Atendendo a que tenho tido várias visitas relacionadas com a oferta de uma percentagem dos nossos impostos a instituições diversas, deixo aqui o link para a lista atualizada.
info.portaldasfinancas.gov.pt/NR/rdonlyres/17F11DE3-3096-467F-B52B-169C7C4936E5/0/mapa_consignacao_IRS_2010.pdf
Agora que o Parlamento finlandês se prepara para votar contra a participação na ajuda financeira a Portugal (sim, foi preciso chegar a nossa vez, para os países se fazerem esquisitos...), é caso para perguntar aos nossos fantásticos dirigentes (os atuais e os antigos) se devemos continuar a ver a Finlândia como o exemplo a seguir. Afinal de contas, eles aprendem Inglês desde pequeninos (como gostava tanto Jorge Sampaio), usam computadores desde tenra infância (como aprecia o nosso PM) e fazem outras n coisas que lhes permitem ser prósperos e maduros.
Portanto, nada a criticar: eles têm razão, certo?
Portanto, nada a criticar: eles têm razão, certo?
Na conferência de imprensa que antecedeu a partida entre o Real Madrid e o Tottenham não foi possível aos jornalistas portugueses, por imposição do Real Madrid, fazer perguntas em Português. Nas conferências de imprensa da Liga Portuguesa também se passa o mesmo: só se ouve Castelhano. E ninguém se importa, claro.
A culpa disto, também é dos políticos?
A culpa disto, também é dos políticos?
E não se pode exterminá-los?

Comentário de um brasileiro, deixado numa notícia do Estado de São Paulo a propósito da recente vinda de Dilma Rousseff a Coimbra.
Mais do que o nome ridículo ou o ódio que escorre das palavras, o que me deixa absolutamente pasmado é que este animal se afirma professor de História. A sê-lo verdade, isso explica tanta coisa sobre o Brasil...
(carregue na imagem para ler melhor)
DN: erros a mais
À esquerda, um bom exemplo do que é o descuido e o desleixo na produção de conteúdos noticiosos: uma notícia, publicada no site do Diário de Notícias (ver aqui), com aparente autoria do próprio jornal (vá lá, não é da Lusa) e onde, num pequeno texto, se contam, nada mais, nada menos do que nove (9) erros ortográficos.Até ao momento, o artigo continua sem qualquer tipo de correção...
É caso para perguntar: a culpa disto, também é dos políticos?
Manoel de Oliveira - a homenagem
Zurrapa espanhola
Pesquisei pela marca na net e fiquei a saber que a "Don Simon" afirma ser a mais vendida em todo o mundo (entenda-se, a marca "espanhola" mais vendida) e, realmente, encontrei inúmeros sites (japoneses, por exemplo) onde este tinto castelhano estava à venda. Em todos eles, se mantinha o rótulo: Espanha é a península toda.
Resta saber se, por esse mundo fora, os rótulos também foram alterados ou se se trata de alguma edição especial aqui para o retângulo, para apaziguar os "rebeldes".
Ainda assim, independentemente do final, e como não sou propriamente ingénuo, não acredito que estas coisas aconteçam por distração. Estamos a falar de empresas, de cadeias de trabalho e responsabilidade, de muita gente envolvida e de um grau de ignorância extrema que é difícil de crer verdadeira (mesmo num espanhol habituado a consumir as zurrapas que lá se produzem). Portanto, distrações com coisas como fronteiras não me convencem. O problema é que nós, na nossa habitual bonomia, lidamos com estas canalhices com um certo desportivismo quando, na realidade, estes insultos (porque o são) mereciam mão pesada.
Como é que se admite que o Continente aceite ter à venda material onde Portugal é, pura e simplesmente, obliterado do mapa enquanto nação? Como é que se aceita que o Continente continue tendo à venda coisas de uma marca que, notoriamente, desrespeita os consumidores portugueses? Como é que se entende, finalmente, que o nosso Estado não tenha um qualquer departamento jurídico para rebentar em tribunal com os responsáveis por estas brincadeiras de mau gosto? É que não é só esta marca de vinho... ainda há algum tempo, uma loja de chocolates no CC das Amoreiras (junto ao MacDonalds) tinha à venda "moedas" de euro onde, também aí, a península aparecia como um só país (todos os outros tinham as fronteiras indicadas).
Depois, queixem-se...
Speekless

A "ida" de Fernando Nobre para o PSD (ver aqui) parece ter trocado as voltas a muita gente, a começar pelo "Luis Alcobia" que ficou "speekless" com a notícia. Não é só Fernando Nobre que parece ter inventado um novo conceito político (ainda que eu lhe dê o benefício da dúvida - por questões "práticas"), também há quem neste processo invente novas palavras. Conselho de "amigo": fiquem-se pelo Português...
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