a inteligência pesa?
Ao ver estas fotos de comentadores do Jornal de Negócios, estou inclinado a dizer que sim...
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P.S.: ainda havia mais uma foto mas estragava o enquadramento :)
a inteligência pesa?
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no melhor pano cai a nódoa
[ o transe de coelho ]
Sonia é o primeiro trabalho do mafioso que, ou a entrega no destino, ou está feito, claro. E o destino é Itália, onde Sonia é colocada a trabalhar num bordel. Como primeiro trabalho, tem de satisfazer um preto - brasileiro? africano? (não se percebe bem) -, mas fica sem se conseguir mexer e nós ficamos também sem perceber o que lhe terá causado mais repúdio: a raça ou a situação. Sonia leva umas lambadas e, de cliente em cliente, lá vão tentando que a moça faça alguma coisa. Passado algum tempo, a nossa infeliz russa é levada para um palacete onde deverá servir de brinquedo a um jovem adulto demente que, após um fascínio inicial, fica bastante desiludido ao constatar que a "flor dela é murcha"... Este problema de origem botânica não demoveu, no entanto, o assistente pessoal do louco a mostrar-lhe como é que as coisas se fazem...
Há quem diga que já não existem boas ideias mas, a verdade é que há sempre alguém que se presta a mostrar que ainda há muita coisa boa para ser inventada. A empresa americana PinMart, produtora de pins (aquelas alfinetes quase sempre ridículos que se põem nas lapelas ou nos bonés), lembrou-se de que mostrar apoio ao nosso clube, declarar as nossas preferências sexuais, incitar ao consumo de uma qualquer droga ou, simplesmente, fazer publicidade a um qualquer serviço (de forma gratuita) já não era suficiente. Os pins, na sua nobre função comunicativa tinham de ir mais além. E foi mesmo em questões do "além" que a PinMart se meteu. Os cérebros da empresa puseram no mundo um conjunto de pins alusivos a funerais e a falecimentos. Desta forma, quem quiser, já pode andar ostentando orgulhosamente um pin indicando que teve no funeral de A ou B. Imaginem uma coisa do tipo "Funeral do Ti Manel: eu estive lá!" ou ainda, "O meu melhor amigo morreu... e eu diverti-me imenso!", ou ainda, "Eu vi o caixão do Tozé. E tu?". Se o tom for de maior dor e religiosidade podemos sempre andar com um pin que nos lembre que é preciso orar pelas alminhas dos que partiram. Aqui, os criadores da PinMart podiam recorrer à tecnologia e fazer um pin que tivesse alarme. Assim, todos os dias, às 17h, o pin lembrava-nos de que era preciso dizer uma novena em prol do falecido. Isto sim, seria útil!
Eu acho que deviam dar um prémio de produtividade aos ciganos romenos (formalmente, turistas) que pululam por Lisboa. Em pleno 5 de Outubro, no hipermercado Continente do Colombo, uma destas forasteiras andava importunando as pessoas, pedindo dinheiro para o champô do bebé. Ah pois! Julgavam que, desta vez, não havia bebé? Não senhor, eles também trabalham nos feriados...

Sintra decadente