Google Insights

O Google não pára de nos surpreender. A ferramenta "Google Insights for Search" não é nova (já vem de 2008) mas só agora a estive vendo bem. É, sem dúvida, uma óptima ajuda para os produtores de conteúdos, nomeadamente os generalistas.

O Google Insights permite-nos ver estatísticas relativas aos termos mais procurados na internet, por período, país, região. Enfim, é uma janela aberta para a descoberta do que são os interesses dos milhões de pessoas que usam o Google a cada momento.

Vale certamente uma visita e um cuidado estudo.

Isto é honesto?


Vinha eu guiando pela cidade quando, num sinal, me aparece esta imagem à frente. Não foi um sonho ou uma aparição, foi mesmo um grande cartaz publicitário, ali, à beira da estrada para que todos passem e possam distrair-se um pouco do carro que vai à frente.

E eu pergunto: publicidade desta é honesta? O que faço agora? Compro um biquini igual ao da Giselle Bündchen para vestir uma cadeira ou vou discretamente à casa-de-banho perder este sorrisinho palerma com que estou?

O blog da Jo-Ana

É oficial: o aospapeis.blogspot.com tornou-se o blog não-oficial da Ana Malhoa (brincadeirinha...) Eu não o esperava, eu não o queria mas a verdade é que o meu post sobre a possível aparição desnudada da cantora pimba nas páginas da Playboy PT converteu-se, até ao momento, no maior êxito editorial desta casa, a ponto de o primeiro lugar no Google para pesquisas por "Joana Malhoa" pertencer à minha imerecedora presença internética.

Repararam que eu escrevi "Joana Malhoa", certo? É que, aparentemente, há muita gente a fazer confusão com o nome...

A rivalizar com o citado post só mesmo outro relativo ao espancamento de Nuno Guerreiro.

Isto deixa-me a pensar, que raio... :|

Quantas por minuto?

Numa altura em que se fazem apelos gerais a uma maior produtividade, em que todos somos confrontados com uma nuvem de crítica à nossa maneira mais "descansada" de estar, é bom saber que há quem se preocupe em fornecer-nos ferramentas para medir objectivamente o nosso desempenho.

Neste caso, não se trata de trabalho mas sim de outra actividade ainda mais importante: sexo!

E porque é o sexo mais importante? Porque, basicamente, passamos a maior parte do tempo a sermos fodidos e a foder os outros, portanto, há que saber se somos mesmo bons na matéria e, se não formos, ficamos com uma indicação para treino...

O "Sex Counter Cock Ring" (em Português, qualquer coisa como "Anel contador sexual pichótico") permite-nos saber exactamente quantas "marteladas" por minuto damos quando nos entregamos aos prazeres de Afrodite (quem tem hipótese para isso...).

Com esta espantosa invenção à venda na Love Honey, podemos ter, finalmente, um indicador fruto de uma medição científica, algo de palpável, objectivo, com o qual possamos apresentar-nos perante candidatas a apaziguadoras da nossa líbido: "Sabes, dou 100 por minuto..."

Quando o mar é celestial

Clark Little é um fotógrafo americano, morador no Hawaii, a quem um dia a mulher pediu qualquer coisa para por na parede. Clark saiu para a rua, munido de uma máquina fotográfica, e começou a fotografar as enormes ondas das ilhas onde vive e dá corpo à paixão pelo surf. O resultado foi o início de uma carreira captando a enormíssima beleza das vagas do Pacífico.

São fotos que nos fazem entrar noutro mundo, as que Little tira. Qual delas a mais bonita?

Clique aqui para ver o site

Quem gostaria de ver na Playboy PT?



O assunto Playboy veio para ficar neste blog. Corações ao alto que a vida também tem de se fazer de coisas agradáveis.

Na sequência de mais um boato sobre quem irá ocupar a capa do próximo número da revista, comecei a pensar em quem é que eu gostaria mesmo de lá ver. A tarefa não é fácil porque, se há coisa que não falta nesta santa terra, é raparigas bonitas. Mas como não se pode ter tudo, há que fazer escolhas e convém que elas sejam de gente minimamente conhecida. Andar para aqui a dizer que gostava que a empregada do café onde vou aparecesse, como veio ao mundo, na revista do tio Hefner não diz nada a ninguém, quanto mais não seja por não saberem a que café vou. E escusam de pedir informações porque eu não as dou (tenho medo de sofrer um atentado quando estiver a morder um croissant).

Após pensar numas quantas "caras", resolvi escolher meia-dúzia delas e, por curiosidade, submetê-las à apreciação dos leitores do "aos papéis" (cada vez em maior número e ficando mais tempo mas continuando a não carregarem em nada... - ahem!...)

Uma apresentadora de televisão, duas actrizes, uma política, uma música e uma Manuela Moura Guedes compuseram o grupo a concurso. Aparentemente, houve quem não percebesse que a personagem da TVI estava aqui só para enganar e - pasmem-se os loucos -, a mulher conseguiu arrebatar o terceiro lugar nas preferências da multidão de 27 utilizadores que alinhou na brincadeira. Em tempos, também Edite Estrela foi considerada a parceira sexual com que os machos lusitanos sonhavam...

Catarina Furtado ganhou, conforme eu esperava, com 37% dos votos (10). Aquela a quem já chamaram a "namoradinha da nação", nunca me disse muito mas, como sou altruísta, resolvi pensar no próximo e incluí-la na lista. O próximo agradeceu e deu-lhe a vitória.

A segunda posição foi para a Alexandra Lencastre (22% - 6 votos). Não há muito a dizer aqui, também. É uma daquelas escolhas óbvias. Tão óbvias que nem nascem de um qualquer frisson. É um "tem de ser".

Saltamos a análise ao terceiro lugar de MMG porque daria pano para mangas discutir a atracção que cinco pessoas sentiram pelas grotescas bochechas da antiga cantora de "Foram cardos, foram rosas". Foi uma plástica e foi muito má...

E, finalmente, na segunda metade da tabela, surgem as minhas verdadeiras escolhas: Joana Amaral Dias (14% - 4 votos), Sílvia - mãe do céu! - Rizzo (11% - 3 votos) e, em último, o rouxinol de Odivelas, a Rita Redshoes (7% - 2 votos).

Não sabem o que é bom!...
Para que ninguém me acuse de facciosismo antilampião, fica aqui, também, uma proposta de emblema para o Porto.

Não falamos mais... disso

Nascessem crianças como nascem blogs e a padralhada andaria por aí esfregando as mãos na perspectiva de lhe irem parar umas quantas às mãos. O comentário é acintoso mas pior ainda é saber que, mais uma vez, em mais um país (Irlanda), se descobriu uma nova manifestação desse fenómeno aparentemente tão católico que é padres a enrabarem criancinhas.

O recém-nascido "Não falamos mais de cu" ( naofalamosmaisdecu.blogspot.com ) não podia vir mais a propósito, portanto. Adoptando como ponto de partida essa parte tão fascinante do corpo humano, bem como todas as elucubrações que à volta dele se constróem (isto leva acento?), os bloguistas de serviço convidam-nos a partilhar das suas ideias sobre as coisas com que se vão deparando no dia-a-dia e a forma mais ou menos dolorosa como se vão sentindo... Bom, não falamos mais disso!

Nasceu mais um blog. Visitemo-lo.

Ana Malhoa na Playboy?

Já se está a ver que todos os meses vai ser isto: quem - oh deus -, quem é que vai ser a capa da Playboy Portugal?

Desta feita, nos mentideros surge o nome da inenarrável Ana Malhoa, filha do cantor pimba José Malhoa, o que nos leva a perguntar: qual foi a pior coisa que o Zé colocou no mundo, os discos ou a filha? A resposta é: os discos. Porque, estes não servem para ouvir e têm capas horríveis enquanto que a Aninhas continua a não servir para ser ouvida mas, pelo menos, tem uma capa melhorzinha...

A fedelha que eu um dia vi na Feira Popular (vejam bem ao tempo...), vestida com uma roupa que era um cruzamento entre filme de ficção científica de baixo orçamento e roupa de carnaval de loja do chinês, aos saltos, gritando "vai!" (muito acabaram mesmo por se ir) enquanto cantava uma coisa qualquer perante o desinteresse geral, a fedelha, dizia eu cresceu e tornou-se, senão uma bela mulher, pelo menos um belo naco, dentro daquele estilo "com esta até eu conseguia".

Ocasionalmente, no sentido inversamente proporcional ao êxito da sua carreira, a Malhoa despe-se, para gáudio das multidões de machos deste lado da internet. Ela, lá do outro, saberá se a coisa resulta ou não...

Ora, o boato de que a cantora de... - ahem -, a cantora daquele tema... o... aaa... - bem, o boato de que a cantora possa ser a terceira estrela da Playboy PT tem, senão a credibilidade conferida pelo 24Horas, pelo menos o mérito de assentar em antecedentes. A moça já se despiu integralmente, ou seja, já se descascou, e, pelo seu estilo, não parece estar sujeita a grandes constrangimentos morais quando toca a mostrar-se. Será que é desta que não vai haver perninha à frente?... Talvez o editor discográfico da espampanante artista tenha uma palavra a dizer.

Se este "rumor" (é boato que se deve dizer) se confirmar, a maior dúvida residirá no tamanho do peito da modelo. Irá a rapariga de peito cheio, i.e., ainda mais cheio do que nas sessões fotográficas anteriores? É que aquilo, parece-me, é como a gasolina: de x em x tempo, aumenta, mas nunca diminui...

Outro ponto de interesse andará à volta das tatuagens. Terão os editores da Playboy PT o bom gosto de nos poupar à visão de todos aqueles rabiscos ou ainda levaremos com alguma tatoo (modernizem-se, agora diz-se assim) do tipo: "se estás a olhar é porque queres!" estrategicamente desenhada no fundo das costas?

Dúvidas, dúvidas...

Verdade seja dita que esta ideia de ver a Ana Malhoa numa revista que se assume como uma coisa com classe parece ser um paradoxo mas ainda mais verdade é que, quando a líbido se mete ao barulho, estilo e sofisticação são coisas para esquecer... A Diana chaves enquadrar-se-ia melhor com a revista mas, como se pode ver, a notícia anteriormente divulgada aqui não passava de uma mentira de 1 de Abril. Desta vez - à primeira vista -, o calendário não parece reservar nenhuma data marota. A ver vamos se há algum fundo de verdade nesta história ou se o nome da Playboy PT se está a tornar num meio para, mandando umas bocas, se chamar a atenção para quem precisa desesperadamente dela...

Fotos da catraia: carregue aqui e divirta-se!

Os privilégios da capital

Segundo a TSF, um qualquer estudo feito recentemente afirma que os combustíveis na zona de Lisboa são os mais caros do país. Como se isso não fosse suficiente, acrescento eu, Lisboa também é a zona do país mais distante da fronteira (logo, dos preços inferiores praticados no país vizinho). Açores e Madeira estão ainda mais longe mas a luta contra os "custos da insularidade" assegura-lhes valores mais simpáticos. Coisas...

De qualquer forma, se a questão dos preços se resumisse à alimentação do automóvel, eu até não me preocupava muito já que tenho o saudável hábito de usar pouco o carro. O problema é que não são só os combustíveis que põem à prova a carteira dos desafortunados lisboetas: é tudo!

Lisboa tem as casas mais caras do país e isto arrasta, desde logo, outras carestias: pagamos mais juros do que os outros, pagamos seguros de paredes mais altos e até a nossa vidinha tem de ter um seguro mais... caro. Mas isso talvez até faça sentido porque, como esta terra está numa zona de incidência sísmica, corremos mais riscos de morrermos soterrados pela nossa casa do que o resto dos nossos compatriotas. Se, por acaso, ainda não tinham topado o verdadeiro alcance disto, deixem-me esclarecer-vos: os seguros ficam mais... caros.

O IMI também deve ser mais alto. Vou sabê-lo quando a isenção acabar...

Quanto ao popó, para além dos combustíveis, também há o seguro. E, como Lisboa é considerada zona de risco maior, isso quer dizer que ter um carro em Lisboa sai logo mais caro do que tê-lo, por exemplo, na Guarda. Mesmo que a carripana esteja parada ou que nós sejamos os condutores mais conscientes do mundo...
Mas, se o veículo andar, como há mais engarrafamentos e mais pára-arranca, a máquina também se estraga mais do que noutros locais. Quando for para arranjar, já se está a ver que o mecânico vai, igualmente, cobrar mais...

Por sua vez, quem anda de transportes públicos, paga - adivinhem! - mais caro. Uma viagem de autocarro em Lisboa custa, pelo menos, o dobro do valor no Funchal.

Já chega? Não. A comida também é mais cara. Aliás, é tudo mais caro porque quem tem de pagar alugueres de lojas mais elevados, também vai ter de carregar nos preços. E, como em Lisboa há mais crime do que no resto do país, também é maior a necessidade de ter um seguro contra roubos. Não há problema, porque o que não falta são clientes para... pagarem.

É por estas e por outras que, quando ouço algumas alminhas vociferarem contra os privilégios que se dá à capital, só me apetece ir-lhes às trombas ou, pior, obrigá-las a mudarem-se para cá e a pagarem as despesas...