Em Inglês nos entendemos

Sobre o Angélico...

Uma fan...
(...) porque nós somos muito fans do Angélico. Adoramozo. Ele é muito humilde. (...)


Uma repórter...
(...) temos aqui uma senhora que trabalhou com Angélico, no Jumbo de Almada
quando ele fazia reposição de artigos (...)

Inventam tudo...

Acabei de aprender uma palavra: "autopropositura" (quando nós nos autopropomos para algo). Não é linda? :|

Os tomatinhos do menino

Numa indubitável demonstração de amor de avó, ouvi este fim de semana a repetição de algo que, em tempos longínquos, também me cabia em sorte: aquelas conversas que as mulheres têm para com "os crianços" onde, de forma quanto a mim bastante despudorada, afirmam direitos de propriedade sobre a nossa genitália. Estou a falar de coisas como:

- Ai que tomatinhos, tão bons. De quem são? São da avó.
- Ai que a mamã vai comer os tomatinhos do menino.
- O que é isto, o que é isto? É meu. É da tia. Ai tão bom. (acompanhado de carícias).

Ora... eu peço-vos que façam um exercício de imaginação. Imaginem que, em vez da avó tínhamos o avô; em vez da mãe, tínhamos o pai e, em vez da tia, estava um tio. Quanto à criança, desaparecia o rapaz e aparecia uma menina.

- Ai que bibi tão bonita. De quem é? É do avô.
- Ai que o papá vai comer a bibizinha da menina.
- O que é isto, o que é isto? É meu. É do tio. Ai que bom. (passando o dedo na já famosa "bibi da menina").

O que acham que acontecia?

Romances renomeados

Parece que andam a renomear os romances do grande Günter Grass. Depois de "O tambor" ter passado a "O tambor de lata", é a vez de "O linguado" passa a "O pregado" (???).

Chiça...

Música "boa onda", para o fim de semana.








Esta marcha popular tem um ar um bocado porno, não tem?
Um tiro, naquelas pessoas que, numa esplanada, interrompem a nossa leitura para perguntar se a mesa ao lado da nossa - separada, com as cadeiras arrumadas e sem nada em cima -, está ocupada.

PUM!!!

A menina-bomba

No Paquistão, uma menina de oito anos (!) foi apanhada com um colete cheio de explosivos. A ideia era rebentar-se a si mesma e, com isso, levar uma data de gente consigo.

Esta notícia faz-me pensar em duas coisas:

1) Com tantos mártires para recompensar, terá começado a haver falta de virgens no Paraíso? É preciso recrutá-las à força?

2) Se um mártir tem direito a 70 virgens, uma mártir tem direito a quê? 1/70 de um herói? Puta de discriminação...