Já alguém reparou que "Amy Winehouse" quer dizer qualquer coisa do tipo "Amy ADEGA" ?!
Há nomes que assentam que nem uma luva a quem os tem...
No festival de curtas-metragens exibido no Instituto Franco-Português, um filme luxemburguês (falado em Inglês) entretém o público. Mais do que a história, é a tradução que diverte as pessoas.
Um exemplo: Cristóvão Colombo chega à América. Um marinheiro, eufórico, grita "We made it!". A tradução é "Nós fizemos isso!".
Não é delicioso? :)
Um exemplo: Cristóvão Colombo chega à América. Um marinheiro, eufórico, grita "We made it!". A tradução é "Nós fizemos isso!".
Não é delicioso? :)
Todo o cuidado é pouco
A SIC informa-nos de que, em Beja, há uma "suspeita de homicídio", já que "um homem morreu esfaqueado". É bom este cuidado na linguagem, afinal de contas, o homem pode ter-se suicidado acidentalmente ao aparar as unhas, por exemplo...
Que o Professor Carvalho Rodrigues era um "tretas" quando começava com aquelas divagações pseudo-filosóficas sobre a alma e os anjos e isto e aquilo, já nós sabíamos. Agora, no programa do Nicolau Breyner, ficámos a saber mais duas coisas: 1) que ele acha que as catedrais góticas têm a forma de barcos viquingues virados ao contrário (os barcos eram de fundo quase achatado, já agora...); 2) que vai ser o responsável pelo projeto de engenharia da monstruosidade arquitetónica que Troufa Real vai fazer no alto do Restelo (e, parece, que ele gosta daquilo).
E se este sábio homem se limitasse à porcaria do satélite que ninguém sabe para que serve?
E se este sábio homem se limitasse à porcaria do satélite que ninguém sabe para que serve?
Acabei de descobrir mais uma coisa em que a tugalhada funciona ao contrário: quando coloco anúncios na internet, para vender tralhas, recebo sempre muitas "propostas" (mesmo que o artigo custe EUR 1). Quando finalmente resolvi colocar um artigo pedindo ofertas, passei a receber emails perguntando o preço.
É desesperante...
É desesperante...
O DN e a publicidade encapotada
O blog Fugas colocou os seus leitores em contacto com a companhia irlandesa Ryanair permitindo-lhes fazer perguntas a esta. De todas as respostas que li no Fugas destaco uma, pelo alegre (e saudável) descaramento:
Embrulhem!
«A minha pergunta é a seguinte. Será do interesse da Ryanair sair um pouco do negócio das low cost e adquirir a TAP, agora que esta vai ser privatizada? Poderá caber nos seus planos a médio prazo?
[Henrique Figueiredo]
DC: Viva Henrique! Não temos nenhum interesse em gastar dinheiro em companhias áreas que perdem quase tantas malas como a antiga Alitalia e cujos passageiros estão sujeitos a greves várias vezes por ano. Continuaremos a crescer organicamente por apresentar as tarifas mais baixas e ganhar os passageiros das companhias de tarifas altas, abaladas por greves frequentes.
Embrulhem!
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