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Abrunhosa revelado

Agora que o grande Pedro Abrunhosa acabou com qualquer dúvida que houvesse quanto a ele ter mesmo uma grande queda para a música, cabe-nos a nós contribuir com mais qualquer coisinha para a revelação total dos atributos do músico portuense.

Aí está o homem... sem óculos!

In vino felicitas

Ainda nem são 09:30 da manhã e já tenho no bucho três copos de tinto Alandra. É uma ótima sensação. Finalmente compreendo o que fazem aqueles homens às oito da matina na taberna...

A escrita sai fluida, a irritação desaparece, o mundo parece mais simpático, a porra da internet móvel da Vodafone parece mais rápida mesmo sem sair de uns miseráveis 2/5, a dor de barriga parece suportável e a bateria do portátil carregou num ápice.

Viva!

Cusquice...

A confirmar-se o boato que para aí anda apontando um namoro entre o Sócrates e a Guta Moura Guedes (oh inveja!) só me apetece dizer, à laia de brejeirice, que era a segunda Moura Guedes que ele fo... Cala-te boca!

LesBiGayTransfobia

Há gente que parece dedicar o seu tempo à criação de coisas inúteis. Alguém, recentemente (eu nunca tinha ouvido o termo), resolveu inventar a palavra "LesBiGayTransfobia". Já havia a homofobia mas era preciso uma coisa muito mais detalhada: "Les-Bi-Gay-Trans-fobia". A fobia a "lésbicas", "bissexuais", "gays" e "transsexuais". Fobia, na verdadeira aceção da palavra significa "medo" e não "antipatia". Ora, não me parece que as pessoas tenham medo de homossexuais - a menos que, inadvertidamente (é possível?) entrem num quarto escuro em hora de ponta... (olha, um trocadilho maroto) mas isso é lá com cada um.

Há que aceitar, com conta peso e medida, a corrupção dos termos e os novos significados que ganham. Portanto, se cinofobia significa "ter medo de cães", "LesBiGayTransfobia" significa, apenas, não gostar de pessoal "colorido". Por mim, isso passa sem grande polémica. O que me chateia mesmo é o detalhe, a necessidade de colocar quatro coisas "diferentes" numa mesma palavra. Sim, porque, das duas uma: ou é tudo o mesmo e não se justifica o detalhe ou são coisas diferentes e deviam ter palavras próprias. Por exemplo: eu posso ser lesbófilo mas transófobo, ou seja, gosto de lésbicas (nos filmes é giro de ver) mas detesto transsexuais (essas criaturas enganadoras). Também posso ser Biindiferente (neologismo próprio para "estou-me cagando se aquela gaja gosta de homens e mulheres porque eu até gostava de a papar mais a namorada dela") e, ao mesmo tempo, gayófobo (não suportar panilas). Portanto, há posicionamentos diversos relativamente às sexualidades "alternativas". Inventar uma palavra que agregue todas estas coisas parece-me, no mínimo, estúpido e propiciador de dificuldades ao nível oral. Pergunta-se a alguém "és lesbigaytransófobo?". "Não senhor!" - responde o interpelado - "As lesbigaytransfobices não são comigo, eu que até sou tão lesbigaytransamigável..."

Imaginem estas coisas escritas em linguagem de "pita"!

Um pormenor que também me chateia é que, apesar de tanta minudência, continua a não haver forma de expressar lexicalmente a nossa opinião relativamente a bichas e camionistas, subespécies dos géneros "gay" e "lésbico", respetivamente. Como os homossexuais masculinos me são indiferentes mas as bichas malucas me irritam, eu vejo-me na situação de ter de me declarar homófobo (ou "gayófobo", para ser mais específico) quando, afinal de contas, sou apenas "bichófobo". Quanto às "camionistas", embora as ache visualmente ridículas, devo dizer que preferia que as lésbicas fossem todas assim (poupava-se aquele travo amargo na boca quando vemos uma que é gira). Viva, portanto, a "lesbicamioniofilia" (há que dizer assim para não confundir com a adoração pelos camionistas verdadeiros...) e abaixo as lesbiboascomomilho!

Tenho dito!

Nem os cães!

Nem os cães respeitam a lei nesta terra!

Aposto que é por ser preto e ter vindo do estrangeiro... (mas isto é uma piada privada...)

Jorge Danieeeeeel






Digam lá se isto não é uma ternura? :)

Não eram esses!!!

Ó meus amigos da FLAC, FLEC, FLIC FLAC, pirueta e cambalhota ou lá o que vocês são... então, vão-se por a dar tiros de metralhadora sobre a selecção nacional do Togo? Do Togo?! Não vêem que não eram esses, seus estúpidos? Era a Costa do Marfim! A Costa do Marfim é que vocês deviam apanhar seus incompetentes! E não me venham cá com piadas de mau gosto dizendo que são todos iguais porque as camisolas são diferentes! É para isso que elas servem, ó flic-flacs!

Já nem o parlamento escapa!

O jornal Público está convertido no órgão oficial da chamada "comunidade gay". É praticamente impossível aceder à edição internética do jornal sem levar com um ou dois destaques relativos a essa patacoada civilizacional que é o casamento homossexual. Já em tempos aqui escrevi sobre esse absurdo (ver) mas parece que a estupidez e a moda vão mesmo conseguir dobrar o bom-senso e a razão de Estado.

O entusiasmo do Público com o tema é tal que, como se não bastasse o massacre "noticioso", até já se enganam nos títulos das notícias. Não chega que o Parlamento vote o casamento "gay", é preciso que o Parlamento também o seja! Vejam a foto.

Estou preparado!

Já estou preparado para a ceia de Natal. Não, não comprei um bife para poder fugir ao bacalhau mas muni-me de outras coisas que podem servir para animar o serão: uma garrafa de Vinho do Pico (que me custou o mesmo que várias de vinho de mesa - espero que valha a pena!) e outra de um licor madeirense que promete fazer furor, à base de rum, mel e maracujá. Para quem isto não seja suficiente, ainda há uma "pasta" de pistaccio, comprada numa pastelaria árabe.

A vantagem de aparecermos com comes-e-bebes (quanto menos comuns, melhor) é que podemos sempre dizer "Eh pá, não trouxe prendas mas trago aqui umas coisas boas" e com isto descartamo-nos à secante obrigação social de andar a comprar prendinhas para este e para aquele, situação que se torna patética quando temos de dar merdinhas só para não ficar mal na fotografia no que respeita aos convidados que mal conhecemos ou com quem não temos confiança nenhuma. No topo das prendas tristemente ridículas estão as caixas com velinhas...

Portanto, quando a televisão estiver ligada num qualquer canal de futebol e os machos da família se deleitarem a discutir os assuntos da quadra (i.e., o Benfica-Porto ou o Benfica-Cascalheira ou ainda o Benfica-NãoSeiQuem), eu falo com as garrafas. É capaz de ser divertido!

Entretanto, reparei que já tive a minha primeira prenda de Natal na forma de dois novos "sócios" deste blog. À vossa!

Um médico às direitas!

Andava eu folheando umas revistas com sessenta anos quando deparei com este anúncio. Não só vemos um médico a fumar (nada de especial, é certo) como ele até nos aconselha uma marca em especial: Camel. Espíritos céticos apontariam aqui um qualquer trocadilho maroto mas eu prefiro ver neste médico um homem bom preocupado com o nosso bem-estar mental, um seguidor das teorias holísticas que aconselham a olhar para os doentes como um todo e não apenas a olhar para um paciente como um fígado, uns pulmões, uns joanetes...

Este médico americano de antanho é um modelo que devia ser seguido, alguém que nos conforta e apoia nos nossos pequenos vícios, um porreiraço que nos abraça e diz "Gosta de doces? Enfarde-se neles, homem!", que percebe a complexidade da alma humana e a aceita - "É boa a pinga, não é? Beba mais um, vá lá...", que entende a incontornabilidade (pausa para respirar) dos pequenos prazeres mundanos - "Cerveja e amendoins, meu amigo, sempre ao sofá!", que não se compraz na tortura dos nossos corpos mas que procura o seu conforto - "Cansa-se na ginástica? É porque lhe faz mal." Isto sim, eram bons médicos, os que os americanos tinham.

Depois, vieram uns chatos e acabaram com a festa.

Acompanhantes incluídas?

Oh pá, eu sempre quis ir num cruzeiro! E, ainda por cima, andam para aí uns que até têm um preço em conta. Mas, como solteirão que sou, se for apresentar-me na agência de viagens pedindo um bilhete aplicam-me logo com uma taxa especial como castigo de não levar companhia. Sim que isto de barcos, hotéis e até casas está pensado para casais. Se não houver cara-metade - paciência -, fica mais caro.

Mas eis que o génio humano (e o aperto da crise) descobrem a solução: acompanhante grátis! Foi esta a brilhante solução para quem conversa com a sombra que uma empresa turística descobriu. Ou assim me fez pensar o meu espírito fantasioso quando deparei com o cartaz que aqui se mostra. Por breves instantes imaginei-me em frente ao funcionário da agência pedindo um cruzeiro e o catálogo das acompanhantes. Mais difícil do que decidir o destino da viagem seria escolher a companhia. Ah, que a baba já escorria na antecipação da viagem mas... eis que olho para umas letrinhas pequenas e tudo se desmorona: a acompanhante tem mesmo de ser fornecida por nós - eles só não lhe cobram pela passagem...

Ora bolas, fico novamente em terra vendo os navios passar!

O Porto está vivo!

Cavalgando a recente novidade dos casamentos homossexuais, a Câmara Municipal do Porto decidiu apelar ao espírito inovador, tolerante e aberto que marca a capital do concelho do Porto e instituir os "Noivos de São João".

Esta iniciativa enquadra-se numa sã concorrência com a capital do país e visa estabelecer pontes de solidariedade que permitam aos casais "gay" o acesso à felicidade em moldes iguais aos dos pares mais conservadores patrocinados pelo santo alfacinha de nome António e conhecido popularmente na zona de Alfama por "Tó Santo".

Indagado o presidente da edilidade nortenha sobre se isto seria uma resposta à partida dos aviões da Red Bull para Lisboa, Rui Rio escusou-se a alimentar polémicas declarando apenas que "Mais uma vez, Lisboa está atrás e é assim que gostamos".

Da parte das forças vivas da cidade vizinha de Gaia, as reacções não poderiam ser mais positivas tendo a Associação Comercial do Porto desmarcado o boicote por si promovido à Red Bull, EDP, Galp, Santa Casa da Misericórdia, Associação de Cegos de Portugal e Federação Nacional de Filatelia com base na necessidade de desanuviamento das relações entre as duas cidades. "Nunca estivemos contra Lisboa, apenas achámos nojenta a atitude do monhé que manda naquela cidade marroquina", afirmou o presidente da associação que avançou até com um "slogan" para a iniciativa: "Beba um Porto e case com um roto".

Também a população portuense está entusiasmada com os "Noivos de São João" e sente que esta é a grande oportunidade de a cidade dar a volta e afirmar-se. "É importante que nos assumamos como cidade de ponta" proclamou orgulhosamente Roberto Baibém, um empresário de restauração na zona da Ribeira. "O Porto dá a cara e tudo mais para mostrar ao mundo o que realmente é", continuou o mesmo Baibém enquanto atendia uns turistas estrangeiros vindos do sul. "O país julga que nos pode guardar num armário mas nós vamos saltar cá para fora!", concluiu o empresário.

A hipótese de Lisboa promover um acontecimento semelhante por forma a roubar o protagonismo internacional que se espera a Invicta venha a ter é descartada por António Costa (o presidente da CML) que, aliás, manifestou o desejo de ajudar a CMP na organização do evento já que é conhecida a experiência do santo lisboeta em assuntos de bilhas partidas.

Mas, nem tudo são mares de rosas no Porto. A ILGA e a Opus Gay já vieram a público recusar a atitude condescendente da CMP exigindo que os casamentos joaninos incluam igualmente casais heterossexuais "Nem que os tenham de ir buscar a Guimarães!". Para as associações de defesa dos direitos dos homossexuais, é inaceitável a "guetização" dos matrimónios e a sua manipulação para fins políticos e turísticos. Por outro lado, o Bloco de Esquerda condenou vivamente a figura de São João que considerou "um lobo com pele de cordeiro".

Apesar destas reacções dos sectores homoactivistas, Rui Rio está esperançado em que tudo corra bem e adiantou alguns pormenores sobre as festividades: Desfile pela Av. dos Aliados, casamentos na Sé celebrados pelo Papa da cidade e, finalmente, copo de água no Palácio de Cristal que, contrariando o seu nome, será tapado para formar o maior quarto escuro de sempre. "Teremos cá um funcionário do Guiness para oficializar o record" sublinhou o Presidente da Câmara.

A segurança do evento estará a cargo de "uns rapazes de Gaia".

É neste espírito empreendedor que se têm vivido os últimos dias na capital do trabalho, com as autoridades preparando dossiês de promoção da cidade e realizando um sem número de contactos por forma a maximizar a "experiência portuense" de todos os que se desloquem à urbe para casar. "Já temos um símbolo para os Noivos de São João" - declarou Mirinda Catraia, a responsável pelo departamento de turismo da câmara - "Estávamos indecisos entre o edifício da Câmara e a Torre dos Clérigos mas optámos pelo primeiro porque está mais acompanhado dos lados e é um óptimo símbolo do que esta cidade é".

Relativamente à data em que os casamentos se irão realizar, a única certeza até ao momento é de que ocorrerão posteriormente à tradicional festa de São João já que nessa pretende-se que toda a gente possa martelar sem constrangimentos.

Segurança no trabalho, mano

:)

Checkpoint Galp

Não sei se será influência das notícias sobre as guerras com o petróleo como fundo mas esta bomba da Galp, ali na Av. Frei Miguel Contreiras (ou o frade que nunca existiu), parece mesmo um daqueles checkpoints militares. Só lá faltam os fuzileiros.

Se calhar, o melhor era mesmo chamar a tropa para guardar o local porque, se os proprietários sentem esta necessidade de barrar o acesso às bombas, é porque aquilo devia ser uma guerra fora de horas...

Uma estrada alegre



Ora digam-me lá se esta pintura da estrada que passa junto ao Centro de Arte Moderna da Gulbenkian não é uma verdadeira alegria?

Contra o cinzentismo, pintar! Bolas e bolinhas de todas as cores, vida ao alcatrão, alegria ao volante!

Se todas as estradas fossem assim, aposto que havia muito menos acidentes. As criancinhas também chateavam menos nas viagens porque podiam ir entretidas a contar quantos milhões de bolas até chegar a casa :)

Quando falou, saiu disparate

As palavras do Dunga acerca dos jogadores brasileiros na Selecção Nacional causaram-me uma desilusão do caraças. Toda a vida tive o Dunga como o meu anão preferido e, quando finalmente o ouço falar... sai disparate!

Eu sabia!

Eu sabia que o Lou Reed me fazia lembrar de alguém - ou algo...

Animais no jardim

Parece que o urso levou o cão a passear ao jardim, ali para a zona do Campo Mártires da Pátria.

Eram simpáticos, os dois. Sossegados e o cão não sujou nada.

Cumprimentei-os, ficando a aguardar voltar a vê-los por ali...

A beleza do paradoxo

Num momento em que o trabalho se me afigurava particularmente enfadonho, ocorreu-me um pensamento cuja beleza se revela na profundidade do seu paradoxo: a utilização do rato permite trabalhar e coçar os tomates ao mesmíssimo tempo.

Para os 1500 euros...

E a pergunta para os 1500 euros é...

"O que é uma Proparoxítona Eventual" ?


A resposta é:

Uma proparoxítona eventual é uma palavra acentuada que, por terminar em ditongo crescente, tanto pode ser classificada de paroxítona (mais comum no Brasil) como de proparoxítona (mais comum no restante da CPLP).



:)