Imagens para saborear

Hoje deixo aqui uma sugestão para um blog: ritacarmo.blogspot.com/.

Rita Carmo fotografou diversos artistas e colocou no seu blog algumas das fotos, várias delas capazes de concorrer à designação de icónicas. A título de exemplo, reparem na beleza da imagem de Jorge Palma que ilustra este texto...

Muitas outras óptimas fotografias podem ser vistas no blog, abrangendo um leque de artistas vasto mas com clara predominância no que é bom, que é como quem diz, o que é nacional.

São imagens para saborear com calma, tentando ouvir nelas a música que as fez nascer.

Velho e cansado

Podia começar este texto de muitas formas. Uma delas seria lembrar-me de quando Mark Knopfler e os Dire Straits eram uma referência incontornável da minha adolescência. Da forma como eu e um amigo seguíamos a carreira da banda e do seu líder (a melhor fase a solo de MK foi durante os DS), de como lhe copiávamos a maneira de tocar, de como tentávamos aprender as músicas do Alchemy seguindo fotocópias de pautas, de como comprávamos ou gravávamos tudo aquilo em que o "mestre" tocasse (ou produzisse, ou abençoasse), de como pendurávamos nas músicas dos "Apertos Terríveis" alguns dos nossos sonhos ao som daquelas notas de guitarra que pairavam no ar e se alongavam ainda mais nas horas nocturnas. A vida faltava-nos ainda quase toda e, no entanto, tanto dela parecia já estar ali ao nosso alcance... Há traços de uma idade passada que acordam sempre que o início de Romeo & Juliet é dedilhado na guitarra de aço de MK; há horizontes que se tornam maiores na monumentalidade instrumental de um Telegraph Road; há uma menina que nos espera num parque de diversões qualquer, onde as bancas de tiros se cruzam com as lojas, logo ali, à saída do "túnel do amor".

Podia também começar relembrando a desilusão que foi ver (finalmente) os DS em Portugal. Muitos anos depois da sua fase maior, quando o nosso país se abria aos grandes espectáculos - então na enfadonha versão "concerto de estádio" -, a banda londrina ofereceu ao velhinho Estádio José de Alvalade um evento competente mas que já dava para perceber que a chama era pouca. Tempos mais tarde, tocaram no Algarve e as críticas foram unanimemente melhores. Pouca sorte das dezenas de milhares que estiveram em Lisboa...

Finalmente, podia falar do outro concerto de MK que vi no Pavilhão Atlântico e onde a "decadência" do homem que Herman José considera categoricamente como o pior entrevistado que já lhe calhou (só respondia por monossílabos), já dava mostras da sua graça: um espectáculo chato que só se animava quando MK ia ao baú buscar os icónicos temas dos DS.

Se, nos concertos dos Scorpions, metade do público está lá pelas baladas (mulheres) e a outra metade pelo Hard Rock (homens), nos espectáculos de MK, toda a gente está lá pelos Dire Straits. A diferença é que a banda alemã é feita de gente minimamente atenta aos gostos de quem lhe sustenta o nível de vida e procura agradar a todos, enquanto que Knopfler está-se marimbando para a montanha-russa que são os aplausos ao longo das cerca de duas horas em que toca: da relativamente comedida reacção aos temas "a solo" ao quase delírio quando os anos 80 "straitianos" surgem. A alegria do reencontro chega a ser tal que ofusca completamente momentos que deviam ser saboreados com um silêncio quase religioso (mais uma vez, a guitarra de Romeo & Juliet).
Os concertos de Mark Knopfler dificilmente poderão melhorar. O caminho apresenta-se claramente descendente. Por várias razões: MK já não tem o talento de compositor que tinha; a colagem a estilos tipicamente americanos diminui-lhe a margem de criação; Knopfler quer ter uma carreira sua (se assim não fosse, ressuscitava os Dire Straits - operação certamente de retorno milionário). Quanto mais anos passarem e maior for o reportório a solo, menos espaço haverá para as canções dos DS. O público perde - MK está-se, certamente, lixando.

Toda a atitude do escocês é feita de um laxismo que só cede perante a competência técnica. E mesmo esta parece, aqui e ali, ser incomodada por algumas precipitações (houve ou não versões "encurtadas" de alguns momentos?). MK passeia (enfim, apresenta) em palco uma barriga redonda sobre a qual assenta as diversas guitarras que vai usando, cada uma com a sua afinação e nem sempre a que se espera nos temas. Compreende-se que haja cansaço por parte do artista ao executar infinitas vezes alguns temas mas, daí a mostrar menos cuidado na interpretação... É essa a imagem do profissionalismo que Knopfler não parece seguir. Em cima do palco, ele tem de dar espectáculo. E isso passa por uma selecção de temas que agradem ao público e por uma atitude enérgica na interpretação. Várias vezes dei por mim, no Campo Pequeno (muito más condições, no segundo andar) à beira do enfado absoluto, olhando para um homem que parecia mais estar a tocar num qualquer evento para paralíticos com problemas de insónia do que para milhares de (velhos) fans seus.
As músicas escolhidas para serem interpretadas foram do mais chato que se possa imaginar. Momentos houve em que mais parecia que era preciso encher uns minutos com qualquer coisa e enfiava-se uma suporífera bucha no estilo arremessado de "country" que MK agora segue, do que estarmos propriamente num concerto de um nome grande da pop britânica. Mau demais!


Mark Knopfler podia tocar sentado num sofá. Aliás, custa-me a crer que a displiscência daquele não lhe tenha já segredado ao ouvido semelhante sugestão. Assim por assim, a figura chega a ser tão imóvel que só se lhe vêm os dedinhos mexer, algo que continuaria a poder fazer confortavelmente refastelado. O público poderia fazer o mesmo e, deixando-se ir na onda, adormecer sonhando que estava de volta aos anos 80/90 quando uma banda chamada Dire Straits era fundamental no panorama musical mundial, aí ainda liderada por um magro e razoavelmente mexido guitarrista de fita na cabeça e não por um avô de ar quase sempre sisudo.

O problema de MK é que, apesar da sua enorme obra, é demasiadamente humano para o que um artista deve ser. Aos grandes músicos não cabe o direito de envelhecerem tanto ou mais do que os seus fans. Há qualquer coisa de imoral numa criatura que, em cima do palco, não faz questão de ser mais jovem do que o mais novo dos seus espectadores. A idade não pode ser desculpa. Os Rolling Stones continuam aos saltos em palco, Bryan Adams parece um adolescente, os Iron Maiden debitam hora e meia de pura energia. Todos com estilos muitíssimo mais exigentes do que o de MK.

Fui a este concerto como uma espécie de tira-teimas. Tirei-as todas: cinco ou seis músicas de Dire Straits (Sultans of swing, Romeo & Juliet, Telegraph Road, Brothers in Arms, So far away) não são suficientes para justificar o preço do bilhete, ainda mais quando estamos sentados como sardinha em lata, encaixados entre o sujeito de cima e o de baixo, mexendo um pé e acertando nas costelas de alguém, com colunas à frente e gente sempre a passar devido à má disposição dos acessos das entradas às cadeiras.

A noite estava quente, como se fosse Verão. Mark Knopfler, como de costume, pos gelo na coisa.

Curtas (7)

Uma vizinha minha mostrou-se ofendida porque lhe enviei uma carta de reclamação e comecei-a com "Caríssima".

As meninas da net

Já aqui deixei, noutra ocasião, uma amostra da minha opinião sobre o tipo de pessoas que nos arriscamos a encontrar nos sites de "encontros". Não vale a pena repetir o que escrevi então mas valerá relatar alguns exemplos das prendas com as quais nos deparamos. E porquê fazê-lo agora? Porque me apetece e, sinceramente, não me estou a lembrar de nada melhor. :)





Caso 1: a psicóloga clínica

Uma rapariga a meio dos trintas, solteira, de aspecto chamativo (o que não é, necessariamente, sinónimo de beleza), presente em quase todos os sites de procura de uma cara-metade, aparentemente muito bem na vida...
Conversa-se com ela no MSN, diariamente, várias horas por dia, chega-se à conclusão de que há uma sintonia quase total de gostos e pontos de vista, somos soterrados em fotografias (dela, da família e dos cães), marca-se um encontro e, dois dias antes do grande momento, comete-se uma falha monumental: no meio de (mais) uma conversa, digo à moçoila para ser ela a puxar um assunto porque era quase sempre eu a fazê-lo. O que eu fui escrever! Que julgava que estava a falar com uma pessoa adulta, que éramos iguais, isto e aquilo e... silêncio.
Continuo a vê-la nos sites...


Caso 2: a comercial da multinacional

Mais uma trintona, de aspecto agradável, muito bem na vida, divorciada após um casamento de vários anos, vivendo numa zona moderna da cidade, quadro comercial numa multinacional do sector informático. Fala-se com ela algumas vezes, a coisa corre muito bem, e eis que, no meio de uma troca de banalidades (o que estás a fazer? o que estou eu a fazer?) escrevo que estou a tratar das fotos de alguém. "Mas, que relevância é que isso tem para a nossa conversa?!", dispara ela à queima-roupa.
Depois do "tiro", nem mais uma palavrinha...


Caso 3: a brasileira lusófila

Desta feita, o apelo foi do outro lado. Uma mensagem enviada e começa-se uma troca regular de mensagens e conversas no MSN. A rapariga é atrevidota (claramente à procura de noivo no lado de cá), o assunto é esclarecido e continua-se a conversar, inclusivamente sobre um bigodado pretendente à pequena. Passam-se semanas e meses e vai-se mantendo o contacto. Chega-se inclusivamente à fala propriamente dita. A rapariga resolve vir a Portugal (passando por Lisboa) para conhecer a terra de que diz tanto gostar e passear na companhia do pretendente. Pois bem, julgam que teve qualquer interesse em conhecer-me pessoalmente? Nada disso. Afinal de contas, vir a Portugal deve ser como ir ao café da esquina. Meses de conversas e nem a curiosidade de se estar à frente de alguém com quem se discute todo o tipo de assuntos.
Um dia muito mais tarde, perante uma "brincadeira" minha relativa ao esquecimento do meu nome, finge-se ofendida e "desliga".


Caso 4: a constipada

Cachopa atraente, a menina nos vintes, administrativa (?) numa empresa nas Olaias. Um bocado abaixo da idade para mim (ou eu acima, para ela) mas, ainda assim, tenta-se a coisa. Fala-se uma ou duas vezes e eis que me lembro de perguntar à rapariga se estava melhor da constipação. Bruto como só eu, pergunto se ainda estava "entupida". Ai credo, o vilão mal-educado! Corte imediato.


Caso 5: a professora universitária

Moça culta e cheia de histórias, do tipo palrador, divertida pela capacidade de conseguir falar sem parar sobre si e as coisas de que gosta. Encontramo-nos duas vezes. Não há atracção física mas a personagem é "engraçada" e interessante no acesso a um nível cultural pelo qual me sinto atraído. Trocam-se mensagens mas falho em ficar com o telemóvel da catraia (já repararam nos sinónimos de "mulher" que vou usando? - aprendam, que ficam com o vocabulário mais rico). Um dia "insinuo" que ela mo pode dar para nos podermos encontrar "acidentalmente". Como assegura já mo ter dado e eu não ter ficado com ele por falta de vontade, exige que eu lho peça explicitamente. Que não seja "naquela de saber" - não! -, tenho de o pedir.
A coisa fica por ali. Eu sem o número da menina e os dois sem (aparentemente) falarmos mais.


Caso 6: a brasileira ressabiada

Brasileira, 26 anos, estudante de psicologia na Universidade Lusófona. Bom aspecto...
Envia-se uma piscadela através do Match.com, recebe-se outra de volta, começa-se a conversar...
Na terceira linha, a miúda diz o que faz; na quinta, já está a dizer mal da maneira de ser dos Portugueses; na oitava chama-me nomes por eu dizer que não gosto do ensino universitário particular.
Corto a comunicação mas ela não gosta. Faz questão de continuar a vomitar o seu ressabiamento e má-educação em dois ou três emails irados.
Uma das coisas de que esta estudante universitária (futura "psicóloga") me tenta convencer é que, no Brasil, "mas" se escreve "mais"... Dá bem a noção da animalária...


Caso 7: a infeliz

Uma cara muito bonita chama-me a atenção num site. Como o email dá para ser percebido, adiciono-a ao MSN. Um dia, lá a apanho. Foi das conversas mais tristemente estúpidas que tive com alguém: a rapariga afirmava-se uma desgraçada, possuída por uma tristeza sem fim e até pedia desculpa por estar a escrever-se comigo, a pobre. Sem instrução, sem alegria, sem dinheiro, sem nada...
E eu sem pachorra...


Caso 8: a cantora pop

Parte de um trio pop, mais conhecido pelo aspecto das garinas do que pela sua música, esta moça passou largas horas de conversa comigo. Falou-se de muita coisa, trocámos números de telefone, SMS de Boas-Festas, ela enviou-me fotos em que aparecia nua, etc. Pois nunca consegui encontrar-me com a rapariga!
E uma pessoa fica assim, a modos que a pensar... se nem fotos de nudez significam alguma coisa...


Caso 9: a inquisidora

Uma vez, arranjei o contacto de uma rapariga que trabalhava num escritório de advogados perto de mim. Já não me lembro da origem do contacto mas lembro-me da absoluta frieza indagadora da criatura. Após os "olás" da praxe, a mulher ataca-me com um questionário cerrado: "Altura, peso, cor dos olhos, emprego (...)". A coisa morreu ali, naquela altura. Noutro dia, recuperada a paciência para aturar malucas, voltei à carga. E o cenário repetiu-se. :)

Curtas (6)

O Holmes Place da Avenida da Liberdade (Lisboa) tem descontos para homossexuais ou é só uma grande coincidência a enorme quantidade deles que lá anda?

O festival

Lisboa já tem um festival de Flamenco. Não, não tem nada a ver com o queijo (que é "FlamenGo"). Antes tivesse, ainda assim. Apesar da sensaboria do famoso Limiano, há por aí muita bola vermelha que faz as delícias de quem a come. E o verbo "comer" vem a propósito porque, agora, temos de "comer" com um festival (com direito a palestras e tudo) de uma... digamos, "expressão cultural" estrangeira que não nos diz nada, que não está difundida nos gostos da nossa população e que, basicamente, serve (o festival) de testa de ponte da penetração espanhola cá no burgo. Desconheço quantas pessoas frequentarão os eventos e, dessas, quantas serão portuguesas (desconta-se as tias e os homossexuais) mas calculo que, por poucas que fossem, o dinheiro injectado pelas autoridades do país vizinho continuaria a afluir, por forma a encher a capital de cartazes e dar a impressão de que o Flamenco é coisa grande, por cá. Se há característica dos espanhóis é a aposta em massacres publicitários. Veja-se a loucura de gastos do Corte Inglês, os postes e paredes cobertos de panfletos de aulas de dança sevilhana, os "muros" de papel com anúncios de cursos de Castelhano...

Mas, se tudo isto é importante para reflectir, ainda mais será olhar para o Flamenco e tentar extrair dali coisa que se aproveite. É "arte" que consegue uma mistura esquisita: homens machões e mulheres que se vestem como travestis. Tirando a guitarra (cuja técnica consegue ser sublime), tudo o resto é feito de um minimalismo ridículo: gente a bater palmas, a fazer cara de má, a bater com os pés no chão e a urrar como se lhes tivessem a espetar uma faca. Mau demais. Imagine-se uma "canção" assim:

Aiiiiiiiii
O meu pai tá presoooooooooo
A minha mãe pariu um sapoooooooo
Aaaaaaaiiiiiiii, pobre de miiiiiimmm
(guitarra a fundo, seguida de pancadas no chão)
Olé!
Aaaaaaaaiiiiii, aaaaaaaiiiiiiiiiii
Que vida malditaaaaaaaaaaaaaa
(incentivos do resto da companhia)
Ninguém gosta de miiiiiim, só a desgraaaaçaaaaa
Olé! Olé!
(mais pancadas no chão, novamente a guitarra a fundo)
Se eu pudesse matava-me já à tua freeeeeeente
(Força!!! - diz uma parte do público)
Aaaaaiiiii, e levava-te comigooooooooo
Olé!!!

É uma graça mas não deve estar longe da verdade, tivesse eu percebido alguma coisa da letra gritada e cuspida das coisas que já ouvi.
Francamente, o Flamenco bem podia ser metido num saco juntamente com o Hip-Hop e o Rap e mandado para o mais fundo dos aterros sanitários ou, ainda melhor, colocado num daqueles depósitos para lixo nuclear. Qualquer sítio onde se evitasse sermos brindados com todo o mau gosto da "arte".

Já temos um festival!

Curtas (5)

Em Burgos (Espanha) descobriram os restos mais antigos de um hominídeo na Europa (1,2 milhões de anos). O DN publica uma caixa com o título "Mais velho era espanhol".

Sem palavras...

O masoquismo da Selecção

Alguém anda parvo na Federação Portuguesa de Futebol! Quem é o responsável pela calendarização dos jogos particulares da equipa das quinas? Quem?! O povo exige saber o nome da criatura que sujeita o país ao masoquismo de ver jogar a Selecção Nacional com equipas às quais não consegue ganhar! É demais. Quem é que teve a "fantástica" ideia de nos fazer jogar com a Itália, um país ao qual, pura e simplesmente, não conseguimos ganhar, seja nos AA, seja nos recém-nascidos? E quem foi o génio que se lembrou de por os "coxos" de Scolari a jogar contra a Grécia?! Então, não nos bastava ter duas "fatalidades" (Itália e França), ainda tinham de forçar a criação de uma terceira? Já não nos bastava a chacota de romanos e gauleses, agora também levamos com o carimbo de "derrotado à partida", por parte dos helénicos? E já nem falo nos quatro ou cinco euros que perdi ao apostar que os nossos rapazes conseguiam, pelo menos, o empate. Isso é o menos: falo de orgulho nacional. Não se põe a Selecção a jogar, nas vésperas de um Europeu, contra equipas que são autênticos muros para nós! Haja um mínimo de inteligência! Nós devíamos jogar contra a Inglaterra, a Alemanha... enfim, países aos quais conseguimos ganhar! Não é procurar "desforras" estúpidas de campeonatos perdidos em casa ou longas carreiras de derrotas, como se uma pírrica vitória tivesse alguma importância.

Irra! E agora? Vamos para o Europeu com uma equipa que é uma porcaria, mal treinada, e com a moral em baixo! Esta gente na FPF não se apercebe das consequências disto?

Não se pode exterminá-los? (3)

Actualização dos telefones da NextTravel (acabam de voltar à carga):

938231959, 969841839, 961509251, 961509252, 961509253, 961509254, 961509255, 961509256, 961509257, 961509258, 961509259

Já sabem, bloqueiem todos estes números se não quiserem ser chagados.

Visita ou investigação?

Andava eu contente pelo número de visitantes que este blog teve ontem quando reparei que a maior parte tinha vindo da PSP! É verdade, houve quatro visitas, com acesso a partir da Direcção Nacional da Polícia de Segurança Pública, onde foram gastos nada mais, nada menos do que 28 minutos lendo as páginas do "aos papéis".

Bom, se foi uma visita de cortesia, voltem sempre que são bem-vindos. Se foi uma investigação, eu só queria dizer o seguinte: NÃO FUI EU !!!!!!!!