Adsense: prever os anúncios

Quem tem um site muito provavelmente tenta ganhar algum dinheiro com ele. Nada de mais natural. A opção mais comum é a colocação de anúncios provenientes do serviço Adsense, da Google.

Para ter uma ideia de que anúncios serão mostrados aos visitantes, surgiu o serviço Adsense Sandbox (que não é da Google) e que, perante a indicação de um URL, exibe uma previsão da publicidade a mostrar. O serviço é tão mais útil quanto permite escolher o país dos visitantes e, desta forma, ajudar-nos a adaptar o conteúdo do nosso site à publicidade que pretenderemos exibir.

Depois disto, é só esperar que os nossos visitantes se interessem pela publicidade mostrada. No caso deste blog, e para grande infelicidade minha, parece haver um certo desinteresse. Oxalá não fosse assim... :)

Aceder a "Adsense Sandbox": www.labnol.org/google-adsense-sandbox

Distorção no ar

Se a força da distorção é música para os seus ouvidos, a Rádio Backstage é um local a visitar. Sediada no Brasil, esta rádio online serve-nos ininterruptamente Metal do melhor, com especial incidência para o subgénero "heavy" e constantes incursões nos tempos mais remotos do rock pesado, num agradável cocktail

Aceder a "Rádio Backstage": www.radiobackstage.com

Caça ao tesouro

Quem nunca sonhou com uma caça ao tesouro? Todos deixámos que as nossas fantasias se deixassem contagiar pelas histórias de riquezas fabulousas enterradas em locais remotos. Pois bem, o site Geocashing não nos promete a fortuna mas dá-nos, certamente, a hipótese de nos divertirmos à grande enquanto andamos à caça de um qualquer tesouro. A diferença é que a bússola e os mapas com um "X" foram substituídos pelo GPS e é assim, com a ajuda da tecnologia, que nos embrenhamos campo adentro à procura de um qualquer objecto que alguém de espírito divertido deixou à nossa espera.

Aceder ao "Geocashing": www.geocaching.com

Curnocópia de programas

Se é daquelas pessoas que vive num permanente frenesim em busca do último programa para fazer não sei o quê, então, o Peopleware é o sítio onde deve ir. Actualizado diversas vezes por dia, este site mostra-nos os programas (tipicamente freeware) que vão aparecendo e ajuda-nos nas decisões com a colocação de descrições relativas às suas funcionalidades.

É um site simpático, e com uma activa comunidade de "comentadores". Há é que ser ponderado no que diz respeito à instalação dos programas, sob risco de acabarmos com o nosso computador completamente inundado de tralha. :)

Aceder a "Peopleware": pplware.com

Malas e bolsas

A Built é uma loja online de malas, bolsas e coisas quejandas, todas elas com um design atractivo e alegre. Para quem tem um portátil, por exemplo, existe uma boa escolha de coberturas capazes de proteger o nosso mais que tudo e - porque não? -, de nos fazer o centro das atenções onde quer que estejamos. :)

Os produtos da Built dividem-se em "Food", "Electric" e "Baby". Uma alegria para os olhos.


Aceder a "Built": www.builtny.com

Tempo de carregamento

A velocidade de carregamento de um site é muito importante no que toca a cativar os utilizadores. Ninguém gosta de esperar muito tempo para poder consultar uma página. Cada vez mais, as pessoas querem tudo para ontem.

O site da Numion oferece-nos variadas ferramentas para análise do desempenho dos sites. Uma delas é a "Stopwatch", nada mais, nada menos do que um relógio que mede o tempo de carregamento dos conteúdos no navegador que estivermos a usar. A programação do relógio é feita com JavaScript, o que implica uma margem de erro de 10 milissegundos mas isso é compensado pelo facto de a medição do tempo ser feita do nosso lado, ou seja, do lado de quem vê a página e não do lado do servidor onde ela está guardada.

Aceder ao "StopWatch": www.numion.com/Stopwatch

As mil e uma caras de um site

Quem trabalha para a internet, quem constrói sites, sabe muito bem o quão desesperantes podem ser as diferentes formas como os navegadores (vulgo, browsers) interpretam o nosso código. Quando julgamos que um trabalho está pronto e de cara bonita, aparece-nos algum utilizador irritado porque não contemplámos a versão xpto de um qualquer browser de que nunca ouvimos falar.

Pois bem, o BrowserShots veio facilitar um pouco a vida aos infelizes programadores/designers ao permitir-lhes ver o aspecto dos seus sites em largas dezenas de browsers para quatro sistemas operativos diferentes.

Indica-se o URL pretendido, seleccionam-se os navegadores e as respectivas versões, escolhem-se os sistemas operativos e o BrowserShots devolve-nos uma página com as imagens do site para cada uma das condições escolhidas. A partir daí, é a desilusão, ao vermos que o nosso bonito design, afinal de contas, aparece todo torto num qualquer computador remoto :)

Para quem for "masoquista", ainda é possível definir tamanhos de écran, versões de JavaScript, Java, Flash, etc. Enfim, um mundo de opções...

Aceder ao "BrowserShots": browsershots.org

As trombas dos lampiões

O Benfica (também conhecido como "SLB", "O Glorioso", "A Instituição" ou "O Grémio da Luz") anunciou no seu site oficial que irá mudar o seu emblema.

Assim, de modo a adequar-se ao seu novo patrocinador, mudará a velhinha águia, pelo elefante dos hipermercados Jumbo.

Desta forma, mostrará a grandeza do clube, as orelhas do presidente e as trombas dos 6 milhões de benfiquistas à segunda-feira.

Como anedota, esta é linda! :)

Playboy à portuguesa

África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Brasil, Bulgária, Colômbia, Croácia, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estónia, EUA, Filipinas, Formosa, França, Geórgia, Grécia, Holanda, Hong Kong, Hungria, Indonésia, Itália, Japão, Lituânia, México, Noruega, Polónia, Rep. Checa, Roménia, Rússia, Sérvia, Sueca, Turquia, Ucrânia, Venezuela e... Portugal!

A extensa lista de países onde a icónica revista norte-americana (é um dos símbolos dos EUA) assentou arraiais é retirada do site pbweblog.com que se dedica a publicar as capas de todas as edições da Playboy espalhadas por esse mundo fora. Falta lá a referência à recém-nascida versão nacional mas perdoa-se a falha pela novidade.

Com pouco alarido (não houve campanha publicitária massiva), a Playboy-PT estreia-se em plena época de crise por parte da casa-mãe. Os tempos mudaram, o acesso a imagens de nudez banalizou-se com a internet, os gostos "embruteceram" perante doses cavalares de pornografia (quanto mais "erotismo"!) e, hoje em dia, justificar a compra de uma revista com a perspectiva de poder ver fotografias de mulheres mais ou menos nuas é coisa que já não faz grande sentido.

A Playboy foi uma publicação que, desde o seu já longínquo início, sempre apontou para um mercado de homens adultos que gostavam dos prazeres da vida, fossem eles o sexo, a comida e a bebida, a literatura, os automóveis... A qualidade colocada na elaboração dos conteúdos escritos, a par de uma criteriosa selecção de modelos fotográficos, conseguiu sempre manter um saudável equilíbrio entre a razão e o tesão. Quase toda a gente "entrava" na Playboy por causa das mulheres mas muitos acabavam por ficar clientes das entrevistas e das reportagens. Ainda assim, apesar das virtudes da escrita, era sempre a imagem que se impunha. E, por isso mesmo, a Playboy sempre fez questão de satisfazer o voyeurismo dos seus leitores recorrendo a caras conhecidas do grande público, algumas das quais acabaram quase por se tornar mais reconhecidas pelas suas aparições na famosa página central do que pela continuação das suas carreiras. A fila de nomes famosos que se despiram para a revista de Hugh Hefner é muito longa e se não nos restringirmos à edição americana e dermos um pulo até ao Brasil, veremos que quase todas as bonitas actrizes de telenovela já por lá passaram.

Países tão insuspeitos como a Polónia, a Indonésia e a Turquia são possuidores de edições próprias preenchidas com modelos nacionais. Perante estes exemplos, seria de esperar que, mais tarde ou mais cedo, também a terra dos brandos costumes entrasse para a família Playboy. Fê-lo agora com um número cuja principal atracção é Mónica Sofia, um dos elementos da banda Delirium (conhecida mais pelas cantoras do que pelas canções). Mónica já é experiente no que diz respeito à exposição pública: fotografias sensuais para revistas masculinas, uma participação num Big Brother, aparecimento corrente em revistas sociais... Portanto, sendo uma mulher conhecida, desejável e com um certo à-vontade decorrente da experiência, a sua escolha acaba por ser natural e, até, óbvia. O problema é que, sendo tão natural, acaba por levantar a dúvida: tem Mónica Sofia alguma coisa de novo para mostrar?

A resposta mais fácil seria "sim". Mónica nunca se despiu integralmente e fotografias em lingerie acabam sempre por deixar a imaginação a trabalhar. Por tudo a nu seria a função da sessão fotográfica para a Playboy e, consequentemente, um trunfo na venda da revista. Mas isso é capaz de não ser bem assim... Desde logo, a revista está nos escaparates sem ser embalada, o que permite que o curioso a folheie e satisfaça a curiosidade sem ter de gastar dinheiro; depois, há nus e nus, há sessões e sessões e estas que a Playboy-PT nos apresenta, deixam muito a desejar... Isto porque se nota nas fotografias (quer as de Mónica, quer as de Rute Penedo) um certo pudor, uma espécie de timidez editorial que não se justifica (mais, não se aceita!) numa publicação como aquela de que se fala aqui. A Playboy terá muitas razões para ser lida (Nuno Markl será uma delas) mas só tem uma verdadeira vantagem estratégica perante a concorrência (FHM, GQ, Maxim, Maxmen): a nudez. Ora, se a diferença entre revistas se resumir a tirar e por o soutien, temo que a Playboy portuguesa não tenha grande tempo de vida. É que basta olhar para as sessões que Mónica Sofia realizou para várias outras revistas para nos apercebermos de que o nu que agora nos apresentam é coisa de segunda categoria, claramente abaixo da sensualidade que se sentia nas muitas fotos com origem noutras publicações e que hoje circulam na internet. Também neste momento já devem estar no ar as fotos da Playboy e será fácil chegar à conclusão de que não basta mostrar o peito para justificar um cachet de 30.000 euros! Mónica Sofia (sempre "assistida" pelo namorado) e o fotógrafo preocuparam-se demasiadamente em manter um tom quase neutral nas imagens, nunca deixando que o erotismo venha ao de cima e que a beleza da modelo nos "incomode". Existe, inclusivamente, uma má escolha de alguns ângulos que acaba por realçar pormenores menos bonitos (repare-se na própria capa e no ar um pouco despliscente, quase de bordel).

Em toda a sessão de Mónica Sofia, apenas existe um nu integral frontal mas até este é vítima do pudor, com a colocação de uma renda à volta da cintura que acaba por tapar o que seria o principal atractivo: a púbis. E como se não fosse já suficiente o "obstáculo" visual, ainda houve o cuidado de eliminar os pelos púbicos (o que também se nota com Rute Penedo), numa tentativa estúpida de, mostrando um nu, não o mostrar verdadeiramente. Não é preciso muito esforço para nos lembrarmos dos nus envergonhados dos antigos mestres de pintura...

Ou a Playboy-PT compreende rapidamente que não há que ter medo de cair na vulgaridade (se as outras não caem...) e transmite essa ideia às modelos ou, brevemente, estará com um sério problema em mãos...

Gazua no Júlio de Matos

"Ó sotor, haverá coisa pior do que a falsidade?", perguntou-me, preocupado, o homem. Franzino, de pele queimada, voz ligeiramente metálica mas agradável, vestia-se com uma tshirt branca e calças de fato de treino, como se andasse passeando por casa. Debaixo do braço trazia uns volumes com ar de livros de contabilidade. Num deles, notava-se a frase "os animais conhecem o dono".

O local? O complexo hospitalar Júlio de Matos. Para quase todos, um nome que imediatamente se identifica com doenças mentais. É uma ideia redutora já que o enorme e belo espaço (a merecer um passeio só por si) alberga muitos outros serviços ligados à saúde. Mas os estereótipos têm a força que têm e quando se fala no hospital que remata a Av. de Roma, a associação a loucos é imediata. E de loucos foi dar com o sítio onde os Gazua (banda punk? "rock"?) daria a festa de lançamento do seu novo álbum "Música pirata". Tendo perguntado ao porteiro do complexo, foi-me indicada a segunda rua à esquerda, "logo vê, muitas luzes e carros". O problema é que não havia muitas luzes, nem carros e o sossego da zona em nada era interrompido pelo que de longe pudesse assemelhar-se ao habitual ajuntamento de pessoas num concerto. Vagueei pelo parque, apreciando na medida do possível os edifícios, enchendo o ar com a frescura da noite perfumada pelas árvores, procurando alguém a quem pedir uma indicação... Ao longe, vejo três pessoas sentadas nas escadas de um pavilhão. Duas mulheres (uma com ar de enfermeira) e um homem. Este, obviamente um paciente, perante a minha pergunta (onde é o concerto?) indica-me o pavilhão 28 ou o 29... cada um para o seu lado. A "enfermeira" ri-se da aparente confusão mas manifesta o seu desconhecimento pelo evento. Fico de tentar um dos lados indicados pelo homem. Continuo a passear pelo parque, descobrindo novos locais e voltando praticamente ao local de partida. Meto-me por um caminho e ouço, trazido por uma curta aragem, um som de distorção. Tento apanhar novos sons enquanto vou caminhando. Finalmente, chego a um local onde três pessoas se encostavam a uma porta de vidro. É aqui o concerto, pergunto? Confirmam-me que sim. Por estar quase na hora que levava como certa para o início, entro no edifício. Lá dentro, um palco montado e um quase total vazio...

Quem estivesse às 21h (hora indicada pela newsletter da Le Cool Magazine) no pavilhão octogonal que serve para exposições e outros eventos veria uma invulgar mistura de gentes nas então pouquíssimas pessoas presentes. Velhos, deficientes, doentes mentais, fans, pessoas da organização... todos juntos, não chegariam a vinte criaturas que pareciam estar por ali por acaso. A noite era de concerto punk rock e não seria, certamente, de esperar que uma senhora de cabelos brancos acompanhada da neta fizessem parte do público. Nem tão pouco que um grupo de gaiteiros andasse por ali a tentar acordar os mortos com um estridente ensaio... o ambiente era estranho, como se todos os presentes, na sua mistura heterogénea, fizessem parte de um momento absurdo.

Perante a inexistência de actividade musical (era para um concerto que ali estava), saio do pavilhão e encosto-me a uma grade. É então que um homem me aborda: "Ó sotor, haverá coisa pior do que a falsidade?". Respondo-lhe que não sei, tentando ganhar tempo para pensar como lidar com a situação. "O mundo é falso, sotor. Nós estamos rodeados de coisas que não são reais". Digo que não, que o mundo é bem real, as pessoas é que são falsas. "Mas não é isso que diz a ciência", contesta o homem. "Quero dizer, a ciência humana pode dizê-lo mas as outras ciências, as ciências... - como se diz? -, a matemática, a...", as ciências exactas - atalho -, "sim, essas dizem que o mundo é que é falso, sotor. Uma aldeia... uma aldeia é uma coisa falsa, não é?". Respondo que não, que a aldeia é mais real do que a cidade porque a aldeia está ligada ao campo, à terra. "Acha? Mas, agora até se fala na Aldeia Global... O mundo está a ficar falso, sotor, o mundo vai desaparecer".
Aproveitando uma pausa, desapareci eu para dentro do pavilhão, tentando perceber o que se iria passar. Vejo um dos elementos da banda respondendo a um dos gaiteiros com um "Podem começar daqui a pouco". Aparentemente, os gaiteiros (da Casa Pia) faziam parte do espectáculo. Aguento mais um pouco e mais algumas pessoas vão entrando. Entre elas, o "filósofo". Procuro passar despercebido. Ao fim de um longo período de espera inútil, volto a sair. Há mais algumas pessoas cá fora. O homem sai também. Mete conversa com um casal ao meu lado. Explica que a frase "os animais conhecem o dono", escrita num dos seus livros, significa que os animais sabem quem é Deus. Aproveita para tentar cravar um euro. De seguida, vira-se para mim: "Sotor, não tem um cigarro?". O tabaco faz mal, digo-lhe. Sorri e dispara "A falsidade também!". Tenta também ganhar um euro comigo enquanto aproveita para criticar a organização: "Estes artistas não são simpáticos. Eles tinham de por os gaiteiros a tocar, para que as coisas fossem seguidas. Assim, não. As pessoas não estão junto ao palco. Acha-os simpáticos, sotor?". Acho, respondo, eles são simpáticos. Não são eles que organizam as coisas, eles só tocam. "Ah, é que um concerto rock é para dançar, não é?". Claro que é - alinho -, mas não há raparigas para isso. E também serve para saltar, acrescento. O homem volta a sorrir - "Pois, saltar... mas junto ao palco".

São já quase 21:30 e, enquanto o homem explana a uma nova vítima as suas preocupações com a falsidade no mundo, aproveito para reentrar no pavilhão. Está a começar o concerto de gaita de foles. Meia hora de monotonia musical assistida por um público que cabia num cubículo.

Eram sensivelmente 23h (duas horas depois do esperado por mim) quando se percebeu que os Gazua iriam tocar. A sala rapidamente se encheu de gente que estava lá fora. Se o público inicial era heterogéneo, agora, ainda o era mais. Para além dos doentes e dos idosos, juntavam-se agora algumas crianças, famílias e, claro, as personagens pertencentes às tribos mais próximas do género musical em cartaz.

O espectáculo começou muito bem, imediatamente se percebendo que o som era bom (alto mas perfeitamente definido, entendendo-se tudo o que o vocalista dizia). Com um estilo em tudo característico do punk rock/oi, cantando em Português (viva!), o trio Gazua (que era absolutamente desconhecido para mim) conquistou-me. Cantando e tocando ainda melhor (excelente trabalho de guitarra), serviu aos presentes um óptimo conjunto de canções simples e directas, com refrões que apetecem cantar e uma energia que nos obriga a mexer. Gosto deste estilo e gosto ainda mais do prazer da descoberta de algo que soa tão bem e tão familiar: ouvir rock, cheio de distorção e vigor, cantado na nossa língua. Porquê esta aparente exclusividade por parte do punk na utilização do nosso idioma? Eis algo que merecia uma séria discussão.

Entre grupos de músicas, um quarto elemento vinha ao palco para ler textos, supostas "poesias", a pretexto do dia 21 de Março ser o Dia Mundial da Poesia (é a Primavera, amigos, é o amor e os bichinhos à procura de parceiro). Devo dizer que achei os textos uma palermice pegada e só suportáveis porque os Gazua faziam um fundo musical muito interessante...

Já passava da meia-noite quando o concerto terminou. Para trás ficava uma longa batalha contra o sono (certo, fraqueza minha...), só possível de vencer pela vontade de escutar os temas dos Gazua e por uma espécie de birra em não virar as costas a um espectáculo por causa de atrasos. Mas ficaria muito bem que quem organiza eventos tivesse como preocupação essencial informar, quem a eles se desloca, dos correctos horários das actividades. Convenhamos que duas horas de diferença é coisa que custa...

Gazua, um banda para ouvir, concerteza. Foi por acaso que os conheci, não será, certamente por acaso que os irei acompanhar.

Agora, a falsidade do mundo é que me anda aqui às voltas...