Agora que o espalhafatoso Abel Xavier se converteu ao islamismo, que pena que me dá que os homens não sejam também obrigados a andar de "burqa". Só nos fazia bem deixar de ver a triste figura deste indivíduo...
Abel Xavier e a "burqa"
Agora que o espalhafatoso Abel Xavier se converteu ao islamismo, que pena que me dá que os homens não sejam também obrigados a andar de "burqa". Só nos fazia bem deixar de ver a triste figura deste indivíduo...
Xeque-Mate: Ás do volante
Antigamente, não eram só as bandas pop/rock que não tinham vergonha de cantarem em Português. O heavy-metal também marcava presença. E que presença!
Um prémio, sff.
Reciclar, reciclar, é por um aparelho a tirar a humidade (*) da casa, usar a água recolhida para lavar a roupa e, finalmente, despejar a água suja (mas perfumada) para o autoclismo.Eu cá, acho que merecia um prémio da Quercus (ou um subsídio do Governo)
(*) a minha única birra com o Acordo Ortográfico - tirar o "h" em humidade é coisa que nunca me vão convencer a fazer...
Do Norte
A TSF transmitia hoje de manhã um anúncio de um concurso vocacionado para empresas "do Norte", patrocinado por uma qualquer comissão coordenadora "do Norte" e mais não sei que organismo "do Norte", para projectos que beneficiassem "o Norte", etc.
Ao fim de meio minuto, a palavra "Norte" já me causava náuseas.
Depois, abri a net e li uma notícia sobre o Magalhães e as suspeitas de corrupção que a União Europeia tem (não é só ela, enfim...) relativamente a todo o processo. Mmm... a JP Sá Couto é uma empresa "do Norte"... Querem ver que o Governo ainda ganha o tal concurso? Ainda por cima, o ministro das Finanças é "do Norte".
Ao fim de meio minuto, a palavra "Norte" já me causava náuseas.
Depois, abri a net e li uma notícia sobre o Magalhães e as suspeitas de corrupção que a União Europeia tem (não é só ela, enfim...) relativamente a todo o processo. Mmm... a JP Sá Couto é uma empresa "do Norte"... Querem ver que o Governo ainda ganha o tal concurso? Ainda por cima, o ministro das Finanças é "do Norte".
Nem os cães!
Ainda nem um dia passou...
Ainda nem um dia passou desde que eu deixei aqui um texto sobre tropelias relativas ao Porto e eis que aparece na internet uma colecção de escutas telefónicas relativas ao "Papa" da cidade (e seus acólitos) e os casos de corrupção desportiva em que esteve envolvido. Há coisas para todos os gostos: desde caralhadas a eito, a conversas sobre "fruta" e "rebuçados", passando por arranjos de árbitros... Um ror de coisas que só não não para condenações porque os juizes que investigam estes casos são do... Porto.Depois, admirem-se que o país olhe para a "capital do trabalho", a terra dos "verdadeiros portugueses" e que mais baboseiras, como uma cidade que roça a comédia.
Depois admirem-se, também, que os lampiões insistam em olhar para este lixo todo e se agarrem a ele para esconder as suas próprias misérias.
Para quem quiser rir, chorar ou revoltar-se com as escutas, elas estão aqui
3 x Porto
Esta semana a rádio tem andado a anunciar o lançamento de mais uma daquelas coleções que acompanham os jornais e que têm como fim ocupar o espaço vago nas nossas estantes, cumprindo assim um dos mais "nobres" destinos que um (mau) livro pode ter: servir de decoração. A referida coleção versa a História do Porto e a sua importância no contexto mais vasto da História pátria e é composta por nada mais, nada menos do que quinze volumes. Semelhante proficuidade pode-se explicar de diversas formas, ficando ao cuidado dos preconceitos de cada um a escolha da mais apropriada: 1) os livros são muito pequeninos; 2) da História do Porto consta o registo pormenorizado de todas as lavadeiras, trolhas e trabalhadoras de alterne que alguma vez pulularam pela Invicta; 3) a História do Porto resume-se a dois livrinhos e o resto é o rol extensivo e pormenorizado de todas as queixas relativas ao centralismo lisboeta.Independentemente da explicação que melhor se adeque ao nosso gosto, a verdade é que a edição de quinze livros sobre a História da segunda cidade do país parece coisa de quem está desesperadamente carente de atenção e isso não deixa de ser triste.
Ainda o Porto: foi julgado e condenado o célebre Pidá. Não foi o único condenado no processo a que se chamou de "Noite Branca" mas foi o mais mediático, quanto mais não fosse pelo facto de ser o responsável por fornecer ao Porto uma imitação da Chicago do tempo dos gangsters, com direito a rajadas de metralhadora e tudo. No Norte, os homens são a sério e, parece, os criminosos também.
Se a justiça da pena aplicada ao homem da alcunha ridícula me parece perfeitamente acertada (dentro da brandura do nosso quadro penal) já a cobertura que lhe foi dedicada pela nossa sempre irresponsável comunicação social faz-me crer que qualquer coisa se funde no cérebro dos jornalistas e editores quando entram num jornal. Comparar o destaque dado a uma simples operação de polícia onde foram presos dois (supostos) etarras que nunca atentaram contra o Estado Português e a forma displiscente como foi coberto um caso que envolveu tráfico de droga e assassinatos - todos tendo como vítimas cidadãos nacionais -, é um exercício no campo do absurdo.
Fossem Pidá e os seus comparsas elementos da ETA e ter-lhes-ia sido concedido o destaque que, como assassinos e gangsters lusos, não merecem. A propaganda espanhola e a subserviência nacional ter-se-iam encarregado de tal.
Para que o processo "Noite Branca" andasse para a frente quando convinha, foi enviada para a capital do Norte (área geopolítica que varia consoante a cidade onde se esteja) uma equipa de magistrados da capital (a do país). Criticada, então, semelhante escolha e apontada como exemplo humilhante, veio a revelar-se uma decisão acertada sobretudo quando temos em conta a terceira razão para se falar no Porto esta semana: a acusação proferida contra três juizes portuenses por ajudarem um acusado num mediático processo de corrupção. Os responsáveis da Justiça lá sabiam das suas razões ao enviarem uma task-force sulista e elitista lá para cima. E nem entramos na questão do futebol...
A fazer-se ainda mais justiça e por forma a completar o 16º volume da História do Porto (em futura atualização), haverá de constar desta o nome do Pidá. Ao menos isso!
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