(carregue na fotografia)
Medo dos ladrões!
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Desaparece, camarada!
Fiquei imaginando, camaradas, o que eu teria dito: Camada Jel, quando é que a gente se vê livre de ti, camarada, que já não há pachorra para te aturar, camarada, mais essa pandilha que te acompanha, camarada e que não tem uma porra de piada, camarada?
A Coleção Berardo apoia o Iberismo?
O perigo de Sócrates
O "comício" de hoje no Forum TSF, com José Sócrates, deve ter entrado para a história da rádio em Portugal como um dos mais perfeitos exemplos de despudorada manipulação da opinião pública. Desconheço como eram as coisas no tempo da "outra senhora" mas custa-me a crer que pudessem ser muito diferentes da desavergonhada sucessão de telefonemas laudatórios com que o aparelho do PS invadiu o programa, dando cartas para que o grande líder, numa voz de tom dulcíssimo, expressasse os seus pontos de vista.José Sócrates, como alguém já o disse, é um homem perigoso. Se até aqui eu sabia que o grande mal vinha da incompetência e do feitio, a partir de hoje sei que há um problema muito mais fundo: Sócrates (e a sua máquina), pura e simplesmente desprezam a inteligência das pessoas e estão capazes de tudo - mesmo recorrer a expedientes infantis (como elogios lidos por estudantes agradecendo a oportunidade de terem entrado para a faculdade) -, para se perpetuarem no poder.
Desconheço qual a responsabilidade da TSF no que se passou hoje mas, quer a estação tenha sido cúmplice, quer tenha sido vítima, fica mal na fotografia. No primeiro caso, por destruir uma imagem de credibilidade que ainda mantinha; no segundo, por não ser capaz de reagir e evitar a transformação de um espaço de debate num tempo de antena ao serviço do Partido Socialista.
Como ouvinte e cidadão, senti-me humilhado.
Dizem que a Rússia é uma democracia. Portugal, por este andar, também o virá a ser...
Conversa de chacha
Farto de estar horas e horas sem nada para fazer, chego perto do meu chefe:
Eu: Tem alguma coisa para eu fazer?
Ele: Mmm... há aquela do XPTO.
Eu: Sim, mas tem de me dar mais informação. Eu não sei o que quer que faça.
Ele: Então, mas já falámos disso há uns meses.
Eu: Boa! Há uns meses...
Ele: Ou semanas... Se calhar foram semanas.
Depois, a culpa é dos políticos...
Eu: Tem alguma coisa para eu fazer?
Ele: Mmm... há aquela do XPTO.
Eu: Sim, mas tem de me dar mais informação. Eu não sei o que quer que faça.
Ele: Então, mas já falámos disso há uns meses.
Eu: Boa! Há uns meses...
Ele: Ou semanas... Se calhar foram semanas.
Depois, a culpa é dos políticos...
Um manifestódromo para Lisboa!
Sabem aquela coisa que o Rio de Janeiro tem: o sambódromo? Pois, por cá, deviam arranjar o "manifestódromo" (ou "manifódromo"). É que esta coisa da Av. da Liberdade andar constantemente interrompida por causa das passeatas de uns quantos milhares já começa a chatear. Ele é a "geração à rasca", ele é o PCP, ele é o 25 de Abril, ele é o 1º de Maio, ele é o raio que parta isto tudo...
Eh pá, vão fazer manifestações para o parque Tejo!
Eh pá, vão fazer manifestações para o parque Tejo!
O fim da crise!

E pronto, como o prometido é devido, fica aqui o endereço do meu novo blog, com o qual prometo resolver todos os males desta nação. "O fim da crise - 1001 sugestões para tentar melhorar um pouco a terra dos broncos" (ofimdacrise.blogspot.com) é a resposta que a Pátria esperava!
Só neste país
Segundo a reportagem do jornal da RTP 2 de ontem à noite, a personagem de Joachim, no filme francês Tournée (que acaba de estrear em Lisboa) é um homem "literalmente engolido pelas mulheres que o rodeiam". Trata-se, portanto, de um filme sobre canibalismo...
A jornalista também aproveita para chamar à personagem "Roaquim". Na dúvida, e apesar de o nome ter tido inspiração portuguesa (e ser dito como Joaquim durante todo o filme), a estupidez faz optar pelo que é estrangeiro. Cada vez mais, a profissão de jornalista pede um teste de QI.
A jornalista também aproveita para chamar à personagem "Roaquim". Na dúvida, e apesar de o nome ter tido inspiração portuguesa (e ser dito como Joaquim durante todo o filme), a estupidez faz optar pelo que é estrangeiro. Cada vez mais, a profissão de jornalista pede um teste de QI.
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