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Iberia - Hollywood


Se isto não causa em nós um grande sorriso :)

PS: descubram entre estes metaleiros saltitantes um dos papas da música pimba nacional. (eu dou uma dica: lembrem-se dos DaVinci...)

Gamma Ray - Free time




Musiquinha para o fim de semana
Valerá a pena dizer que o concerto de ontem à noite no Casino Estoril foi mais um grande momento de Jorge Palma ou isso já será chover no molhado? Ainda por cima, teve o exotismo de começar matematicamente a horas e de contar com um Palma invulgarmente "contido" (sem que isso lhe tire, por um momento que seja, o virtuosismo).

Estes concertos do Casino são autêntico serviço público, digo eu.

Quanto ao nosso "bardo"... mas, ninguém se lembra de propor este homem para Património da Humanidade?!

Judas Priest - Diamonds and rust (2011/07/27)




Judas Priest no Pavilhão Atlântico (Lisboa), tocando um tema de Joan Baez.
(pena que, quando as guitarras carregam, o som piore... - preciso de uma máquina melhor)

Logo há festa no Atlântico






À guisa de aquecimento para a celebração de logo à noite no Atlântico e que, segundo parece, juntará aos monumentais Judas Priest os Queensrÿche, ficam aqui aqueles que devem ser os melhores temas que as duas bandas nos deram nas suas já longas carreiras

\m/

Krokus - Eat the rich




Da fria Suíça veio, nos anos 80, uma grande banda (e quase sempre esquecida).



Xutos & Pontapés, na Concentração Motard de Faro 2011 (a umas horas já indecentes...)

Iron Maiden em Faro



Mais um concerto da maior banda do mundo, desta vez enquadrado na 30ª (ou XXX) Concentração Motard de Faro.

Para já, as fotografias estão AQUI.

Os vídeos hão de ir para o YouTube.



Iron Maiden + Motas

Rumo ao sul...

Tenho de arranjar uns "auscultadores" para o capacete...





Música "boa onda", para o fim de semana.










Era o fim dos anos 80 e os Iron Maiden (vulgarmente conhecidos como "a maior banda de todos os tempos") tinham lançado o magnífico "Seventh son of a seventh son".

Eu era jovem, de longos cabelos e sem barriga. Ah, bons tempos!




Uma das das formas como os Judas Priest interpretaram a belíssima "Diamonds and Rust" de Joan Baez. Sabe sempre bem ouvir.



Desta vez, o Festival da Eurovisão deu-nos uma bela canção, verdade seja dita.

Iron Maiden: mãozinhas diabólicas





Uma das qualidades das grandes músicas é que é possível serem tocadas numa diversidade de instrumentos, não perdendo o seu interesse e, muito pelo contrário, ganhando novas roupagens para gáudio dos fans.

Da maior banda do mundo já tínhamos versões em viola, violino, piano, harpa e, agora, em "mãos".

Vou ver se há alguma coisa feita com peidos de cona (ups... não devia ter escrito isto...).

Os Clã aterraram no CCB

Há gente que parece não conseguir fazer coisas más. Os Clã, atuais representantes da melhor música tripeira, parecem pertencer a essa classe de privilegiados. Seja em estúdio, seja em palco, a trupe liderada por Manuela Azevedo é uma coisa a não perder.

Ontem, a sala principal do CCB recebeu a apresentação do novo disco da banda ("Disco voador"), um trabalho supostamente de inspiração infantil e que, por isso mesmo, teve a assistir ao concerto muita pirralhada. Mas, felizmente para os mais velhos, o que para os Clã é um reflexo da inspiração que lhes causa o mundo dos mais pequenos, é, afinal, um disco tão audível como qualquer outro que a banda tenha produzido. Que ninguém se engane: lá porque não há canções de amor ou sobre a crise, isso não significa que os temas sejam coisa alheia ao grande público. Isto, ainda que muita gente se tenha alheado do espetáculo, levando a que quem estava nas galerias e balcões tenha sido convidada a ir para a plateia. Graças a Deus, pensei eu quando vi a oportunidade de fugir do lugar onde estava e onde me arriscava a ver os artistas substituídos pela visão de um corrimão (não se percebe como é que num local como o CCB é possível haver lugares de visibilidade reduzida - sem que estejam assinalados como tal!).

Bom... mas, quanto ao concerto, foi a habitual explosão de alegria que todas as atuações dos Clã são. Um palco bonito, em jeito retro anos 60, coreografias cuidadas e aquela sensação de estarmos a ver gente que, mais do que tocar junta, é cúmplice em cima do palco. Espetáculo dentro do espetáculo, o sempre esfusiante Miguel Ferreira.

Como surpresa para a banda, a receção ao tema "Asas delta" que deixou toda a gente cantando mesmo após o fim da canção. Infelizmente, a rigidez do planeamento dos espetáculos não fez a banda perceber que era aquela a canção que todos desejavam ouvir novamente. Não se perdeu nada com os "encores" mas... ficou a faltar aquela.

No fim, gente que se divertiu ao presenciar mais uma grande atuação daquela que é, provavelmente, a melhor banda nacional desde há uns bons anos.

Queremos mais!