Não vale muito a pena comentar mais esta estupidez à volta do AO, ainda por cima vinda de um país cuja produção cultural escrita se aproxima do zero. Talvez, apenas, consolar os revoltados jornalistas com o facto de a palavra "corrupto" conservar o "p"... O mesmo "p" com que se escreve "protuguês"...
Por pouco, os angolanos davam oficialmente início ao "pretuguês"...


