Para quem goste de História militar (e, já agora, de arquitectura), fica a sugestão do site Third Reich in Ruins, um local na internet dedicado a mostrar fotografias (acompanhadas de textos) do "antes e depois" de diversas infraestruturas da Alemanha nazi.

Embora a apresentação seja má e, no todo, seja precisa alguma paciência para navegar nos conteúdos, o interesse das fotografias compensa bem o esforço.
Tem tralhas em casa que já não quer mas acha que ainda servem? Está farto daquele móvel que lhe enche a sala? O computador já não funciona bem com os últimos jogos? Mudou a decoração da sala e não sabe o que fazer aos candeeiros? Deixe lá o caixote do lixo! Se as coisas estão em condições, doe-as a quem precisa delas!

No site do Banco de Bens Doados pode ter uma ideia de como colaborar com as instituições que precisam das coisas que você já não quer. Por sua vez, na Bolsa do Voluntariado, não só pode ter uma lista de instituições necessitadas e dos bens que elas procuram, como também se pode oferecer como voluntário para executar tarefas de acordo com as suas aptidões.

Esqueça o padre da paróquia e a sua corte de beatas :) - use a internet para ajudar quem precisa!
Um antigo executivo da Coca-Cola pronunciou a famosa frase: "Metade do dinheiro que gastamos em publicidade é mal-gasto. O nosso problema é não sabermos que metade...". No caso desta imagem, é facil perceber o sentido da frase: no site oficial desse "cromo" que é o Ozzy Osbourne, o que é que nos aparece? Ah pois... anúncios de Hip-Hop/Rap. Tem tudo a ver, não tem? :)

FIAT 500

O revivalismo está sempre na moda. Recentemente, a FIAT lançou no mercado a remodelação (alguns diriam "restyling") do seu ícone FIAT 500. Naturalmente adaptado às exigências actuais, o carro não deixa de mergulhar fundo no imaginário saudosista indo-se a pormenores como a imitação do antigo tecido dos assentos.

Os carros italianos têm fama de má mecânica mas uma coisa ninguém poderá negar (está bem... há sempre quem o faça!): este "popó" é uma alegria para a vista!
O site www.boreally.org traz-nos um belíssimo conjunto de fotografias dedicadas ao abandono. Exactamente, são imagens sobre ruínas, instalações fabris desactivadas e outros sítios e equipamentos que ficaram algures, nessa espécie de vida suspensa em que é colocado muito do património.

O site está em Francês, o que poderá dificultar a vida à maior parte das pessoas mas, ainda assim, a visita aconselha-se vivamente, numa de "ver os bonecos" :)

Pérolas do match.com (1)

AGUEM QUEM QUE SABE AMAR O PROSIMO PRISIPALMENTE EU E QUE SEJA AGUEM ESPECIAL PARA ME ..EU SO PRSESO DE SER FELIZ E DAR AMOR E CARIMHO AU MEU PASSEIRO O MEU FUTURO AMOR .EU AINDA SONHO COM O MEU PRECIPE EMCANTADO QUEM SABE VC SEJA ELE .. EU GOSTO DE PESSOAS QUE SENPRE FALA A VERDADE SEJA GUAL FOR GOSTO DE OVIR A VERDADE . E
Estava aqui a pensar o que escrever sobre a exposição "Lisboa 1758 - O plano da Baixa hoje" que está na Praça do Comércio, no Páteo da Galé (fica nas arcadas da direita - olhando para o rio). Gostei? Foi chata? Os 3 euros da entrada são demasiado para o que se mostra? Pois bem, respondo às três perguntas com "sim".
Sim, gostei de ver as plantas desenhadas aquando da reconstrução pombalina; sim, achei a exposição chata porque, convenhamos, baseá-la a 90% na exibição de plantas arquitetónicas é capaz de ser muito giro para estudantes de arquitetura mas pouco para o público em geral; sim, três euros parece muito para o que é mostrado.
Ou seja, não recomendo uma ida ao Terreiro do Paço para ver "O plano da Baixa": para os miúdos é uma gigantesca seca que só se atenua perante a maravilha da maqueta da Lisboa pré-terramoto (a mesma que costuma estar no Museu da Cidade - esse sim, uma boa visita a fazer) e, para os graúdos, é demasiadamente "especializada". Do todo, fica a ideia de muita parra e pouca uva; muito design na forma como as coisas são mostradas e pouco "interesse" no que se mostra...

Vontade de chatear (2)

Se isto não é vontade de chatear os outros, então, é o quê?
Uma piada de arquitecto:
Um arquitecto é alguém que não é suficientemente larilas para ir para design, nem suficientemente macho para ir para engenharia.

Do mete-nojo ao mete-medo

Nos fantásticos anos 80, a toda-poderosa máquina anglo-saxónica que, sistematicamente, vai lançando os próximos "não-sei-quê", impingiu ao mundo os Bros. Talvez poucos já se lembrem do duo, composto pelos gémeos Luke e Matt Gross.

Uma desgraça nunca vem só... a piada é fácil, mas aplica-se às personagens. Autênticos modelos de catálogo larilóide (versão para o efeminado) os Bros tiveram - como não podia deixar de ser -, bastante êxito junto das jovens que, como se sabe, são a subcategoria mais estúpida que se encontra em qualquer corrente adolescente.

O tempo cura as feridas e o mundo já tinha lançado os Bros para um qualquer sítio, juntamente com as baterias de telemóvel usadas e as meias velhas mas, eis que um deles me aparece à frente, em versão gigante, no cinema. O mano Luke faz de mau da fita na nova película do Hellboy (vale a pena ver), onde encarna um príncipe elfo (deve ser uma fantasia) que quer vencer os humanos e castigá-los pelos maus tratos à natureza.

Contemplemos a fotografia e meditemos sobre a maneira de ir do mete-nojo, ao mete-medo.