Acabar com os carris

E que tal se, de uma vez por todas, se acabasse com a porcaria dos carris que enxameiam as ruas de Lisboa? Não, não estou a falar de acabar com essa coisa bonita que são os elétricos (os antigos) mas tão só de tapar - TAPAR -, os restos que ficaram por aí de linhas que já não são usadas. É que não é numa ou duas ruas, são dezenas delas, bairros atravessados por carris inúteis mas que, por qualquer razão que eu confundo com desleixo, nunca foram arrancados nem tapados.

Parte desta minha revolta tem a ver com uma recente queda de mota por causa, precisamente, de um carril (ainda me dói um pouco do corpo e, sobretudo, a alma) mas a verdade é que, de uma forma fria, não se percebe o que fazem aquelas coisas nas estradas, obrigando os motociclistas a terem todos os cuidados para não patinarem nos ferros. Se não há carreiras, para quê as suas linhas?

Outra coisinha: nos sítios onde ainda há elétricos passando, não podiam alcatroar devidamente o espaço entre os carris? É que há sítios onde até uma moto-4 parece pouco para nos equilibrarmos.

Tenho dito.

1 comentário:

joaquim disse...

Terrível são os carris, e as tampas de esgoto, e as passadeiras (quando molhadas). terrível para a mota a para o orgulho uma queda em duas rodas. Desde que não te magoes com gravidade, amanhã será um outro dia.