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Protegei a dama!
As crónicas da jornalista Fernanda Câncio, no site do DN são as únicas às quais não é possível deixar comentários. Defesa da periodista por causa das suas relações com Sócrates ou simples regra de bom senso tendo em conta alguns dos disparates facciosos que escreve?
Quando a notícia não convém
O jornal Público noticiava recentemente (ver aqui) que, segundo um estudo da OCDE, Portugal é o país da Europa onde os homens se reformam mais tarde (aos 67 anos).
Acompanhando este dado, ficámos também a saber que as mulheres portuguesas se reformam (em média) mais cedo do que as suas companheiras europeias (63,4 anos contra 65) o que indica uma diferença de 3,7 anos em relação aos homens (a favor "delas").
Como tudo o que se apresenta contra o discurso politicamente correto do "mais direitos", esta clara diferença entre géneros passou absolutamente desapercebida do público em geral e rapidamente se viu encaminhada para o arquivo das notícias. Nenhuma associação feminista se pronunciou, nenhuma comissária europeia ameaçou com represálias, nenhuma alma bem pensante botou discurso apelando à igualdade na sociedade. É sempre assim, não é?
Acompanhando este dado, ficámos também a saber que as mulheres portuguesas se reformam (em média) mais cedo do que as suas companheiras europeias (63,4 anos contra 65) o que indica uma diferença de 3,7 anos em relação aos homens (a favor "delas").
Como tudo o que se apresenta contra o discurso politicamente correto do "mais direitos", esta clara diferença entre géneros passou absolutamente desapercebida do público em geral e rapidamente se viu encaminhada para o arquivo das notícias. Nenhuma associação feminista se pronunciou, nenhuma comissária europeia ameaçou com represálias, nenhuma alma bem pensante botou discurso apelando à igualdade na sociedade. É sempre assim, não é?
Vontade de chatear (20)
A PSP serve para quê, afinal?
Meia-noite e vinte, Gulbenkian: dois agente da PSP conversam amenamente com um terceiro indivíduo que estacionou o carro completamente em cima do passeio de modo a poder sentar-se sobre o capot, de frente para o "casal" de polícias, no portão do jardim mais próximo do Centro de Arte Moderna. Mais à frente (vinte metros), um outro indivíduo, sem qualquer hesitação, dá um pulo sobre o muro e penetra no jardim da fundação. Ninguém viu nada, claro. Nem os agentes que estavam na conversa, nem o amigo que com eles confraternizava... E mesmo que estivessem a cumprir o seu dever, o mais provável era que os polícias continuassem a não ver nada porque o sítio onde gostam de estar é dentro do jardim, numa curva cega que não lhes permite vigiar nada (o jardim tem um muro de um metro de altura) e não cá fora onde poderiam controlar quase cem metros de jardim.
Talvez o penetra apenas fosse aliviar a bexiga... Mas, a pergunta que eu faço é: que raio de agentes são estes que não só não têm qualquer noção de posicionamento como, ainda por cima, se dão ao luxo de se entreterem em conversas às tantas, quando deviam estar ativamente controlando um dos grandes tesouros do país?
Se a pergunta lhes fosse feita, certamente argumentariam com a falta de condições de trabalho, os baixos ordenados, a ausência de subsídio de risco, a qualidade das fardas, a falta de treino com armas de fogo ou qualquer outra das desculpas usadas para explicar o laxismo e a incompetência de tantos dos nossos agentes da PSP.
É irritante! No mínimo...
Talvez o penetra apenas fosse aliviar a bexiga... Mas, a pergunta que eu faço é: que raio de agentes são estes que não só não têm qualquer noção de posicionamento como, ainda por cima, se dão ao luxo de se entreterem em conversas às tantas, quando deviam estar ativamente controlando um dos grandes tesouros do país?
Se a pergunta lhes fosse feita, certamente argumentariam com a falta de condições de trabalho, os baixos ordenados, a ausência de subsídio de risco, a qualidade das fardas, a falta de treino com armas de fogo ou qualquer outra das desculpas usadas para explicar o laxismo e a incompetência de tantos dos nossos agentes da PSP.
É irritante! No mínimo...
O Circo Chen é uma palhaçada?
Vontade de chatear (19)
Se isto não é vontade de chatear os outros, é o quê?
Uma burka para a Heloísa!
Heloísa Apolónia é uma das caras mais conhecidas do nosso Parlamento. Isto poderia parecer paradoxal já que o seu "partido" ("Os Verdes") tem tanta representatividade no panorama político nacional como a secção de damas da sociedade recreativa do meu bairro. No entanto, o partido ecologista não é mais do que uma espécie de filial do Partido Comunista Português que o utiliza para poder concorrer às eleições como coligação, não sendo assim obrigado a mostrar nos boletins de voto o odioso emblema da foice e do martelo. Um perfeito partido melancia (verde por fora, vermelho por dentro) como o descrevia há muitos anos o bom do Gonçalo Ribeiro Telles, pessoa que, como se sabe, não percebe rigorosamente nada de natureza...É portanto, como deputada comunista encapotada que a Heloísa aparece frequentemente nas nossas TV's, sempre com um ar indignado e a voz a querer ir "lá para cima", como quem diz, "ou me dão atenção, ou ficam com uma dor de cabeça!". É o PCP, repito, que dá tempo de antena a esta personagem.
E a Heloísa aproveita bem os seus momentos para nos fazer lembrar porque razão a maior parte das pessoas não vota nos comunistas: ontem, por exemplo, esta criatura, deputada da Nação e paga com o dinheiro dos contribuintes (deriva populista aqui...) surgiu indignadíssima (era preciso referir isto?) com o (pretenso) facto de o presidente do BCP-Millennium ter oferecido os préstimos da sua instituição para passar aos EUA informação sobre as finanças iranianas caso fosse permitido ao nosso maior banco privado fazer negócios na terra dos Ayatollas.
Como é que isto pode acontecer?! É preciso esclarecimentos! - diz a Heloísa perante as câmaras. O espetador, mais ou menos a medo, já com as mãos perto dos ouvidos (não vá a indignação subir de tom) concorda: como é que se pode fazer negócios com um país onde a lei islâmica é aplicada, as mulheres são humilhadas e tidas como seres secundários, a pena de morte existe para coisas como o adultério, o apedrejamento é forma de execução, o Estado é tirânico, o regime professa a intolerância religiosa, as mais altas figuras políticas negam publicamente o Holocausto enquanto apelam à extinção física de Israel, etc. e por aí fora?! Não se pode, já se vê! A Heloísa tem razão: é preciso esclarecimentos!
Mas, depressa o ingénuo cidadão se desilude porque a Heloísa entra a matar: "passar informações aos Estados Unidos?!" Então, um banco português oferece-se para passar informações ao regime americano? E, ainda por cima - acrescento eu -, um banco privado!
Por esta altura, o espetador tira mesmo as mãos dos ouvidos e, quer a Heloísa puxe pela voz, ou não, as orelhas têm de cumprir bem a sua função: ouvir o que a mulher diz. O cidadão, até ajuda, para perceber melhor... O problema da nossa deputada não é que o BCP queira lucrar fazendo negócios com o Diabo mas sim que, depois, vá contar coisas aos americanos... A incredulidade instala-se no ouvinte mas, tão depressa como veio, surge-lhe a recordação de que esta mulher pertence ao mesmo grupo de indivíduos que tem como líder parlamentar um rapaz que considerou a Coreia do Norte um "exemplo de democracia". E, aí, fica no ar uma pergunta: não devia esta gente ser mandada para o quinto dos infernos? A Heloísa, por exemplo, ficaria maravilhosa numa burka (lenço só não bastava, era preciso tapar tudo) e, se de caminho a proibissem de falar, não só os homens agradeceriam como o próprio Alah se sentiria no céu.
Em casa de ferreiro...
O buraco que nos separa da Europa
Tivessem alguns dos elementos da FIFA responsáveis pela eleição do organizador do Mundial de 2018 ficado com problemas na consciência por terem dado a vitória à Rússia e o seu espírito estaria, agora, mais sereno do que numa sessão de meditação Zen. A atual greve dos controladores aéreos espanhóis, selvagem na sua definição (por ser feita sem aviso) e de uma irresponsabilidade e egoísmo sem limites foi a melhor resposta que aqueles que apontavam a derrota da candidatura "ibérica" como fruto de jogadas de bastidores poderiam ter tido. Estas, se as houve, perderam neste momento toda e qualquer importância perante o cenário caótico gerado pelas reivindicações dos profissionais espanhóis. Era este o país que pretendia organizar a mais importante competição desportiva mundial? Um estado onde, de um dia para o outro, centenas de milhares de pessoas são impedidas de voar (imagine-se isto durante a competição!), milhares de voos são cancelados, países vizinhos são tremendamente afetados na sua capacidade de ligação ao resto do mundo e tudo isto nos é servido com a desculpa de "direitos dos trabalhadores"? Aliás, esta maneira de estar é em tudo equivalente à dos camionistas e dos seus regulares bloqueios, ataques a camiões estrangeiros e outras tropelias de igual calibre.
Para remediar tudo isto, assistimos ainda ao terceiro mundista espetáculo dos aeroportos terem de ser tomados por militares para assegurar o seu funcionamento.
Era este o país ao qual pretendíamos "alugar" o nosso bom nome de nação tranquila e responsável para que pudessem brilhar na ribalta mundial? Uma vergonha!
Em dois dias, profissionais qualificadíssimos conseguiram causar mais transtornos do que uma enorme coleção de atentados terroristas da ETA (aliás, se quisermos falar de vítimas, bastaria ficar pelas causadas pela incompetência e irresponsabilidade verificadas no acidente de avião da Spanair). É gente desta que nos servem diariamente como exemplo?
Para piorar tudo isto, ainda teremos de levar com o nosso insuportável primeiro-ministro dizendo que agora se viu como o TGV é importante. Um mal nunca vem só...
Critérios jornalísticos?
A arte da manipulação
O Jornal de Notícias bota na sua capa de hoje uma foto de uma "ação" de pacifistas (termo que hoje em dia se confunde com "dreads" e "anarcas") sob o título de "Fronteiras barradas a pacifistas". Não sei se entre estes pacifistas se contam o casal luso-espanhol que se fazia acompanhar de uma catana e mais outras armas brancas, cartazes com polícias portugueses e motes escritos em Castelhano (delicioso este pormenor); ou ainda aqueles rapazes de negro que costumam - por amor à paz -, andar a partir montras de lojas e a incendiar carros. Agora, o que eu sei de certeza é que, por mero acaso, a fotografia do Jornal de Notícias foi tirada em plena Praça do Rossio, o "centro mais central" da capital de Portugal... al.
Portugal 4 - Espanha 0: a reação da imprensa "portuguesa"

O (não) "destaque" dado pelo jornal Público à vitória da Seleção sobre os espanhóis. Deve ter sido uma azia danada naquela redação...
Agora, compare-se com a capa do Diário de Notícias...

Quanto à TSF, a situação é verdadeiramente aberrante: não só ontem anunciava o jogo com um grande plano das armas espanholas como não fez qualquer tipo de pós-reportagem ao jogo (na realidade, "enfiou" uma entrevista a um estagiário português na estrutura da NATO!!!) Após a "oportuna" entrevista, limitou-se a recolher uma frase de Paulo Bento na conferência de imprensa. Hoje, dá preferência ao que os espanhóis acham da sua própria seleção...

O jornal "i" alinha no encobrimento da vitória (e se julga que há alguma referência ao jogo na parte do écran que aqui não se mostra, desengane-se...). Para saber da vitória nacional, é preciso carregar naquele numerozinho 3 que está junto ao Obama...

O jornal gratuito Metro, prefere dar o destaque a uma notícia negativo (claro) e à foto de uma loura qualquer enfiada num carro...

Triste revista de imprensa...
Sem bolas...
A fruta do Brasil
Passando à frente da óbvia estupidez que é enviar mensagens políticas para endereços de outro país (aquilo vai a eito, já se sabe), gostaria aqui de manifestar o meu inutilíssimo apoio a qualquer candidato que prometa acabar com a maior exportação brasileira da atualidade: o SPAM.
Pior do que os travestis no Conde Redondo, as prostitutas nos bares, as telenovelas na SIC ou os jogadores do Braga, são aquelas mensagenzinhas ridículas que invadem aos milhares a minha conta de correio eletrónico - prometendo-me saúde férrea, juventude eterna, ereções gigantescas, fortunas colossais ou tão-só apelando a uma contribuiçãozinha para não sei que causa perdida no meio da selva - seja ela de betão ou de árvores a sério.
Aos travestis só recorre quem gosta, às putas só vai quem quer, a televisão só liga quem não tem mais nada para fazer e, quanto ao futebol, só paga bilhete quem for masoquista. Agora, o SPAM... essa é que é uma praga à qual não se consegue fugir! Pior do que SPAM, só ser obrigado a escutar o Gilberto Gil cantando o "aêee, aôô, aêê" ou qualquer outra das poesias pela qual é mundialmente conhecido na sua cidade.
Portanto, arranjem lá um candidato que ponha no programa de Governo "acabar com aqueles safado que envia mensagem pró correio dos outro" que eu prometo, desde já, fazer campanha por ele, aqui deste lado do mar.
Pode ser? "Nóis agradece".
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