O mar austríaco
É uma Calinada do DN porque a publica, é uma calinada da Lusa porque a transmitiu e é uma calinada do palerma que traduziu à letra um artigo que deve vir de França ou Inglaterra.
O que mais interessa é que, neste momento, anda publicado por aí um texto no qual se refere a existência de uma "armada" austríaca. Problema: a Áustria não tem mar...
O que mais interessa é que, neste momento, anda publicado por aí um texto no qual se refere a existência de uma "armada" austríaca. Problema: a Áustria não tem mar...
A asfixia
Segundo Pedro Reis, da AICEP (citado pela TSF), o "oxigénio da economia portuguesa está a ficar asfixiado".
E eu que pensava que quem ficava asfixiada era a Economia por falta de oxigénio...
E eu que pensava que quem ficava asfixiada era a Economia por falta de oxigénio...
Nem a trovoada se safa...
Parece que já nem a "trovoada" se safa à arte de complicar (e das traduções à letra). Agora, os raios e coriscos são "tempestades elétricas"...
Aprendam Espanhol ou... morram!
A população lisboeta que use o Metro está sob ataque cerrado dos nossos vizinhos. Num dos cartazes (o da direita), 2/3 dos EUA já falam Castelhano... Hoje o mundo, amanhã, a Lua...
O DN Online não tem limites
Não contentes com colocarem a imagem da "dona" da Alemanha numa notícia sobre a UGT, ainda por cima fazem-no duas vezes...
Crioulo, sim - AO, não!
Mas é contra o Acordo Ortográfico, note-se...
O Público volta a atacar
Telma Monteiro é uma das maiores judocas a nível mundial. É, também, das mais brilhantes desportistas que Portugal já teve. Mas há quem tenha dificuldades em conviver com este facto.
O jornal Público escolheu, para ilustrar uma notícia sobre o início da participação da Telma Monteiro nos Jogos Olímpicos de 2012, uma fotografia da nossa campeã sendo inapelavelmente derrotada.
Para o jornal Público, a participação da espantosa judoca portuguesa está - ainda a rapariga não começou os combates, sequer -, intimamente associada à possibilidade de encontrar uma velha rival e de... ser por esta derrotada.
O mais triste, para além deste demente complexo de inferioridade, é que já não é, sequer, a primeira vez que isto acontece (e também com Telma Monteiro). (VEJAM AQUI)
Depois, digam que a culpa é dos políticos...
O jornal Público escolheu, para ilustrar uma notícia sobre o início da participação da Telma Monteiro nos Jogos Olímpicos de 2012, uma fotografia da nossa campeã sendo inapelavelmente derrotada.
Para o jornal Público, a participação da espantosa judoca portuguesa está - ainda a rapariga não começou os combates, sequer -, intimamente associada à possibilidade de encontrar uma velha rival e de... ser por esta derrotada.
O mais triste, para além deste demente complexo de inferioridade, é que já não é, sequer, a primeira vez que isto acontece (e também com Telma Monteiro). (VEJAM AQUI)
Depois, digam que a culpa é dos políticos...
Não há fome que não dê em fartura
Só em Lisboa:
- Ponte Vasco da Gama (perto do Parque das Nações)
- Jardim Vasco da Gama (Belém)
- Aquário Vasco da Gama (Dafundo)
- Av. Dom Vasco da Gama (Pedrouços / Restelo)
- Centro Comercial Vasco da Gama (Parque das Nações)
- Torre Vasco da Gama (Parque das Nações)
Depois, admirem-se que, de vez em quando, se descubra que gente de enormíssimo valor nem um beco tem com o seu nome. Ao D.João II, foi preciso vir a Expo 98 para lhe darem uma rotundazeca de terceira categoria e um monumento que ninguém compreende...
- Ponte Vasco da Gama (perto do Parque das Nações)
- Jardim Vasco da Gama (Belém)
- Aquário Vasco da Gama (Dafundo)
- Av. Dom Vasco da Gama (Pedrouços / Restelo)
- Centro Comercial Vasco da Gama (Parque das Nações)
- Torre Vasco da Gama (Parque das Nações)
Depois, admirem-se que, de vez em quando, se descubra que gente de enormíssimo valor nem um beco tem com o seu nome. Ao D.João II, foi preciso vir a Expo 98 para lhe darem uma rotundazeca de terceira categoria e um monumento que ninguém compreende...
As galdérias foram à praia
Há dois tipos de pessoas: as que têm ideias e as que vão atrás das primeiras. Cá na santa terrinha, temos, sobretudo, pessoal da segunda categoria. É gente que vive agarrada à internet, sempre à procura de um qualquer "movimento" externo que possa ser importado (pouco importando os martelanços que tenha de levar para ser minimamente tragável pela cultura local), e assim poder declarar-se cosmopolita e aberta a... novas tendências.
Ontem, dia 1 de Julho, houve mais uma Slutwalk ou "Marcha das Galdérias". O objetivo da coisa é a defesa do direito das mulheres a vestirem-se de forma sexualmente provocadora mas a não serem incomodadas por isso. Como tantas vezes, passa-se de um princípio nobre (a revolta contra uma sentença de tribunal que considerou a forma de vestir de uma mulher como atenuante para um violador), para a simples palhaçada. Mas uma boa palhaçada é coisa que anima o pessoal (que tanto está precisado disso), e, se meter pernas e mamas ao léu, então, ainda melhor! No entanto, se as ridículas e sensaboronas criaturas que se veem na fotografia são a medida das nossas "galdérias", então, estamos mesmo mal... Reparem: há um homem por ali; e uma ou duas matrafonas todas tapadas; e uma velha lá atrás; e, pelo menos, uma lésbica; e uma rapariga de vestido até aos pés; e outra que parece saída da catequese; e uma que vai tão tapada que até chapéu de chuva leva... Com um raio que parta toda esta gente: então, isto é que são "galdérias"? O gajo é o único que mostra alguma coisa (olhó mamilo do pequeno, pessoal).
A única forma de compreender esta manifestação é aquele mulherame estar ali a exigir que o outro (o que não está lá) ande a exibir-se livremente para - presume-se -, gáudio dos manifestantes. Querem ver que esta porra é patrocinada pela ILGA?
A única forma de compreender esta manifestação é aquele mulherame estar ali a exigir que o outro (o que não está lá) ande a exibir-se livremente para - presume-se -, gáudio dos manifestantes. Querem ver que esta porra é patrocinada pela ILGA?
Estava sol e calor e as galdérias tinham todas ido à praia. "Meninas", vocês foram marchar no sítio errado...
Tiques do Público. Olé!
E, aprecie-se este naco de prosa:
"(...) Seria uma confraternização ibérica, não se desse o caso de o promotor da fotografia ser também ucraniano. “Portugalia”, vai gritando, sem que consigamos perceber de onde vem a admiração [pela equipa portuguesa]. (...)"
Os jornalistas do Público não percebem, portanto, porque razão um ucraniano pode gostar da Seleção portuguesa... Ah, "ganda" Público!
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