O Público volta a atacar

Telma Monteiro é uma das maiores judocas a nível mundial. É, também, das mais brilhantes desportistas que Portugal já teve. Mas há quem tenha dificuldades em conviver com este facto.

O jornal Público escolheu, para ilustrar uma notícia sobre o início da participação da Telma Monteiro nos Jogos Olímpicos de 2012, uma fotografia da nossa campeã sendo inapelavelmente derrotada.

Para o jornal Público, a participação da espantosa judoca portuguesa está - ainda a rapariga não começou os combates, sequer -, intimamente associada à possibilidade de encontrar uma velha rival e de... ser por esta derrotada.

O mais triste, para além deste demente complexo de inferioridade, é que já não é, sequer, a primeira vez que isto acontece (e também com Telma Monteiro). (VEJAM AQUI)

Depois, digam que a culpa é dos políticos...


Não há fome que não dê em fartura

Só em Lisboa:

- Ponte Vasco da Gama (perto do Parque das Nações)
- Jardim Vasco da Gama (Belém)
- Aquário Vasco da Gama (Dafundo)
- Av. Dom Vasco da Gama (Pedrouços / Restelo)
- Centro Comercial Vasco da Gama (Parque das Nações)
- Torre Vasco da Gama (Parque das Nações)

Depois, admirem-se que, de vez em quando, se descubra que gente de enormíssimo valor nem um beco tem com o seu nome. Ao D.João II, foi preciso vir a Expo 98 para lhe darem uma rotundazeca de terceira categoria e um monumento que ninguém compreende...
É engraçado ver pessoas a desancarem na "falsa" licenciatura de Miguel Relvas mas fazendo questão de se referirem a ele, sempre, como "Dr. Relvas".

O chichi, senhores


Ora, digam-me lá se isto não é um título digno do atual estado do Diário de Notícias?

As galdérias foram à praia

Há dois tipos de pessoas: as que têm ideias e as que vão atrás das primeiras. Cá na santa terrinha, temos, sobretudo, pessoal da segunda categoria. É gente que vive agarrada à internet, sempre à procura de um qualquer "movimento" externo que possa ser importado (pouco importando os martelanços que tenha de levar para ser minimamente tragável pela cultura local), e assim poder declarar-se cosmopolita e aberta a... novas tendências.

Ontem, dia 1 de Julho, houve mais uma Slutwalk ou "Marcha das Galdérias". O objetivo da coisa é a defesa do direito das mulheres a vestirem-se de forma sexualmente provocadora mas a não serem incomodadas por isso. Como tantas vezes, passa-se de um princípio nobre (a revolta contra uma sentença de tribunal que considerou a forma de vestir de uma mulher como atenuante para um violador), para a simples palhaçada. Mas uma boa palhaçada é coisa que anima o pessoal (que tanto está precisado disso), e, se meter pernas e mamas ao léu, então, ainda melhor! No entanto, se as ridículas e sensaboronas criaturas que se veem na fotografia são a medida das nossas "galdérias", então, estamos mesmo mal... Reparem: há um homem por ali; e uma ou duas matrafonas todas tapadas; e uma velha lá atrás; e, pelo menos, uma lésbica; e uma rapariga de vestido até aos pés; e outra que parece saída da catequese; e uma que vai tão tapada que até chapéu de chuva leva... Com um raio que parta toda esta gente: então, isto é que são "galdérias"? O gajo é o único que mostra alguma coisa (olhó mamilo do pequeno, pessoal). 


A única forma de compreender esta manifestação é aquele mulherame estar ali a exigir que o outro (o que não está lá) ande a exibir-se livremente para - presume-se -, gáudio dos manifestantes. Querem ver que esta porra é patrocinada pela ILGA?

Estava sol e calor e as galdérias tinham todas ido à praia. "Meninas", vocês foram marchar no sítio errado...