Noto, sem ponta de surpresa, que ninguém, mas absolutamente ninguém, seja da "troika", dos partidos do governo ou dos da birra se lembra de, em semelhante contexto de desgraça das finanças públicas, acabar com essa coisa da "profissionalização das Forças Armadas" e repor o velho SMO que saía mais barato ao país, atrasava a entrada na vida ativa de muita gente (menos pressão no mercado de emprego, portanto) e ainda apresentava a vantagem de obrigar as pessoas a conhecerem de perto outras realidades por este país fora.

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