O que o Arnoldinho (nesta altura, ArnolDÃO) tem na mão dá para perceber (só esperamos que ele não seja de desculpas esfarrapadas como o Clinton) agora... que merda é aquela no prato???

"ja mendingos opinantes sao mais dificeis de livrar... sobretudo aqueles com blogs auto-masturbatorios!" [SIC]


Comentário sobre este blog, deixado no jornal Público.

"auto-masturbatório" deve ser uma coisa absolutamente espetacular!

Capa do catálogo da cadeia espanhola "Ale-Hop".
E vassouras voadoras, também vendem?

Promoção?!

Qualquer coisa não bate bem quando um restaurante apresenta um miserável menu como o da fotografia, chama à coisa "bitoque", cobra € 6,20 e ainda se orgulha de estar a fazer uma grande "promoção"...

"Kurz & Gut", no Campo Pequeno. Só para quem quiser cair nela...


P.S. - e que tal as autoridades começarem a pensar em proteger a denominação "bitoque", para evitar que esse prato tão característico (pelo menos, de Lisboa) seja abastardado pelos chicos-espertos da restauração?

Umas obras em Lisboa ou a prova de que a diversão no trabalho é possível... Uiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii......

Conversa de informático (4)


(...) a partir da CS3 tens de ter uma layer com actions a chamar um button (...)

O autor da frase é opositor do Acordo Ortográfico...

Festa de patos

A festa na Fábrica da Pólvora parece ter sido de arromba. Estará o pato em coma alcoólico?



Para acabar um dia chato com uma música alegre...

Fábrica da Pólvora (Barcarena)

O 'hip hop' também mata

Deixo aqui uns excertos de uma crónica do "às vezes insuportável, muitas vezes brilhante" Alberto Gonçalves, no Diário de Notícias. Com a devida vénia, claro.

(...)No seu primarismo, o hip hop tem pouco a ver com música e muito a ver com uma atitude de confronto face a uma sociedade que é, ou que se imagina, discriminatória. É, vá lá, um estilo de vida, traduzido à superfície no vestuário ridículo e nos gestos animalescos. E nas letras das "canções" (?). As letras, que certa "inteligência" considera "poesia das ruas", são, além de analfabetas, manifestações de rancor social. Por norma, são também glorificações do crime e panfletos misóginos.(...)

(...)Vale a pena lembrar que, em tempos realmente opressores, os pretos inventaram o jazz, um dos maiores contributos da América para a humanidade. E vale a pena lembrar o exemplo de Louis Armstrong, um génio que os "radicais" achavam o paradigma do "traidor". Tudo porque, tendo sofrido na pele a discriminação, Armstrong preferiu combatê-la pelo talento e não agravá-la através de inanidades gritadas por cima de uma caixa de ritmos.(...)

(...)o hip hop é a sujeição dos pretos ao que o "multiculturalismo" em vigor deles espera. Ao trocar a literatura pela "poesia das ruas", a música pelo ruído, a educação pela agressividade, o esforço pela automarginalização, a única afirmação do hip hop é a da inferioridade. Se levado a sério, o paternalismo condescendente limita os membros de uma etnia a uma existência parcial nas franjas da legalidade. E não anda longe do folclore abertamente racista.(...)




Palavras sábias!

Para ler a crónica completa, é só carregar... aqui e aqui