Benza-os Deus...

Miguel Veloso na Disney?


Quem for ver o fraquinho filme da Disney, G-Force, não pode deixar de ficar surpreendido com as parecenças entre uma das personagens e o futebolista Miguel Veloso. As fotos aqui até nem são das melhores (falta-me paciência para grandes procuras) mas, acreditem em mim, a cobaia dos peidos e louca por comida (as sua principais características), é a "cara" chapada da sempiterna promessa sportinguista.

Ou a Fátima Lopes tem cunha na Disney ou, então, há mesmo coincidências do caneco!

Em cena, dizem eles...


É algum tipo de obsessão minha pela genitália feminina ou este logotipo está mesmo um bocado mal apanhado?

O verdadeiro artista ou a sabedoria das putas

Fixem bem a cara ao lado porque ela é a de um verdadeiro artista. A máscara que contemplam pertence a David Pereira Bastos que, a partir de ontem, entrou para a minha galeria de heróis abnegados em nome da Arte - assim mesmo, com "a" grande -, ou, caso eu esteja num dia em que acorde mal disposto, de qualquer coisinha mais simples como, por exemplo... doidos.

O homem que aqui apresento trabalha na Casa Conveniente, um "teatro" na zona do Cais do Sodré, entalado entre bares de prostitutas. Escrevo teatro entre parêntesis porque não quero que alguém julgue que se trata de um "teatro" como os outros. Este é o que de mais parecido eu vi com um daqueles antros que se vêem nos filmes, onde psicopatas guardam as suas vítimas para seu mórbido deleite. É um local despido, escuro, velho e triste a que só se chama teatro porque tem lá uns decadentes cadeirões onde meia-dúzia de espectadores se sentam para ver... teatro. Para acentuar o ambiente, descobri ontem que também há uma cave. Que bela deve ser uma cave num edifício pombalino a duzentos metros do rio. Que fantasias devem assaltar quem tenha o prazer de a visitar. Só posso imaginar...

Por tudo isto (e não só), eu gosto muito de ir à Casa Conveniente. Sinto-me lá bem.

Agora, a boa da Mónica Calle (que ainda ocupa o meu imaginário envergando um camisolão de lã branca enquanto diz, com pronúncia afectada, "Ó Zé Eduardo!..." - resquícios de uma telenovela), a boa da Mónica Calle, repito, trouxe a cena uma peça em duas partes (uma por dia) em que o "dentro" e o "fora" do teatro alternam, fazendo com que, numa noite o actor esteja representando na rua, virado para o público que está no escuro do teatro e, na outra noite, a situação se inverta. Manias de artista, dirão alguns e, até certo ponto, concordo.

Mas... porque razão passei eu a considerar o homem da foto um herói? Reparem no seu ar triste, sofredor... Se julgam que aquilo é pose, não é. É mesmo antecipação pelo que lhe sucede na peça "Ouves? A tempestade". Imaginem que este artista, este verdadeiro artista, é obrigado a representar na rua, por entre comentários de putas e de passantes, sob um constante jacto de água fétida. Como se isso não fosse bastante, quando já não resta uma areazinha seca no seu corpo, o homem despe-se, entra no teatro e passa a representar nu.

É que não é só a personagem representada que sofre, é o próprio actor! E sofre na carne (porque aquilo não deve dar gosto nem no verão) e psicologicamente. Se a mim me custou estar a ouvir as bocas que lhe mandavam e a cheirar a água e o seu aroma a ovos podres, imagine-se o pobre do artista. David, como eu compreendo esse teu ar sempre pesaroso.

Imaginem o que é estar na rua aos gritos de "Socorro, ninguém me ajuda!" e ser obrigado - pela encenação -, a dizê-lo olhando para as mesmas pessoas que nos gozam pelo que estamos a fazer. Imaginem o que é estar a representar e ter uma puta gorda atrás de nós a dizer coisas como "Isto é normal?! Digam ao homem que vai ficar doente. Essa água está podre!!!". Imaginem o que é um actor ter de se humilhar para representar o seu papel. É assim o trabalho deste homem. Vocês eram capazes de sorrir no seu lugar?

No fim do espectáculo, uma das putas no local fazia questão de ser ouvida por quem saía: "Um homem nu, foda-se! Arte do caralho!". Compreende-se a indignação da puta: habituada que está a ser paga para ver homens nus, custa-lhe entender que alguém possa fazer o contrário. Quanto à consideração sobre a arte, há que aceitar que ela é uma especialista no que toca a caralhos. A puta devia ser crítica teatral, digo eu.

Esta peça acaba por ser perturbante. Não pelo texto em sim mas, precisamente, pelo sofrimento do actor. "Sou actor", diz a personagem três ou quatro vezes ao longo da representação. É, nós sabemos que ele é. Pergunto-me é se, para se ser actor, é mesmo necessário sofer.

Hoje, é a minha vez de ficar na rua. Espero que não chova mas, se chover, talvez as putas se calem... Do mal, o menos.

Parabéns ao Rio

O Rio de Janeiro vai ser a sede dos Jogos Olímpicos de 2016. Parabéns aos cariocas e, por extensão, a todos os brasileiros - que esta coisa de Olimpíadas, por maior que seja o país, não é só para a cidade que dá a cara (e poucas vezes o dinheiro).

Confesso que, pela primeira vez, acompanhei o momento da votação. Foi por acaso, é certo mas, a partir do momento em que soube que era entre brasileiros e espanhóis, a escolha estava logo feita e imediatamente se instalou um nervoso irritante na barriga. Por muito que goste de Madrid, não gosto do país onde ela está e para "orgulhos" dos nossos vizinhos, já bastou o Euro 2008. Que se acalmem, por agora.

Agora, como no melhor pano cai a nódoa, o presidente do Comité Olímpico Internacional, ao anunciar a candidatura vencedora, chamou à "cidade maravilhosa" Rio de Raneiro (!). A pergunta que faço é: como é que é possível que num momento solene como aqueles, numa competição envolvendo milhares de milhões de euros, com apenas quatro concorrentes, o "chefão" do COI não seja capaz de dizer correctamente o nome do vencedor? É que até podia ser em língua marciana! O homem tinha obrigação de saber dizer as coisas. Aliás, em toda a emissão da CNN, a única vez que ouvi "Janeiro" ser dito como se fosse Castelhano, foi por aquela animalária. Enfim...

Tanta falta de jeito...

Segundo as palavras de D. Duarte publicadas na capa de um jornal, o seu filho mais novo (que nos espreita com ar malandreco na foto ao lado), já lhe ganha ao xadrez...

Alguém se importa de dizer ao homem para não dizer nada antes de consultar os seus assessores?

Depois, não admira que a única coisa de que se lembrem para "promoverem" as suas ideias sejam brincadeiras de troca de bandeiras. O próprio "chefe" não percebe patavina de estratégia!

A "Causa Real", sempre na mó de cima, como se vê.

Munique em Lisboa? Só depois de muitas canecas! :(

Se você é daqueles que gosta de cerveja e cuja alminha rejubila ao ouvir falar da "lendária" Oktoberfest, em Munique, então, deve ter ficado perto do êxtase ao saber que Lisboa iria ser a mais recente cidade a ter uma versão da copiosa festa alemã. Sim, eu também fiquei entusiasmado.

Ora, como em tudo, não basta ficar "em pulgas", há que ir atrás delas e lá rumei mais umas pessoas até ao Campo de Santana onde, junto à estátua do santinho doutor milagreiro foi montado um palco rodeado de mesas compridas para os convivas e, a uma certa distância, mais uma zona de comes e bebes. Pelo meio, nada.

À chegada (a horas), a desorganização era evidente. Coisas a serem montadas, informação que não era muito certa. Estes alemães do sul devem ser diferentes, pensei eu.

Numa mesinha em jeito de recepção, várias canecas de tamanho respeitável abriam o "apetite". Olhámos para os menus (sim, aquilo vai por menus) e vimos que o mais caro (EUR 18) dava direito a uma caneca. O pessoal gostou da ideia. Olhou-se para os menus e procurou-se mesa. Informaram-nos de que a zona rodeando o palco era só para convidados. Pena.

Volta para aqui, volta para ali, chega mais alguém e vai sentar-se na zona para convidados. Em boa hora o fez porque acabámos todos por lá ficar. Afinal, parece que eram só algumas mesas. Ou não...

Dirigimo-nos à barraquinha das senhas para pagar os menus. Tudo estava a ser ainda preparado. Esperámos, esperámos... e a espera só não foi uma enorme seca porque a morenaça que ia vender as senhas era deslumbrante. Tão deslumbrante que nem me chateei quando, a meio da venda das senhas, ela descobriu que não tinha as do menu que eu queria e teve de ir não sei onde buscar as senhas. Tão deslumbrante que quando ela chegou com as novas senhas e descobriu que ainda não tinha trazido as que ia originalmente buscar, eu não consegui ficar irritado. Por mim, ficava a noite toda a vê-la passar...

Bom, vinte e sete euros depois (um menu de EUR 15 e outro de EUR 12) e já toda a gente sentada à mesa, foi altura de mais uma espera. Quase uma hora até termos uma cerveja na mesa. Pelo meio, os "convidados" a comerem e beberem, a banda a tocar e umas quantas personagens a fazerem discursos que ninguém ouvia porque nem um microfone havia. Honra seja feita ao nosso António Costa (o presidente da câmara) que, com a sua voz forte, se fez ouvir. Só é pena que à voz forte não corresponda um braço igualmente vigoroso e tenha sido uma dificuldade para espetar o sifão no barril cerimonial. À décima marretada, a cerveja lá escorreu...

Mais umas palavrinhas da praxe, os convidados a comerem e beberem e nós a vermos.

Finalmente chegam as cervejas. As canecas que tínhamos visto inicialmente eram para os VIP's e à gente comum estavam reservadas vulgaríssimas canecas de 0,5l com um autocolante (!) com o símbolo do evento. Como eu já me tinha apercebido disso aquando da compra do menu, não caí no erro de pagar três euros por aquilo. Como agravante, a cerveja servida em copos de plástico vinha gelada enquanto que a das canecas vinha morna. E foi assim toda a noite.

Mas, as primeiras cervejas a chegarem (três copos) foram oferta da empregada, em jeito de desculpa pelo atraso. Agradecemos e bebemos. Na mesa estavam mais dois convivas nossos desconhecidos e rapidamente se gerou ali um ambiente descontraído "alimentado" pelas críticas à desorganização. Chegam mais cervejas (as que faziam parte dos menus) e algumas das pessoas ficaram com uma caneca e um copo à frente, esperando pela comida. Como para mim, deixar morrer a cerveja é crime de lesa-pátria, fui bebendo.

Mais um tempão à espera e chega a comida. Mas ainda não foi a nossa vez porque, apesar de estar a haver uma ordem no serviço à mesa, a que estava depois de nós tinha rapazes bem-vestidos que não podiam esperar e a empregada saltou o nosso sítio. Reclamações, reclamações, os outros a comerem e nós a vermos. Ficou no entanto um prato na mesa, abandonado no meio porque os talheres, nem vê-los.

Ao olhar-se para o prato, a desilusão apoderou-se de toda a gente. Um pequeno-almoço no MacDonalds seria mais nutritivo do que aquilo... Um pedacinho de carne, triste, no meio de uma coisa de esferovite, com um niquinho de chucrute ao lado. Se o prato fosse de louça boa e estivéssemos num restaurante, ainda poderia consolar-me pensando que era uma dose à restaurante "fino", mas eu estava numa festa e, aí, espera-se ser bem servido ou, pelo menos, matar a fome. No entanto, parece haver uma ligação inevitável entre cerveja e má alimentação, ligação essa que se comprova pelos sistemáticos barretes que apanho nas cervejarias (Portugália, Trindade, Lusitana...).

Vem a empregada mais uma vez, trazendo comida para todos. O mau aspecto da amostra que tinha ficado na mesa era replicado em todas as doses e a minha, então, era um perfeito escândalo! Quando pedi um menu de salsichas (e paguei doze euros por ele), esperava que me servissem uma boa salsicha alemã, daquelas "dos filmes", acompanhada por chucrute (como comi em França, na Alsácia). Ora, o meu "prato" trazia duas salsichas de lata (!!!), das mais banais que se podem meter num cachorro-quente, acompanhadas por uma dúzia de batatas fritas de pacote e um pingo de ketchup!!! Roubo, logro, barrete... é só pensar nas palavras e deixá-las aqui em fila para dar uma ideia do que senti ao olhar para o prato.

O sentimento era geral mas, com um pouco de esforço e uns goles de cerveja (de sabor banal, já agora), a coisa passou. Piada aqui, piada ali, o convívio e a música (que não é exclusiva para pagantes, diga-se) fizeram esquecer o roubo e a desorganização.

Uma empregada diferente passou pela mesa e achou que tinha de trazer mais cerveja (mais tarde, ficámos a saber que tínhamos direito a duas cervejas). Lá se bebeu. Depois, um dos convivas "estranhos" pediu "biscoito" (coisa que ele tinha visto ser servida aos convidados). A empregada disse que já tinha acabado e propos compensar-nos com cerveja. Bebeu-se... A esta altura, já havia canecas a mais na mesa. Esconderam-se debaixo da dita e voltámos todos a parecer que estávamos em seco. Trouxeram-nos umas roscas (pretzls) para matar a fome e alguém se queixou de que não tínhamos cerveja. Veio mais para todos. Bebeu-se...

Chegam mais duas pessoas e mandam vir os seus menus. Como a empregada era, novamente, outra (bem gira, por sinal) trouxe cerveja para os recém-chegados, negou-me outra porque o meu menu não dava direito a mais (sabia lá ela o que eu já tinha bebido) e trouxe a "segunda" canecada a que os outros tinham direito (se não tivessem, também, já passado da sua conta). Uma das pessoas à mesa sacou das suas senhas de refeição (que a empregada julgava serem novas) e pediu para que aquilo fosse convertido em cerveja. E lá veio cerveja para toda a gente! Por esta altura, o "artista" em questão já ostentava à cintura uma espécie de cartucheira de canecas :)

Mas... a coisa não ficou por aqui porque, daí a pouco, escondidas novamente as canecas, passou outra empregada e... já adivinham, não? O processo não acabou aqui e ainda se conseguiu mais uma rodada, só para acabar a noite aconselhados pela última das empregadas que conhecemos a escondermos as canecas que "a alemã vem aí!" :)

Veredito: a Oktoberfest de Lisboa, a "Munique em Lisboa" não vale, sequer, a perda de tempo na deslocação. A menos que consigamos enganar as empregadas!

U3-X ou o triunfo da calanzice

Deixem-me começar com uma piada muito, muito fácil: "Esta é de por os olhos em bico!". Pronto, já está.

Agora, passemos a dizer qualquer coisa mais séria sobre o vídeo ao lado. A rapariga é japonesa e trabalha para a Honda (as duas razões para a piada acima). Aquilo em que ela se senta não é um vulgar assento mas a versão "banco" do Segway. Sim, para aqueles que achavam cansativo deslocarem-se em pé no futurístico (e caríssimo) aparelho, a empresa nipónica inventou, agora, o U3-X. É uma engenhoca mais pequena e muito mais versátil do que o Segway porque anda em todas as direcções, ou seja, acrescenta o andar para os lados.

De preços não sei nada e nem quero saber. Se o meu lado tecnológico fica assombrado perante esta maravilha (apesar de tudo, inferior a um qualquer avião), também não deixo de ficar incomodado com o convite ao menor esforço que andar com uma coisa destas implica. Será que, no futuro, já nem vamos querer nos levantar para irmos, por exemplo, buscar um café? É assustador.

Lembram-se dos humanos do Wall-e? Esses, apesar de tudo, estavam mais avançados porque já nem se sentavam (o que é incomodativo para as costas).

Spam do bom

Há males que vêm por bem. É o caso de uma mensagem de spam que recebi, enviada pela FHM. Como nunca me registei no site deles nem tenho qualquer relação com a revista, nem nunca dou autorização para receber publicidade, é spam!

Mas, esmiuçando a mensagem (que fazer?, a palavra está na moda), apanhei com um link que agradou particularmente aos meus genes que, teimosamente, insistem em fazer-me perder tempo com práticas onanistas (não dá para mais...): as fotos de 27 sessões fotográficas com gajedo do bom!

Isto hoje está um bocadinho por baixo no palavreado - bem o sei -, mas o pequeno-almoço foi fraco e a noite mal dormida e, além disso, é Sábado e apetece-me dar algum descanso às minhas extraordinárias qualidades literárias. "Gajedo" é uma palavra que, atendendo às circunstâncias, me parece perfeitamente aceitável.

Ora, até aparecer a Playboy Portugal, a FHM e a Maxim eram as nossas revistas "eróticas". Depois da filial nacional do império Heffner ter aparecido, continuaram a sê-lo porque as meninas da Playboy PT, com todos os seus pruridos de quem não quer ficar mal-vista lá na rua, conseguem ter menos piada despidas do que as moçoilas da FHM e Maxim com cuidada roupa vestida.

Portanto, é aproveitar para recordar alguns momentos bonitos e esperar que o resto do espólio "efeagaémico" seja posto no ar.

Olhó link, AQUI!

O Canadá não é uma província americana!



Tenho cá para mim que uma das nacionalidades mais ingratas que se pode ter é a canadiana. Não porque o país tenha algum defeito de monta (parece que até é uma terra bem agradável) mas porque ser-se canadiano é, para 90% do mundo, ser-se americano. Deve ser por isso que os canadianos sentem necessidade de marcarem a diferença colando uma bandeirinha nas suas mochilas quando vão de férias.

Os canadianos são vizinhos dos americanos e, apesar de o seu território ser maior (e talvez mais rico) do que o dos EUA, a sua população é minúscula quando comparada com o irmão do sul. Para além disso, os EUA apropriaram-se do continente: são "americanos" ou "norte-americanos". E, para aumentar a confusão, americanos e canadianos falam todos da mesma maneira. Entre uns e outros, para o comum dos cidadãos, não há a mais pequena diferença.

Como se as semelhanças culturais e geográficas não fossem suficientes para ofuscar os canadianos, ainda vemos que quase todos os súbditos norte-americanos de Isabel II que sairam do anonimato à escala mundial, o conseguiram dando o salto para a terra dos cowboys, vingando na indústria cinematográfica ou musical, quantas vezes adoptando manifestações culturais tipicamente estado-unidenses, como é, por exemplo, o caso da música Country.

Os canadianos "famosos" residentes nos EUA devem viver num constante dilema existencial, provavelmente incapazes de se recordarem de que nem sequer são naturais do país onde vivem, um pouco como acontecia à personagem interpretada por Sandra Bullock na comédia "A proposta" quando lhe recordavam que não sendo cidadã americana, se tinha esquecido de renovar o visto de trabalho...

Ainda há quem fale de os portugueses serem confundidos com os espanhóis. Pobres canadianos!