mais directo, é difícil


O Meetic é mais um daqueles sites de encontros que, idealmente, poderiam ser uma óptima ferramenta para que as pessoas encontrassem a sua cara metade. Digo "idealmente" porque:

1) é sabido que os homens procuram mulheres bonitas e a maior parte das raparigas à disposição estão longe de sê-lo (se o fossem, não tinham necessidade de andar por ali).

2) quando aparece alguma beleza ou tem problemas de cabeça ou anda ali para se exibir e ver quantos homens lhe enviam mensagens.

3) para falar com meninas é preciso pagar (e o Meetic abusa nisso!) e rapidamente se chega à conclusão de que vale mais gastar o dinheiro noutra coisa qualquer.

Apesar de tudo, os sites existem, têm utilizadores e, claro, procuram arranjar mais. Foi para isso que alguma mente prática resolveu colocar um anúncio no Google. O título diz tudo, é curto e directo. Palavras para quê? É mesmo assim!
que belo par...



Indo a caminho da paragem do autocarro, encontrei este simpático par desejando-me um bom dia. Estavam os dois presos numa montra de uma drogaria mas nem a presença de bonecas de louça, panelas, produtos de higiene e outras coisas típicas deste tipo de lojas os impediu de sorrir a quem passava.

Tirei-lhes uma fotografia. Confesso (e nem é preciso padre para isto) que não resisti ao ridículo da situação.

Ao abandonar o local, uma empregada de uma mercearia vizinha rosnou um "já tirou a fotografia à irmã Lúcia...". Daqui se depreende que é uma fã incondicional da finada freira pois nem por um momento hesitou em pensar que, entre o Jojó e a Lulu, a minha preferência ia para a segunda.
importa-se de repetir???


Comprei um alicate para cortar as (enormes) unhas ao meu gato.
Fui a uma loja de animais e trouxe o que havia, de uma marca italiana de nome CaniAmici. Esta "Tagliaunghie ghigliottina" trazia, no verso da embalagem, os habituais textos onde os fabricantes fazem a apologia dos seus produtos.
Os meus olhos procuraram imediatamente a nossa boa língua para se pasmarem ao ler isto:

"P-Escolha com confiança que os produtos de nosso tipo de contolled a qualidade. Croci Trading Companhia produz e commercializes produtos selecionados com cuidado e competence de quem os amores e sabem animais de estimação e do que necessidade they."

Palavras para quê? Terá sido um marciano o autor da tradução? Pior do que isso, quero crer, um italiano com o cérebro de uma barata? Ou terão usado algum sistema automático de tradução, da autoria de um surdo-mudo?

Para quem quiser cumprir a sua obrigação de insultar (pode ser em Inglês) as animalárias responsáveis por semelhante aberração, aqui fica o endereço: sales@crocitrading.it
uma mera questão administrativa

A Igreja "acaba" de decidir que os não-baptisados também vão ter direito ao Céu.
É verdade, acabou-se uma das grandes angústias de todos os pais, a de que os seus pequenitos, em caso de serem chamados por Deus Nosso Senhor, pudessem ficar eternamento no Limbo sem poderem beneficiar das inúmeras benesses à disposição dos habitantes do Paraíso. Isto só aconteceria, claro, se não tivessem sido formalmente acolhidos no rebanho do senhor. Mas, agora, por decisão do Papa (que certamente terá consultado, primeiro, o seu chefe lá em cima), tamanha injustiça acabou e as criancinhas já podem morrer em paz que, quer os seus pais sejam uns perfeitos beatos, quer sejam os mais acérrimos defensores do Bloco de Esquerda, vão todos para o mesmo sítio para que as suas alminhas se possam dedicar às mais ternas brincadeiras para todo o sempre...

Ámen.
nacionalistas, q.b.




No dia 21 de Abril, haverá um encontro de "nacionalistas" no espaço onde funcionava a antiga Feira Popular. Ao contrário de muita gente exaltada que se atira às paredes cada vez que se fala em extrema-direita, eu reconheço-lhe o direito de associação e de participação política. É certo que quando a ED esteve no poder, esse mesmo direito foi gravemente perturbado (para todas as outras tendências políticas) mas isso não é pretexto para que, em democracia, os actuais defensores da ED se vejam transformados numa espécie de cidadãos de segunda até porque, à esquerda/extrema-esquerda é permitido usar e abusar do sistema político vigente sem que se lhe peça contas por todas as asneiras que fez ou pelas tentativas de imposição de uma ditadura de esquerda em Portugal. Mas, formalmente, a constituição ainda coloca um entrave à liberdade de expressão/associação ao proibir organizações de cariz fascista (palavra que é usada para demasiada coisa). Curiosamente (ou não), a defesa de todo e qualquer radicalismo de esquerda que, posto em prática, levaria à derrocada da nossa sociedade, não só é permitida como também é apadrinhada por alguma comunicação social. E é aqui que se dá a maior distorção do conceito de democracia porque, de uma forma absolutamente frontal, para os media, as ideias da EE têm direito a ser passadas para o público sem que qualquer consideração lhe seja feita enquanto que as da ED são sempre envolvidas pela polémica de forma a serem apresentadas como algo de condenável. A comunicação social é o quinto poder e se, no dia-a-dia, a sua fidelidade tem vários cambiantes, a verdade é que, quando toca a questões associadas à ED, a CS praticamente fala a uma só voz para condenar e ridicularizar quem se atreve a ser diferente.
Mas, ser diferente não significa, necessariamente, ser bom. No caso da ED, raras vezes isso acontece mas tal não é razão para proibir a sua defesa ou ostracizar quem o faz. Na política, é a discutir ideias que se chega a conclusões e se todos estamos sujeitos ao populismo demagógico de esquerda, porque razão não deixar que se lhe contraponha o de direita?

Dizia Benjamin Franklin, um americano dos antigos (político, intelectual e inventor), qualquer coisa como isto: "posso não concordar com o que os outros dizem mas seria capaz de morrer pelo seu direito a fazê-lo". É a liberdade de expressão. Muitos não a querem.

Dito tudo isto, passemos a umas pequeníssimas notas sobre algumas contradições dos chamados "nacionalistas", todas bem evidentes no cartaz do evento a que aludi na primeira linha.

Comecemos pela lista de países com organizações aderentes. Entre outros, surgem-nos Alemanha, Espanha, Inglaterra (!) e Itália. Ora bem, aqui, a definição de nacionalismo está sujeita a forte fogo. O que é o nacionalismo? Ou, melhor, quem tem direito a proclamar-se nacionalista? No caso espanhol, a extrema-direita nacional apoia os franquistas ou os nacionalistas galegos, bascos e catalães? E em "Inglaterra" (apresentada com a bandeira do Reino Unido)? Galeses e Escoceses não interessam? Em Itália, onde a Liga Nord é considerada um partido de extrema-direita, ser nacionalista é querer a independência do norte de Itália ou defender a supremacia romana sobre a península?
A resposta é, em todos os casos, que os "nacionalistas" são aqueles que defendem a aglutinação/supressão das nacionalidades históricas em favor de entidades políticas mais ou menos forçadas. E aqui entram em conflito com a extrema-esquerda cuja tendência é, precisamente, para apoior os nacionalismos independentistas (vejam a ligação do Bloco de Esquerda aos nacionalistas Galegos e Bascos). Temos, portanto, que o termo nacionalista, empregue da forma como os "nacionalistas" o fazem, é enganador e reflexo de falta de pensamento. Porquê? perguntarão. Vejamos exemplos:

A Alemanha está para a extrema-direita, como a antiga União Soviética estava para o comunismo. A Alemanha provocou duas guerras mundiais onde teve como principais adversários a França e o Reino Unido. À Alemanha convinha que estes dois países fossem entidades supra-nacionais sólidas ou que, pelo contrário, se desintegrassem em unidades menores, quase fatalmente em conflito umas com as outras por necessidade de afirmação? A resposta é, obviamente, a segunda. E, no entanto, os nacionalistas alemães sentam-se à mesa com os que defendem os Estados Inglês e Francês...

A história da França na Europa é, em parte, a história dos seus conflitos com os vizinhos e, particularmente, com os espanhóis. A pergunta que se faz é: para um nacionalista francês, o melhor para o estado de Napoleão teria sido uma Espanha unida ou a existência de quatro países onde hoje está um? Mais uma vez, temos como certa a segunda hipótese.

E já que falámos de espanhóis, atendamos ao caso mais óbvio. Para Portugal, seria mais fácil a afirmação no contexto peninsular tendo de lidar/competir com três países pequenos e um médio ou com um grande? Como é possível que um nacionalista português possa sentar-se à mesa com indivíduos que defendem um regime (o de Franco) onde as nacionalidades históricas eram reprimidas com o consequente fortalecimento espanhol face ao nosso país? Como é que um nacionalista lusitano pode preferir o centralismo castelhano ao independentismo galego? Não faz sentido e isso explica-se porque a palavra "nacionalista" não passa de uma mera fachada, um eufemismo usado para tentar levar as pessoas a crerem que a ED tem como grande preocupação o bem estar nacional quando, como acontece com todos os extremismos, a única coisa que se pretende é a defesa de radicalismos e totalitarismos conducentes à manutenção de determinadas classes no poder. Como sempre, os peões, ignorantes, prestam-se à manipulação política e intelectual por incapacidade de verem o que está por detrás de discursos políticos de fraca qualidade. Quando, na rua, se entrevistam "nacionalistas", as suas respostas são confrangedoramente más e atabalhoadas, quase ao nível (ou abaixo dele) das cassetes comunistas.

O nacionalismo é-nos apresentado muitas vezes como um radicalismo, uma degeneração do patrotismo que urge evitar. Este "nacionalismo", que faz um português apertar a mão a um espanhol defensor de um regime cujo dirigente máximo teve como tese de fim de curso na Escola de Guerra, um plano para a invasão de Portugal, não me serve e não serve os interesses de qualquer pessoa com dois dedos de testa.

O próprio Salazar, quantas vezes apresentado como exemplo pelos "nacionalistas", desprezaria concerteza esta gente, da mesma maneira que desprezou os radicais de Rolão Preto. A Salazar agradavam os totalitarismos de direita por se oporem aos de esquerda e porque a sua existência fornecia uma espécie de "ambiente" natural onde a sua própria ditadura poderia sobreviver. Foi por isso que Salazar apoiou Franco. Porque a derrota deste último e a consequente existência de uma Espanha democrática seriam uma ameaça para o regime. Apenas por isso.

Mas, o disparate "nacionalista" não pára por aqui, i.e., pela salganhada ideológica. No cartaz do evento que esteve na origem deste texto, podemos ainda ver que existirá um concerto "Luso-Ibérico" !!! Arregalarão os olhos os minimamente atentos. Já se tinha ouvido muita coisa mas "luso-ibérico"... É certo que, do lado de lá da fronteira, o apropriamento do termo é constante (veja-se os nomes das empresas) mas isso já não nos surprende (chamar Espanha a um país já foi um óbvio abuso). O que me deixa boqueaberto é ver semelhante estupidez patrocinada pelos "nacionalistas" portugueses... Será que Portugal já só existe nas ilhas?
Denunciada aqui a aberração, passemos à análise das bandas. Por Portugal, temos os "Bullet 38" e pela "Ibéria", apresentam-se os Asedio e os Totenkopf. Ou seja, destas três bandas nacionalistas, duas têm nomes em línguas que não são as suas. Isto é ser nacionalista?

É mau demais... ou caso para concordar com os Gato Fedorento quando dizem que "com os Portugueses não vamos lá"? Com estes nacionalistas, de certeza que não.
cheio, logo de manhã

Hoje acordei às 5 da manhã, exactamente duas horas antes do que devia. O adorável cão que vive numa escola ao lado da minha casa e que faz questão de ladrar às horas menos próprias, resolveu fazer uma serenata à chuva durante vinte minutos. Primeiro grunho do dia.

Para minimizar os estragos, saí de casa assim que pude e fui para o ginásio, ainda com dificuldade em abrir os olhos.

À saída, ao vestir-me, apareceu o dono do cacifo do lado (por qualquer razão estranha, isto acontece sempre). Como o meu estava junto à parede, fiquei ali apertado enquanto o tipo estava à grande. Segundo grunho do dia.

Saio do clube e atravesso a estrada com o sinal verde (para peões). Como também há um intermitente, os carros vão passando. Uma camioneta das obras fez questão de me passar a rasar o nariz, apesar de vir de trás de mim e ter todo o tempo para parar. O condutor sorriu a jeito de "eh pá, desculpa lá o mau jeito mas estou-me cagando para ti". Terceiro grunho do dia.

Metros mais à frente, sob chuva e tentando não me molhar muito, quase que choco com uma mulher que vinha na direcção contrária. Ela, abrigada debaixo do seu chapéu de chuva, sorriu e ficou à espera que eu (que não tinha chapéu) me desviasse para que ela continuasse o caminho confortavelmente. Não o fiz e chamei-lhe a atenção. Quarto(a) grunho(a) do dia.

Entro no café e tomo o pequeno almoço. Vou para pagar e ponho o dinheiro em cima do teclado da caixa, juntamente com o meu cartão da Galp. Ao meu lado, uma fulana daquelas que, nitidamente, se acha uma coisa de muito jeito (não o sendo, sequer), chama a empregada dizendo que quer pagar. A empregada, ignora o meu dinheiro e cartão (em que teve de pegar) e atende-a. Como a tipinha queria pagar com Multibanco e eu estava no meio, ainda me pediu licença para passar. Não aguentei e disse-lhe que ela passava à frente dos outros, não se podia desviar... enfim. Calou-se mas mandou-me o fero olhar tuga. Depois de pagar, lá passou por trás. Quinto(a) grunho(a) do dia.

Eram 9:20 da manhã, apenas...
pronto, chega!

Chegou à santa terrinha o último contingente de tropas nacionais vindas da Bósnia.
No aeroporto, um jornalista cumpriu a sua função de informar as massas perguntando aos magalas se sentiam saudades. De quê? - pergunta-se. De tudo e de nada.
Um dos interpelados respondeu à interessante pergunta com um "algumas... bastantes... muitas". A imagem mudou nesse momento e com isso prestou um mau serviço ao telespectador porque ficaremos sempre sem saber se o soldado continuou com um "imensas... montes... pilhas... bué!"

NOTA: nenhum dos soldados na fotografia é aquele de quem se fala neste texto
Millennium BCP: mais uma

Não tarda nada parece que eu tenho qualquer coisa contra o Millennium BCP atendendo à quantidade de textos que aqui deixo relativos a esse banco. A verdade é que, sendo cliente do grupo, tenho mais acesso à publicidade do dito. Não tenho dúvida alguma de que os defeitos que enquinam este grupo nacional também afectarão outros.

Dito isto, passemos à mais recente palermice do marketing do BCP.
Desta feita, a promoção consiste na oferta de fins-de-semana em hotéis de renome, com direito a popó (de prestígio, claro), para os clientes que derem as maiores ordens de bolsa numa determinada semana. Como eu, que sou um mísero investidor, dou ordens na casa dos €4000, pode-se imaginar, atendendo ao universo de clientes do BCP, o que serão as "maiores ordens". Estaremos, provavelmente, a falar de dezenas ou centenas de milhares de euros. Tal como nas ridículas promoções de Natal, mais uma vez se tenta aliciar as élites com prémios patetas. Um indivíduo que movimenta dezenas de milhares de euros numa só ordem de bolsa, precisa mesmo que lhe ofereçam uma porcaria de um fim-de-semana num hotel?

Se a ideia é levar o público médio a usar os serviços de corretagem do BCP, o tiro sai obviamente ao lado mal o cliente se apercebe de que nunca chegará a qualquer prémio, portanto...

Há coisas que não se percebem...
a fila da estupidez


Não há nada a fazer: o tuga é mesmo estúpido que nem uma porta. Incapaz de pensar por si mesmo, de analisar uma situação e chegar a conclusões próprias, espera muito simplesmente por se poder encostar a qualquer coisa na perspectiva de não ter de gastar os (poucos) neurónios a pensar no que fazer.


As fotografias que aqui estão foram tiradas no dia 3 de Março, a partir do edifício da reitoria da Universidade de Lisboa. O evento foi um concerto de música clássica (no caso, obras de Strauss). O senso comum (ou o preconceito comum) diria que num concerto deste tipo seria de esperar um público mais culto, mais intelectualmente capaz. Se necessário fosse mostrar a espíritos menos flexíveis que as etiquetas muitas vezes estão no casaco errado, as ditas fotos poderiam dar alguma ajuda.



Observe-se bem a situação: só uma porta estava aberta para o edifício. Naturalmente, formou-se uma bicha para entrar. A fila vai descendo os degraus da Reitoria e chega ao passeio. Este tem, pelo menos, seis metros de largura, mas a bicha, ao invés de o aproveitar (a bem do conforto de todos), continua em direcção à estrada.
Cada tuga que chega coloca-se atrás do anterior sem se preocupar minimamente com a posição. Somente quando chega à estrada é que a fila começa a fazer uma curva para que os "fileiros" possam ficar paralelos ao passeio (e à estrada) não a cortando. Pelo meio já estão os carros estacionados. Ao chegar ao fim da rua, nova estrada se depara. Aqui, sendo esta de maior movimento, a fila reentra no passeio (na sua parte mais estreita) para seguir calmamente por este.

Pelo meio, a enorme, a larguíssima calçada junto à Reitoria ficava absolutamente deserta porque os tugas faziam bicha na estrada! Estupidez? Incapacidade de pensar?

Depois, digam que a culpa é do Governo...


P.S. - ...e já não falo aqui daquela coisa de desatarem a bater palmas no início do Danúbio Azul. O maestro era um porreiraço: mandou parar a orquestra e agradeceu em Português. Depois, lá deixaram os músicos tocar.
cuidado com a vodafone!

Sou cliente do serviço de net móvel da Vodafone desde Dezembro de 2005. Na altura, existia uma promoção que me daria direito a 10GB de tráfego mensal e utilização ilimitada da 01:00 às 07:00. Tratava-se, repito de uma promoção. Para além da data de activação, a promoção implicava um contrato de fidelização de 12 meses.

Há alguns meses reparei que o tarifário da classe de acesso à qual estou ligado (Placa 3G/GPRS até 384Kbs) tinha baixado de €29,90 para €22,50.
Trocando emails com a Vodafone, é-me dito que, embora o preço tenha baixado, para manter as condições da promoção teria de continuar a pagar o preço antigo. Aqui, a coisa já não cheira bem mas ainda se deixa andar porque as diferenças no acesso são bastantes (10GB contra 1GB, "happy hour" contra... nada).


A Vodafone disponibiliza um software de nome "Vodafone Mobile Connect"

responsável pela gestão da placa e que tem uma função que nos permite ver o tráfego realizado. Este tráfego é indicado por mês (civil) e toda a publicidade da Vodafone usa simplesmente o termo "mês", nunca indicando qualquer pormenor do tipo "mês de facturação". Ora, qual não é o meu espanto - diria mais, o meu pasmo -, quando me chega o extracto/factura do serviço indicando que eu teria de pagar a "módica" quantia de €76,2 por comunicações de dados!!! E isto porque a Vodafone faz letra morta da questão do mês civil e vai somando a utilização entre dois meses.

Como se já não bastasse a péssima cobertura que eu tenho (vivendo em Benfica!) em que o 3G nunca passa do 2/5 (quando o serviço não está em GPRS!...), ainda por cima apresentam-me uma conta baseada numa abusiva interpretação do termo "mês".

Ao todo (serviço base + comunicações), uma factura de mais de cem euros para pagar!