Hoje deixo aqui a sugestão de visita a um site que é uma verdadeira festa!Entrem e divirtam-se com a animação que nos é mostrada :)
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Hoje deixo aqui a sugestão de visita a um site que é uma verdadeira festa!


Trabalhando em informática, é natural que me interesse por actualidades do sector. Por indicação de um colega, fui ao site Peopleware (que, apesar do nome, é português) e comecei a ver o que por lá havia. Gostei da coisa e acabei por dar por mim a comentar as notícias: as pessoas parecem ser minimamente civilizadas e há um certo espírito de troca de ideias. Até aqui, tudo normal. A surpresa veio quando, mais tarde, consultei as estatísticas do meu site: o número de visitantes tinha disparado. Mais do que isso, havia alguns visitantes que liam muitas páginas e passavam bastante tempo nisso. Óptimo!, pensei, é para isso que escrevo, para que alguém leia. Pensamento puxa pensamento e lembrei-me de que tenho publicidade no blog. Querem ver que, finalmente, estou a ganhar dinheiro? Ansioso, acedo ao Adsense para, surpreendentemente, verificar que, apesar das centenas de páginas vistas, ninguém, - repito -, absolutamente ninguém carregou, sequer, nos anúncios! Bom, já se viu que não é assim que consigo ir de férias ou mudar de carro ou ter uma reforma confortável...
Passeando pela Rua da Junqueira fui, subitamente, bloqueado pela constatação de um acontecimento da maior importância e cuja falta de divulgação na comunicação social vem, mais uma vez, provar como as coisas verdadeiramente importantes são deixadas para segundo plano para que outras, de cariz mais mundano, tomem o lugar delas. Pois bem, no palacete na foto funcionava (desde que me lembro de mim), a Embaixada do Mónaco mas, agora, a representação da potência socialite foi substituída pela da poderosíssima Ordem Militar Soberana de Malta.
Ainda há poucos dias deixei aqui uma imagem de uma passadeira bloqueada por uma carrinha de uma empresa de segurança e eis que, hoje, deparo com outra situação semelhante. A empresa é outra (Loomis), a estupidez é a mesma.
Quando pensamos em determinados países, imediatamente se forma à nossa frente um quadro composto de lugares-comuns ditados pela imagem que a comunicação social nos dá dos povos que habitam naqueles... dos seus hábitos, dos seus feitos culturais, dos produtos que a terra dá, etc. O Brasil é um país de samba, futebol e praia; a França empilha queijos e garrafas de vinho junto à Torre Eiffel; a América vive para comer hamburgueres e andar aos tiros; os Russos têm vodka no lugar do sangue... E por aí adiante. 
No decurso do livro, duas personagens surgem como pilares, não só da narrativa, mas também do fenómeno em si mesmo: Vark (ex-Kristian) Vikernes e Øystein Aarseth (mais conhecido pelo nome de guerra "Euronymous"). O primeiro, membro único da "banda" Burzum e o segundo, líder incontestado dos Mayhem, hoje apontados como os criadores do movimento. Vark e Euronymus, o assassino e a vítima. Negócios, traição, luta pelo poder, crime, ciúmes... de todos estes ingredientes novelescos se enchem as páginas de "Lords of Chaos", a ponto da luta pessoal entre estes dois homens se confundir com o próprio objecto da obra.