter aquela ideia de ir ver se, por acaso, tem SIDA.

- João, espera aí que vou ali ver se tenho SIDA
- "Atão", mas o concerto está quase a começar...
- 'Pera lá, são só cinco minutinhos

(após cinco minutos)

- Porra, estou com SIDA pessoal...
- Foda-se, eu bem te tinha tido que andavas a fumar demais!


(*) Podia ser "Motociclista" ou "Motoqueira" mas a tugalhada é assim - o que é estrangeiro soa sempre melhor...

Iron Maiden em Faro



Mais um concerto da maior banda do mundo, desta vez enquadrado na 30ª (ou XXX) Concentração Motard de Faro.

Para já, as fotografias estão AQUI.

Os vídeos hão de ir para o YouTube.



Iron Maiden + Motas

Rumo ao sul...

A importância da Língua Portuguesa

A grande, a enorme importância da Língua Portuguesa faz-se bem notar neste exemplo de uma mensagem de erro de um serviço que até existe em Portugal e no Brasil.
João Gobbern é daquelas personagens que é impossível não despertar, em nós, inveja. Falo da inveja que se tem por aquelas pessoas que são capazes de tudo e em tudo são boas.

Lembro-me de quando o Gobbern falava de música e parecia dominar toda a cena com as suas então magras mãos, sabendo sempre o que estava mais na moda e tinha mais êxito nas lojas (nessa altura, vendia-se mesmo discos).

Depois, comecei a ler críticas gastronómicas e não pude evitar querer ser o Gobbern, nos melhores restaurantes, degustando requintados pratos e avaliando-os com o seu gosto exigente.

Agora, vejo um Gobbern crescido, grande... - que digo eu? -, enorme, botando faladura sobre as tricas do futebol nacional e fazendo-o com exatamente a mesma categoria com que nos informava sobre "singles" e LP's ou vichyssoises e tintos.

Coisas destas, nem o "Professor Martelo" consegue, meus amigos. Há que dar valor ao homem.

Música celestial

Esta noite o concerto do "Festival ao Largo" - dedicado aos planetas e ao céu -, foi tão bom que até o nosso amigo Darth Vader resolveu dar um ar da sua graça. Embora os colegas pareçam um pouco apreensivos, posso assegurar que o temível vilão esteve à altura e mostrou-se tão exímio no uso do fagote quanto do sabre de luz.

Temas da "Guerra das Estrelas", da sinfonia "Os Planetas", do "E.T." - entre outros -, fizeram as delícias da multidão que, uma vez mais, compareceu no Largo de São Carlos, em Lisboa. Dizem que amanhã se repete a festa. É não faltar!
O DN online está transformado num poço de imbecilidade.

É que já nem traduzir bem conseguem...

Merda de complexos

O programa cómico "Café Central" (RTP 2) mudou a pronúncia de uma das suas personagens. A "piquena" brasileira perdeu o sotaque. Aparentemente, alguém se terá queixado...

Uma coisa é um país fazer das anedotas de portugueses uma instituição nacional, outra coisa é os "tugas" resolverem brincar com uma "minina" brasileira. Não se admite, cambada de xenófobos!
A nova moda de anglicização da nossa língua parece ser dizer "retardado" em vez de "atrasado mental".

"Você não passa de um retardado!", parece-me coisa sem graça...

Rodriguinhos

Então, é assim:

1) O cliente telefona e pede para falar com o chefe
2) O chefe não está na sala e eu vou à procura dele
3) Encontro o chefe e digo-lhe que o cliente quer falar com ele
4) O chefe manda-me passar para uma sala e pedir a uma colega que diga ao cliente que ele (o chefe) não está
5) Passo a chamada para a colega
6) A colega diz ao cliente que o chefe não está
7) O cliente quer, então, falar com um colega meu
8) O meu colega está a falar com o chefe e, portanto, também não pode atender
9) O chefe diz à colega que ninguém pode atender
10) A colega diz ao cliente que o colega não pode atender
11) O cliente desiste. Tenta mais tarde...


A culpa, meus senhores, é do Governo. Não é mais do que óbvio?!

Lisboa: a destruição continua





Antiga Escola de Medicina Veterinária, "entalada" entre o Liceu Camões e o Arquivo de Identificação.

Já era...

A velha senhora que se repete sem cessar...

Hoje dei por mim a passear (meio perdido, é certo) por umas ruas velhas onde, a dado momento, me surgiram à frente diversas crianças. As miúdas estavam todas usando roupas muçulmanas, deixando apenas ver a cara e as mãos.

De repente, apercebi-me de onde estava: na Mouraria...
Agora que tanto se fala na privatização da RTP, uma incomodativa insónia teve o condão de me deixar "acordado" para o problema. Ligar a TV às 04:00 e apanhar o canal público - pago por todos nós -, a passar a enésima telenovela brasileira sobre imigrantes italianos (essa contínua tentativa de substituir a História por histórias), é coisa que, claramente, não pode enquadrar-se no serviço público.

Privatize-se então.

Tenho de arranjar uns "auscultadores" para o capacete...




Há amigos e amigos...

Dizia, ontem, um rapaz: "(...) são dois amigos que vale a pena adicionar!"