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Viva a bunda brasileira





Destas não mandam eles para cá, com um catano!

Spam do bom

Há males que vêm por bem. É o caso de uma mensagem de spam que recebi, enviada pela FHM. Como nunca me registei no site deles nem tenho qualquer relação com a revista, nem nunca dou autorização para receber publicidade, é spam!

Mas, esmiuçando a mensagem (que fazer?, a palavra está na moda), apanhei com um link que agradou particularmente aos meus genes que, teimosamente, insistem em fazer-me perder tempo com práticas onanistas (não dá para mais...): as fotos de 27 sessões fotográficas com gajedo do bom!

Isto hoje está um bocadinho por baixo no palavreado - bem o sei -, mas o pequeno-almoço foi fraco e a noite mal dormida e, além disso, é Sábado e apetece-me dar algum descanso às minhas extraordinárias qualidades literárias. "Gajedo" é uma palavra que, atendendo às circunstâncias, me parece perfeitamente aceitável.

Ora, até aparecer a Playboy Portugal, a FHM e a Maxim eram as nossas revistas "eróticas". Depois da filial nacional do império Heffner ter aparecido, continuaram a sê-lo porque as meninas da Playboy PT, com todos os seus pruridos de quem não quer ficar mal-vista lá na rua, conseguem ter menos piada despidas do que as moçoilas da FHM e Maxim com cuidada roupa vestida.

Portanto, é aproveitar para recordar alguns momentos bonitos e esperar que o resto do espólio "efeagaémico" seja posto no ar.

Olhó link, AQUI!

Playboy Portugal - nº 4

Pleno verão... o povo quer praia, farra, descanso, mais farra e, se possível, um parzinho. As hormonas não têm descanso: como se não bastasse a providencial beleza das nossas pequenas, parece que, finalmente, as estrangeiras bonitas descobriram a nossa cidade capital. É vê-las por aí, saltitantes, frescas e de corpinho à mostra.

Que tem isto a ver com a Playboy? Tem tudo, vê-se logo. O mais recente número da icónica (atenção às piadas porcas) revista mostra-nos Débora Montenegro e uma tal Sunsette Verde (só pode ser nome artístico) e, no essencial, não acrescenta nada aos números anteriores. Ao fim de quatro edições, as dúvidas estão desfeitas e nota-se que existe uma "linha editorial" no que toca ao tipo de fotografia de nu a ser apresentado. Não há ousadia, as meninas rapam os pelos públicos e o nu integral, em vez de uma "obrigação", parece ser mais um capricho ocasional das "modelos". Fraude!, grito eu e muitos outros.

Débora Montenegro não se despe totalmente a não ser numa foto "mascarada" pelos tons de luz e as fotos acabam por ficar naquela da provocação ("querias ver, não querias? - ná!"); quanto à "Sunsette", é dona de formas bonitas mas é feia. Ora, como eu não sou camionista e não alinho nos partidários do CCM, gosto de mulheres bonitas e esta, concerteza que não é.


O ensaio da Verde moça também é péssimo em termos de gosto. As fotos parecem saídas de uma revista de baixo nível. Não porque sejam atrevidas (há uma, enfim) mas porque a cara da pequena aliada aos tons e ao arranjo parece coisa de baixo orçamento e pouco talento.

A Playboy PT é uma treta! Na sua não-importância, ainda assim, acaba por ser um símbolo parolo da nossa mentalidade ainda mais parola e é aqui que entram as estrangeiras saltitantes. Pergunto eu, com tantas que por aí andam à noite parecendo que a roupa lhes é um fardo, não seria de começarem a contratá-las para a revista? Fariam, certamente, melhor figura do que estas "tugas" complexadas!

Catinga dixit! (é Latim...)

Rita Mendes na Playboy PT

Aposto que já estavam a estranhar meia-dúzia de dias sem se falar da Playboy portuguesa...

Bom, já é público quem será a coelhinha do número 4: Rita Mendes. A apresentadora de programas de televisão de má qualidade (fel, fel...) deixou-se de tretas e posou para a revista preferida de muito bom rapaz.

Acho bem. São estas personagens que deviam ser as primeiras a darem um passo em frente e dizerem "presente". São estas pequenas, sempre com aquela pose atrevidota, o decote bem puxado (para baixo), a conversa marota, que têm de mostrar que, afinal, isto de posar nua não é nada do outro mundo e toda a gente fica contente. Pelo menos, eu fico...

O que eu já não acho bem é que numa revista onde a fotografia erótica é o prato principal, alguém aceite pousar e, no fim... não se desnude por completo! A isto chama-se fraude. Assim mesmo. Quem compra a Playboy espera ver mulheres nuas e não mulheres parcialmente despidas.







Querem ver? Carreguem aqui

Pontos nos iiis


Vamos lá por os pontos nos iiis, rapaziada. Há coisas que não se admitem e essa confusão que por aí anda entre playmates e "coelhinhas" tem de terminar!

Parem lá de chamar playmates à Ana Malhoa e à Mónica Sofia e denominem-nas pelo termo correcto: "coelhinhas". Essa projecção freudiana (se não é, fica bem dizê-lo, à mesma) que vos leva a chamar "companheiras de brincadeira" às raparigas que vos fazem o favor de se despir nas capas da Playboy já farta. Playmates são as menos conhecidas pequenas que aparecem nas páginas centrais, estão a ver? Aquelas que acabam nas paredes das oficinas ou a zelar pelos motoristas de camião, marcadas com um "Miss Maio", "Miss Outubro". Daí a ideia de "brincadeira"... por causa do que passa pela cabeça do pessoal cada vez que se cruza com o desdobrável dominando o sítio onde está afixado.

As outras, as outras são coisa mais fina... "Coelhinhas", portanto.

Curiosamente, aqui no país ao lado chamam "coelho" ao... bom, vocês percebem, né? E isto leva-me a pensar que em Inglaterra lhe chamam "gato" e na América "castor" e nós "rata"... Oh meu Deus, as mulheres encerram um verdadeiro jardim zoológico!

Isto é honesto?


Vinha eu guiando pela cidade quando, num sinal, me aparece esta imagem à frente. Não foi um sonho ou uma aparição, foi mesmo um grande cartaz publicitário, ali, à beira da estrada para que todos passem e possam distrair-se um pouco do carro que vai à frente.

E eu pergunto: publicidade desta é honesta? O que faço agora? Compro um biquini igual ao da Giselle Bündchen para vestir uma cadeira ou vou discretamente à casa-de-banho perder este sorrisinho palerma com que estou?

Quantas por minuto?

Numa altura em que se fazem apelos gerais a uma maior produtividade, em que todos somos confrontados com uma nuvem de crítica à nossa maneira mais "descansada" de estar, é bom saber que há quem se preocupe em fornecer-nos ferramentas para medir objectivamente o nosso desempenho.

Neste caso, não se trata de trabalho mas sim de outra actividade ainda mais importante: sexo!

E porque é o sexo mais importante? Porque, basicamente, passamos a maior parte do tempo a sermos fodidos e a foder os outros, portanto, há que saber se somos mesmo bons na matéria e, se não formos, ficamos com uma indicação para treino...

O "Sex Counter Cock Ring" (em Português, qualquer coisa como "Anel contador sexual pichótico") permite-nos saber exactamente quantas "marteladas" por minuto damos quando nos entregamos aos prazeres de Afrodite (quem tem hipótese para isso...).

Com esta espantosa invenção à venda na Love Honey, podemos ter, finalmente, um indicador fruto de uma medição científica, algo de palpável, objectivo, com o qual possamos apresentar-nos perante candidatas a apaziguadoras da nossa líbido: "Sabes, dou 100 por minuto..."

Quem gostaria de ver na Playboy PT?



O assunto Playboy veio para ficar neste blog. Corações ao alto que a vida também tem de se fazer de coisas agradáveis.

Na sequência de mais um boato sobre quem irá ocupar a capa do próximo número da revista, comecei a pensar em quem é que eu gostaria mesmo de lá ver. A tarefa não é fácil porque, se há coisa que não falta nesta santa terra, é raparigas bonitas. Mas como não se pode ter tudo, há que fazer escolhas e convém que elas sejam de gente minimamente conhecida. Andar para aqui a dizer que gostava que a empregada do café onde vou aparecesse, como veio ao mundo, na revista do tio Hefner não diz nada a ninguém, quanto mais não seja por não saberem a que café vou. E escusam de pedir informações porque eu não as dou (tenho medo de sofrer um atentado quando estiver a morder um croissant).

Após pensar numas quantas "caras", resolvi escolher meia-dúzia delas e, por curiosidade, submetê-las à apreciação dos leitores do "aos papéis" (cada vez em maior número e ficando mais tempo mas continuando a não carregarem em nada... - ahem!...)

Uma apresentadora de televisão, duas actrizes, uma política, uma música e uma Manuela Moura Guedes compuseram o grupo a concurso. Aparentemente, houve quem não percebesse que a personagem da TVI estava aqui só para enganar e - pasmem-se os loucos -, a mulher conseguiu arrebatar o terceiro lugar nas preferências da multidão de 27 utilizadores que alinhou na brincadeira. Em tempos, também Edite Estrela foi considerada a parceira sexual com que os machos lusitanos sonhavam...

Catarina Furtado ganhou, conforme eu esperava, com 37% dos votos (10). Aquela a quem já chamaram a "namoradinha da nação", nunca me disse muito mas, como sou altruísta, resolvi pensar no próximo e incluí-la na lista. O próximo agradeceu e deu-lhe a vitória.

A segunda posição foi para a Alexandra Lencastre (22% - 6 votos). Não há muito a dizer aqui, também. É uma daquelas escolhas óbvias. Tão óbvias que nem nascem de um qualquer frisson. É um "tem de ser".

Saltamos a análise ao terceiro lugar de MMG porque daria pano para mangas discutir a atracção que cinco pessoas sentiram pelas grotescas bochechas da antiga cantora de "Foram cardos, foram rosas". Foi uma plástica e foi muito má...

E, finalmente, na segunda metade da tabela, surgem as minhas verdadeiras escolhas: Joana Amaral Dias (14% - 4 votos), Sílvia - mãe do céu! - Rizzo (11% - 3 votos) e, em último, o rouxinol de Odivelas, a Rita Redshoes (7% - 2 votos).

Não sabem o que é bom!...

Ana Malhoa na Playboy?

Já se está a ver que todos os meses vai ser isto: quem - oh deus -, quem é que vai ser a capa da Playboy Portugal?

Desta feita, nos mentideros surge o nome da inenarrável Ana Malhoa, filha do cantor pimba José Malhoa, o que nos leva a perguntar: qual foi a pior coisa que o Zé colocou no mundo, os discos ou a filha? A resposta é: os discos. Porque, estes não servem para ouvir e têm capas horríveis enquanto que a Aninhas continua a não servir para ser ouvida mas, pelo menos, tem uma capa melhorzinha...

A fedelha que eu um dia vi na Feira Popular (vejam bem ao tempo...), vestida com uma roupa que era um cruzamento entre filme de ficção científica de baixo orçamento e roupa de carnaval de loja do chinês, aos saltos, gritando "vai!" (muito acabaram mesmo por se ir) enquanto cantava uma coisa qualquer perante o desinteresse geral, a fedelha, dizia eu cresceu e tornou-se, senão uma bela mulher, pelo menos um belo naco, dentro daquele estilo "com esta até eu conseguia".

Ocasionalmente, no sentido inversamente proporcional ao êxito da sua carreira, a Malhoa despe-se, para gáudio das multidões de machos deste lado da internet. Ela, lá do outro, saberá se a coisa resulta ou não...

Ora, o boato de que a cantora de... - ahem -, a cantora daquele tema... o... aaa... - bem, o boato de que a cantora possa ser a terceira estrela da Playboy PT tem, senão a credibilidade conferida pelo 24Horas, pelo menos o mérito de assentar em antecedentes. A moça já se despiu integralmente, ou seja, já se descascou, e, pelo seu estilo, não parece estar sujeita a grandes constrangimentos morais quando toca a mostrar-se. Será que é desta que não vai haver perninha à frente?... Talvez o editor discográfico da espampanante artista tenha uma palavra a dizer.

Se este "rumor" (é boato que se deve dizer) se confirmar, a maior dúvida residirá no tamanho do peito da modelo. Irá a rapariga de peito cheio, i.e., ainda mais cheio do que nas sessões fotográficas anteriores? É que aquilo, parece-me, é como a gasolina: de x em x tempo, aumenta, mas nunca diminui...

Outro ponto de interesse andará à volta das tatuagens. Terão os editores da Playboy PT o bom gosto de nos poupar à visão de todos aqueles rabiscos ou ainda levaremos com alguma tatoo (modernizem-se, agora diz-se assim) do tipo: "se estás a olhar é porque queres!" estrategicamente desenhada no fundo das costas?

Dúvidas, dúvidas...

Verdade seja dita que esta ideia de ver a Ana Malhoa numa revista que se assume como uma coisa com classe parece ser um paradoxo mas ainda mais verdade é que, quando a líbido se mete ao barulho, estilo e sofisticação são coisas para esquecer... A Diana chaves enquadrar-se-ia melhor com a revista mas, como se pode ver, a notícia anteriormente divulgada aqui não passava de uma mentira de 1 de Abril. Desta vez - à primeira vista -, o calendário não parece reservar nenhuma data marota. A ver vamos se há algum fundo de verdade nesta história ou se o nome da Playboy PT se está a tornar num meio para, mandando umas bocas, se chamar a atenção para quem precisa desesperadamente dela...

Fotos da catraia: carregue aqui e divirta-se!

Playboy Portugal - nº 2

E ao segundo número, quase tudo na mesma...

À primeira vista, a capa com a loura Cláudia Jacques é de nos fazer estacar. "Eh lá, que isto melhorou!". A pose é desinibida - atrevida, mesmo -, e a imagem da bela quarentona domina a capa, quase como quem nos vai saltar para cima. Dá para ver que houve uma verdadeira reviravolta lá para a redacção da Playboy Portugal.

Alguém deve ter ouvido das boas...

Só que, depois, conferindo as fotografias disponíveis na internet (comprei o nº1 e chega), a montanha pariu um rato. É que, mais uma vez, a política da perninha à frente impôs-se, para desilusão de todos quantos esperam que uma revista "para homens", mostre mulheres em nu integral.

Certo, ela aparece, de facto, nua mas é como se não estivesse. Já aqui deixei esta ideia quando escrevi sobre o nº 1 da revista (ler o post) e mantenho-a. Afinal de contas, as "dançarinas" dos casinos também andam nuas mas ninguém nota, pois não?

Já mais fiel à natureza da revista esteve Margarida Gonçalves, não fugindo ao nu integral e frontal e arriscando mesmo uma pose a roçar o porno. Ninguém lho pedia mas também ninguém lho censura.

Curioso é notar a insistência na quase ausência de pelos púbicos. Como já é a quarta modelo, pergunto-me se é moda entre as beldades nacionais ou se se tratará de política da revista (esperemos que não!).

Como a canção do Marco Paulo, esta edição da Playboy Portugal tem dois amores: uma é loura, outra é morena.

Cabe a cada um decidir qual das beldades prefere. Por mim, ficava com as duas mas... como isso era capaz de levantar questões de ciúmes, fico antes à espera do nº3 para ver se aparece mesmo alguma coisa de arromba...

Sabe bem ficar a ver...

Meninas Famosas (certo, o nome não é "famoso") é um site que compila (ups) fotografias de glamour (e não só). O grande foco é dado a modelos portuguesas e a publicações, também elas, nacionais, mas há, igualmente, incursões a outras paragens.

Numa altura em que tanto se fala da Playboy-PT e das candidatas a aparecerem nas páginas daquela, este site é um bom local onde apreciar os trabalhos já lançados por nomes como Diana Chaves, Núria Madruga, Mónica Sofia e tantas, tantas outras.


Aceder a "Meninas Famosas": www.meninasfamosas.com

Diana Chaves na Playboy?

Começa a circular o boato de que Diana Chaves será a próxima capa da Playboy portuguesa. A ser verdade, a alegria invadirá o coração de muito boa gente por esse país fora mas não deixa de ficar uma sensação de "déja-vu".

Será que a Playboy-PT irá percorrer todas as passadas das suas concorrentes (sim, porque eu acredito que a FHM e companhia, são concorrentes da Playbot-PT)?







Entretanto, para quem quiser recordar os trabalhos já publicados com Diana Chaves, pode dar um salto até www.dianachaves.net e aproveitar para passar um bom bocado...

Playboy à portuguesa

África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Brasil, Bulgária, Colômbia, Croácia, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, EUA, Filipinas, Formosa, França, Geórgia, Grécia, Holanda, Hong Kong, Hungria, Indonésia, Itália, Japão, Lituânia, México, Noruega, Polónia, Rep. Checa, Roménia, Rússia, Sérvia, Sueca, Turquia, Ucrânia, Venezuela e... Portugal!

A extensa lista de países onde a icónica revista norte-americana (é um dos símbolos dos EUA) assentou arraiais é retirada do site pbweblog.com que se dedica a publicar as capas de todas as edições da Playboy espalhadas por esse mundo fora. Falta lá a referência à recém-nascida versão nacional mas perdoa-se a falha pela novidade.

Com pouco alarido (não houve campanha publicitária massiva), a Playboy-PT estreia-se em plena época de crise por parte da casa-mãe. Os tempos mudaram, o acesso a imagens de nudez banalizou-se com a internet, os gostos "embruteceram" perante doses cavalares de pornografia (quanto mais "erotismo"!) e, hoje em dia, justificar a compra de uma revista com a perspectiva de poder ver fotografias de mulheres mais ou menos nuas é coisa que já não faz grande sentido.

A Playboy foi uma publicação que, desde o seu já longínquo início, sempre apontou para um mercado de homens adultos que gostavam dos prazeres da vida, fossem eles o sexo, a comida e a bebida, a literatura, os automóveis... A qualidade colocada na elaboração dos conteúdos escritos, a par de uma criteriosa selecção de modelos fotográficos, conseguiu sempre manter um saudável equilíbrio entre a razão e o tesão. Quase toda a gente "entrava" na Playboy por causa das mulheres mas muitos acabavam por ficar clientes das entrevistas e das reportagens. Ainda assim, apesar das virtudes da escrita, era sempre a imagem que se impunha. E, por isso mesmo, a Playboy sempre fez questão de satisfazer o voyeurismo dos seus leitores recorrendo a caras conhecidas do grande público, algumas das quais acabaram quase por se tornar mais reconhecidas pelas suas aparições na famosa página central do que pela continuação das suas carreiras. A fila de nomes famosos que se despiram para a revista de Hugh Hefner é muito longa e se não nos restringirmos à edição americana e dermos um pulo até ao Brasil, veremos que quase todas as bonitas actrizes de telenovela já por lá passaram.

Países tão insuspeitos como a Polónia, a Indonésia e a Turquia são possuidores de edições próprias preenchidas com modelos nacionais. Perante estes exemplos, seria de esperar que, mais tarde ou mais cedo, também a terra dos brandos costumes entrasse para a família Playboy. Fê-lo agora com um número cuja principal atracção é Mónica Sofia, um dos elementos da banda Delirium (conhecida mais pelas cantoras do que pelas canções). Mónica já é experiente no que diz respeito à exposição pública: fotografias sensuais para revistas masculinas, uma participação num Big Brother, aparecimento corrente em revistas sociais... Portanto, sendo uma mulher conhecida, desejável e com um certo à-vontade decorrente da experiência, a sua escolha acaba por ser natural e, até, óbvia. O problema é que, sendo tão natural, acaba por levantar a dúvida: tem Mónica Sofia alguma coisa de novo para mostrar?

A resposta mais fácil seria "sim". Mónica nunca se despiu integralmente e fotografias em lingerie acabam sempre por deixar a imaginação a trabalhar. Por tudo a nu seria a função da sessão fotográfica para a Playboy e, consequentemente, um trunfo na venda da revista. Mas isso é capaz de não ser bem assim... Desde logo, a revista está nos escaparates sem ser embalada, o que permite que o curioso a folheie e satisfaça a curiosidade sem ter de gastar dinheiro; depois, há nus e nus, há sessões e sessões e estas que a Playboy-PT nos apresenta, deixam muito a desejar... Isto porque se nota nas fotografias (quer as de Mónica, quer as de Rute Penedo) um certo pudor, uma espécie de timidez editorial que não se justifica (mais, não se aceita!) numa publicação como aquela de que se fala aqui. A Playboy terá muitas razões para ser lida (Nuno Markl será uma delas) mas só tem uma verdadeira vantagem estratégica perante a concorrência (FHM, GQ, Maxim, Maxmen): a nudez. Ora, se a diferença entre revistas se resumir a tirar e por o soutien, temo que a Playboy portuguesa não tenha grande tempo de vida. É que basta olhar para as sessões que Mónica Sofia realizou para várias outras revistas para nos apercebermos de que o nu que agora nos apresentam é coisa de segunda categoria, claramente abaixo da sensualidade que se sentia nas muitas fotos com origem noutras publicações e que hoje circulam na internet. Também neste momento já devem estar no ar as fotos da Playboy e será fácil chegar à conclusão de que não basta mostrar o peito para justificar um cachet de 30.000 euros! Mónica Sofia (sempre "assistida" pelo namorado) e o fotógrafo preocuparam-se demasiadamente em manter um tom quase neutral nas imagens, nunca deixando que o erotismo venha ao de cima e que a beleza da modelo nos "incomode". Existe, inclusivamente, uma má escolha de alguns ângulos que acaba por realçar pormenores menos bonitos (repare-se na própria capa e no ar um pouco despliscente, quase de bordel).

Em toda a sessão de Mónica Sofia, apenas existe um nu integral frontal mas até este é vítima do pudor, com a colocação de uma renda à volta da cintura que acaba por tapar o que seria o principal atractivo: a púbis. E como se não fosse já suficiente o "obstáculo" visual, ainda houve o cuidado de eliminar os pelos púbicos (o que também se nota com Rute Penedo), numa tentativa estúpida de, mostrando um nu, não o mostrar verdadeiramente. Não é preciso muito esforço para nos lembrarmos dos nus envergonhados dos antigos mestres de pintura...

Ou a Playboy-PT compreende rapidamente que não há que ter medo de cair na vulgaridade (se as outras não caem...) e transmite essa ideia às modelos ou, brevemente, estará com um sério problema em mãos...

Humilhação sexual

Antes de colocar este texto no ar pensei bastante sobre ele. Não que tivesse dúvidas quanto à oportunidade do mesmo mas mais pela forma como o deveria apresentar. Optei por fazê-lo de uma forma fria, quiçá chocante, mas concerteza mais eficaz.

A foto que se vê ao lado foi retirada do site Ghetto Gaggers e ilustra um pequeno vídeo de pornografia inter-racial onde uma mulher mantém relações sexuais com um homem. Até aqui nada há de novo no gigantesco mundo da pornografia e serei o último a criticar a existência e propagação de conteúdos sexuais online. O que me moveu a escrever foi o olhar da rapariga, o vazio que se sente nele, o abandono de um corpo à humilhação pública (porque estas coisas são feitas para serem vistas pelo maior número de pessoas) a troco de alguns trocos que vão servir sabe-se lá para quê... droga? alimentação? luxos? Pouco me importa, sinceramente.

Ao contrário do que é comum nos conteúdos para maiores de 18, aqui não há uma beldade sorridente e de ar lascivo fazendo o seu trabalho de forma desinibida. Não, aqui há apenas um ser humano sendo humilhado em nome da excitação sexual que tal acto provoca em quem o vê. Todo o vídeo serve unicamente para isso: mostrar alguém a ser usado como um pedaço de carne anónimo, uma coisa que se usa e deita fora, uma queca sem qualquer valor.

No fim, a rapariga é brindada (por um segundo homem) com a clássica ejaculação para a cara e é precisamente neste momento que melhor nos apercebemos da ausência no seu olhar. Distante... apagado... mesmo quando olha para nós (ou através de nós).

Já vi muito na internet, já vi coisas capazes de revolver o estômago ao cidadão médio mas a cara desta mulher meteu-me pena, mesmo tendo quase a certeza de que ninguém a obrigou a entrar ali, mesmo sabendo que ela é livre de se deixar humilhar.

Ainda assim...

Se quiser ver o vídeo carregue no link seguinte (mas fica avisado de que vai ver pornografia...): Ver o vídeo